Coréia do norte e a produção atômica

Páginas: 12 (2962 palavras) Publicado: 12 de agosto de 2012
ITB – INSTITUTO TÉCNICO DE BARUERI

“PROFESSOR MUNIR JOSÉ”











COREIA DO NORTE E O ARMAMENTO ATÔMICO



Bruna Marques, 06
Ellen Maria, 12
Jéssica Moura, 19
Jonathan Barbosa, 21Kelvin Lima, 24
Michelle Rocha, 27
ADM 3 AM


Sociologia – Edson Miranda










Barueri, Agosto de 2009




Introdução



O trabalho a seguir, tem por objetivo apresentar um assunto muito discutido em nossa sociedade eque a põe em risco: o armamento atômico, buscando através das notícias a respeito da produção na Coréia do Norte, esclarecer o que é uma arma atômica e quais são os impactos políticos e sociais dela em todo o mundo.



Arma Atômica



Uma bomba atômica é uma arma explosiva cuja energia deriva de uma reação nuclear e tem um poder destrutivo imenso — uma única bomba é capaz de destruir umacidade grande inteira

Seus efeitos são baseados na radioatividade, pois torna o solo infértil, causam problemas no funcionamento do organismo, originando mutações físicas e genéticas transmitidas por gerações e câncer.





Países que possuem Armas Nucleares



Os países que possuem armas nucleares são: EUA, Rússia, Inglaterra, França, China, Índia, Paquistão e Israel.

Sendo que osEUA, o mais conhecido devido ao ataque sobre o Japão em Hiroshima e Nagasaki.

Países com programa de Armamento Nuclear: Coreia do Norte e Irã.

Países que abandonaram o projeto: África do Sul, Iraque, Líbia.



Tratado de Não- Proliferação de Armas Nucleares


O Tratado de não proliferação de armas nucleares é um tratado entre estados soberanos assinado em 1968 Considerado pelos seussignatários como pedra fundamental dos esforços internacionais para evitar a disseminação de armas nucleares e para viabilizar o uso pacífico de tecnologia nuclear da forma mais ampla possível, paradoxalmente apoia-se no "princípio da desigualdade de direitos", e procurar congelar a chamada geometria do poder nuclear em nome da conjuração do risco de destruição da civilização.
Em sua origem tinhacomo objetivo limitar as armas nucleares dos cinco países que o assinavam - Estados Unidos, União Soviética, China, Grã-Bretanha e França. A China e a França, entretanto, não ratificaram o tratado até 1992.
Os cinco países citados são membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (como a União Soviética não existe mais, em seu lugar está a Rússia) estão obrigados, pelos termos dotratado, a não transferir armas nucleares para os chamados "países não-nucleares", nem auxiliá-los a obtê-las.
 
Acordo:
Até ao presente, 187 países ratificaram o documento, e nenhum deles se retirou do pacto, até à Coréia do Norte fazê-lo, em 2003.
Os signatários não-nucleares concordaram em não procurar desenvolver ou adquirir esse tipo de arma, embora possam pesquisar e desenvolver a energianuclear para fins pacíficos, desde que monitorizados por inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), sediada em Viena, na Áustria.
 
Monopólio:
Índia, Paquistão e Israel são não-signatários do tratado e acredita-se que tenham capacidade de produzir armas nucleares. A Índia tem criticado o monopólio nuclear perpétuo que o tratado representa. Em 1991 descobriu-se que o Iraqueestava violando o tratado, durante as inspeções da AIEA feitas após a Guerra do Golfo. Em 1994, o país detonou o que chamou de "artefato nuclear pacífico".
Mas o tratado teve seus efeitos. A África do Sul e toda a América Latina abandonaram toda a atividade nuclear não-pacífica. Até agora, os inspetores foram autorizados a visitar apenas lugares que tinham sido declarados por signatários do...
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