Crítica da razão pedagógica: um olhar kantiano na educação

Páginas: 23 (5624 palavras) Publicado: 22 de abril de 2013
FACULDADE ALFREDO NASSER
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO
CURSO DE PEDAGOGIA












A CRÍTICA DA RAZÃO PEDAGÓGICA: UM OLHAR KANTIANO NA EDUCAÇÃO



Fernanda Moreira Batista





















APARECIDA DE GOIÂNIA
2010







FERNANDA MOREIRA BATISTA











A CRÍTICA DA RAZÃO PEDAGÓGICA: UM OLHAR KANTIANO NA EDUCAÇÃOTrabalho de Conclusão do Curso de Pedagogia, apresentado ao Instituto Superior de Educação da Faculdade Alfredo Nasser, sob orientação do Prof°. Dr. Paulo Petronilio, como parte dos requisitos para a conclusão do curso de Pedagogia.














APARECIDA DE GOIÂNIA
2010






FOLHA DE AVALIAÇÃO








A CRÍTICADA RAZÃO PEDAGÓGICA: UM OLHAR KANTIANO NA EDUCAÇÃO






Aparecida de Goiânia, ____ de junho de 2009.












EXAMINADORES

Orientador – Prof°. Dr. Paulo Petronílio – Nota: ______ / 70
Primeiro examinador – __________________________ – Nota: ______ / 70
Segundo examinador – __________________________ – Nota: ______ / 70

Média parcial – Avaliação da produção doTrabalho: ______ / 70

CRÍTICA DA RAZÃO PEDAGÓGICA: UM OLHAR KANTIANO NA EDUCAÇÃO

FERNANDA MOREIRA BATISTA1


RESUMO

O artigo apresentado tem por finalidade iniciar uma discussão à cerca da formação do sujeito crítico, tendo por meio o uso da educação. Analisa-se a visão do filósofo alemão Immanuel Kant sobre criticidade, razão, maioridade e papel da educação, para chegar a um perfil deformação do sujeito crítico. Utiliza-se também autores como Adorno, Freire, Deleuze entre outros, para confirmar a ideia central do artigo que é a crítica da razão pedagógica, ou seja, capacitar o sujeito para ser crítico e autônomo, um sujeito preparado para questionar suas próprias ações, sua própria razão e também receber informações, avaliá-las e questionar o que lhe é passado.

PALAVRAS-CHAVESujeito. Razão. Crítica. Autonomia. Educação.



































INTRODUÇÃO

Este artigo irá tratar sobre a crítica como fundamento que deve estar presente na formação do sujeito. Usando por base um dos maiores filósofos modernos Immanuel Kant.
Kant nasceu em 1724 na cidade de

Cap. I – Autonomia e razão na Educação.

Falar em autonomiaé em primeiro lugar pensar em um sujeito que necessita buscar um caminho que seja oposto ao que o ensino o costuma levar, o caminho da liberdade de pensamento. A sociedade e também a educação tem, por muitos anos, preparado um modelo de sujeito que esteja adaptado a aceitar ideologias prontas, soluções que lhe chegam, informações que são simplesmente aceitadas. Por este motivo pensar emautonomia, é pensar em um sujeito que pensa por própria vontade, que avalia por seus próprios motivos, que tem capacidade de analisar informações e que consegue filtrar o que acredita ser correto e criar algumas ideias próprias. A autonomia liga-se ao que é chamado de criticidade, pois, o sujeito que tem a capacidade de pensar por si só, é aquele também que tem o poder da crítica, da análise, da avaliaçãodas informações, dos seus pensamentos e de tudo o que lhe é passado, é um sujeito que precisa de todas as informações que o mundo tem para lhe passar, mas que sabe analisar bem todas elas. “Etimologicamente autonomia significa o poder de dar a si própria lei, autós (por si mesmo) e nomos (lei). Não se entende este poder como algo absoluto e ilimitado, também não se entende como sinônimo deauto-suficiência.[...]” (ZATTI, 2007. p. 14)
Pensar educação como autonomia para o sujeito é avaliar a importância que o mesmo tem de estar preparado para analisar suas próprias razões, seus pensamentos, de fazer-se pensar por si mesmo, tendo por prioridade um pensamento crítico que o leva a reflexão de tudo o que o cerca. Kant retrata um perfil de sujeito que precisa ser autônomo, livre, e...
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