Crise na Criméia - Resumo para atividade

Páginas: 9 (2249 palavras) Publicado: 16 de abril de 2014
Ucranianos manifestam temor de invasão russa
Risco de guerra com a Rússia aumenta cada vez mais, afirmam autoridades da Ucrânia
O risco de guerra com a Rússia aumenta cada vez mais, de acordo com autoridades ucranianas, que fizeram neste domingo (23) um alerta, enquanto milhares de pessoas se reuniam na Praça da Independência de Kiev para apoiar a unidade nacional.
O risco "aumenta", "asituação é inclusive mais explosiva do que era há uma semana", considerou o chefe da diplomacia ucraniana Andrei Dechtchitsa, consultado pela rede americana ABC sobre um eventual conflito militar.
As tropas russas de Vladimir Putin estão preparadas para atacar a Ucrânia "a qualquer momento", declarou neste domingo o secretário do Conselho de Segurança Nacional e de Defesa ucraniano, Andrei Parubi, emum palanque na Maidan, a Praça da Independência, onde ele foi o "comandante" durante a queda de braço entre o movimento de contestação e o presidente Viktor Yanukovytch, atualmente deposto.
— O alvo de Putin não é a Crimeia, mas toda a Ucrânia (...) Suas tropas mobilizadas na fronteira estão preparadas para atacar a qualquer momento. Na imaginação maníaca de Putin, a Ucrânia deve fazer parte daRússia.
Quase simultaneamente, o Ministério russo da Defesa indicou que Moscou "respeita todos os acordos internacionais sobre a limitação das tropas nas regiões da fronteira com a Ucrânia".
A manifestação "pela unidade nacional" na Maidan foi convocada como resposta à agitação separatista no leste e à tomada das últimas bases ucranianas na Crimeia pelos russos.
As duas questões estão intimamenteligadas, como mostrou um apelo feito pelo primeiro-ministro da Crimeia, anexada à Rússia, para que o povo ucraniano reflita sobre o que fez a península.
Escolha de "aventureiros políticos"
Em sua página no Facebook, Serguei Axionov projetou uma imagem apocalíptica das consequências econômicas da assinatura do acordo de associação entre a Ucrânia e a UE: "impostos elevados sem justificativa,aumento dos preços e do desemprego, idade de aposentadoria ampliada para além da expectativa de vida média".
"Não tenho o direito de pedir a vocês que se separem da Ucrânia!", prosseguiu Axionov. (...) Peço que se oponham à escolha feita em seu lugar por um punhado de aventureiros políticos financiados pelos oligarcas (...), que defendam seus direitos e seus interesses. Estou profundamente convencidode que essa defesa passa por uma aliança estreita com a Federação da Rússia, por uma aliança política, econômica e cultural".
Essas declarações podem ter impacto em parte dos habitantes do leste da Ucrânia. No sábado, cerca de 4 mil pessoas participaram de uma manifestação em Donetsk, agitando bandeiras russas e pedindo a volta de Viktor Yanukovytch.
Atos parecidos aconteceram neste domingo emOdessa (sul), Kharkiv (leste) e de novo em Donetsk.
Na véspera, soldados de elite russos atirando para o alto e apoiados por veículos blindados, tomaram outra base ucraniana na Crimeia, mostrando mais uma vez a determinação de Moscou frente às sanções e aos esforços diplomáticos do Ocidente.
Forças russas tomaram o controle de vários navios de guerra ucranianos na Crimeia nos últimos dias. Oministro da Defesa Igor Teniukh lamentou neste domingo a perda dessas unidades ocorrida "apesar do fato de todos os comandantes terem recebido ordens para usar as armas" .
— Para evitar um derramamento de sangue, eles não recorreram às armas.
A demonstração de força da Rússia coincidiu com as acusações feitas na véspera pela Alemanha, importante parceira econômica do governo russo, acusando-o de"dividir a Europa", nas palavras do chefe da diplomacia alemã, Frank-Walter Steinmeier, em visita a Kiev.
Seu homólogo russo, Serguei Lavrov, pode esperar uma nova repreensão quando se reunir com o secretário de Estado americano, John Kerry. Seu encontro, dedicado à Ucrânia, está previsto para ser realizado durante uma cúpula em Haia, convocada para segunda e terça-feira pelo presidente Barack...
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