Crítica de Sociedade dos Poetas Mortos

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Em meio há uma escola tradicional de valores burgueses, a contratação de um professor de inglês que decide inovar o método de ensino choca os alunos no principio que ao longo da trama é adorado pelos jovens. O Keating tem uma meta: fazer seus alunos pensarem. Ele corta o ensino voltado para o capital no qual os seus alunos vivem e quer deixar a luz própria de cada um brilhar mostrando que sempre há um outro lado de visão no mundo e que não se deve aceitar cegamente o que está sendo imposto por conta de um bom discurso ou ditador da verdade (p´rofessores) como um alienado mas sim questionar, criticar, e chegar em uma conclusão individual. Isto é mostrado quando o professor pede para que seus alunos rasguem o capitulo que diz que poesia deve ser somente analisada, quando para ele a poesia deve ser sentida, despertando emoções, ouvida, inspiradora e ser vivida. A escola carrega honra, disciplina, tradição e excelência como seu lema. Seus alunos vivem pressionados pelos seus pais pois estão recebendo uma educação voltada para o capital no qual saindo dali devem passar em uma boa faculdade e seguir uma profissão que lhe garante dinheiro e status. O professor quebra isso. Ele abre os olhos dos alunos mostrando que não existe apenas um caminho mas vários e que eles devem escolher. O professor também trata a sua educação como um processo humano, transformando de dentro para fora, enxergando as dificuldades de cada um e trabalhando individualmente. Ele ensina prega o Carpe Diem (aproveite o dia, colha logo o seus botões) e faz os alunos enxergarem o mundo de um jeito diferente subindo em cima de sua mesa. Quando um grupo de garotos decide procurar saber sobre o educador descobrem o Clube dos Poetas Mortos, ficam interessados e decidem recomeçar as reuniões. Os garotos se juntam escondidos, conversam, debatem, lêem e se divertem. O aluno Charles Dalton, que se intitula Nuwanda, admira o Carpe Diem e decide fazer piadas pela escola. Ele não compreende o conceito, sendo

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