contador de historias

Páginas: 5 (1140 palavras) Publicado: 18 de junho de 2013
O filme mostra a vida de Roberto Carlos Ramos (Cleiton Santos, na idade adulta), pedagogo mineiro e um dos melhores contadores de história da atualidade.

Criado na Febem desde os seis anos de idade, aos 13 anos ele conhece a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros), que mudou sua vida radicalmente.

O filme mostra a vida de Roberto Carlos Ramos (Cleiton Santos, na idade adulta),pedagogo mineiro e um dos melhores contadores de história da atualidade.

Criado na Febem desde os seis anos de idade, aos 13 anos ele conhece a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros), que mudou sua vida radicalmente.


Se quando alguém te diz: “Hey, você já viu aquele filme sobre o contador de histórias?” a primeira coisa que vem à sua mente é o premiado filme com Tom Hanks,bem, então é hora de rever os seus conceitos. Ou talvez assistir a este excelente filme nacional, ainda em circuito nos cinemas do país.
“O Contador de Histórias”, filme do diretor Luiz Villaça (“Por trás do pano” e “Cristina quer casar”), conta a história, real, de Roberto Carlos Ramos, o mineiro que, tendo passado uma parte considerável de sua infância na FEBEM de Belo Horizonte, viu-se salvoda sina de criminalidade e morte que o esperava por uma senhora francesa, de muito bom coração e, talvez, uma quantidade muito pequena de bom senso.
Primeiro, vamos à história por detrás da história. Roberto Carlos Ramos era o filho mais novo de uma família com dez crianças. Sua mãe, lavadeira, com muito esforço sustentava a casa. Um dia, enquanto assistia televisão na casa de um dos vizinhos, queabria as portas a todos da favela por ser o único que possuia um televisor, a mãe de Roberto viu uma propaganda, claramente militar, sobre os benefícios da FEBEM como lugar de combate à marginalidade e à miséria infantil. Como a senhora só podia colocar um dos filhos na FEBEM, escolhe o caçula, então com seis anos, com as esperanças de que ele tenha escola, comida e uma cama própria, bem comocondições de se tornar doutor.
Se você pode acessar esta minha página, então sabe que a FEBEM nunca foi, nos anos em que existiu, esse oásis de civilidade e salvação. Muito pelo contrário. Como Margherit (a bela atriz portuguesa Maria Medeiros, que tem no currículo muitos filmes brasileiros – como “O xangô de Baker Street”, bem como filmes internacionais, como “Pulp Fiction”) diz num determinadomomento: se aquilo que a FEBEM está travando é uma guerra, então eles a estão perdendo.
Bem, depois de inúmeras fugas e recapturas, Roberto Carlos, 13 anos, é considerado irrecuperável. É quando uma pedagoga francesa, Margherit (Maria Medeiros) surge na FEBEM interessada em fazer uma pesquisa (parece-me que de história de vida, mas isso não vem ao caso) e tem seu destino misturado ao de Roberto.Conto essas coisas sem medo de estragar a história do filme porque é uma película biográfica. A história de Roberto Carlos Ramos, pedagogo e contador de histórias, pai adotivo de 13 crianças, é pública e notória, se sabe pelos livros. A beleza do filme então, não está em apresentar algo inédito: do contrário, é apresentar uma história conhecidamente tocante e de forma igualmente tocante. Oresultado, um filme de emocionar mesmo agora, quando o descrevo, quase uma semana depois de assisti-lo.

No filme, o papel de Roberto Carlos é desempenhado por três diferentes atores. Aos 6 anos, por Daniel Henrique; aos 13, por Paulinho Mendes e, aos 19, por Cleiton Santos. É ponto pacífico em todos os textos que li sobre o filme, a excelência das atuações dos garotos. Tanto Daniel como Paulinho (quese destaca mais por ter mais tempo na película) são fantásticos. Inclusive, é ele quem abre o filme, como uma cena pesada e dramática, que com muita facilidade cairia na pieguice. Mas não cai, graças ao diretor também, e muito por Paulinho, que tem a expressão certa, sem caricaturas, sem estereotipias.

Já que citeia competência de Luiz Villaça na cena inicial, acho justo ressaltá-la aqui....
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