Consepções minimas sobre insignificancia desejo e poder

829 palavras 4 páginas
CONSEPÇÕES MÍNIMAS SOBRE DESEJO, INSIGNIFICÂNCIA E PODER. Sueide Alves do Nascimento Kloster UNIP- Universidade Paulista

RESUMO: Este artigo tem por finalidade principal, demonstrar de forma concisa algumas concepções a cerca das diferenças e semelhanças expressas nos discursos empregadas no diálogo entre Michel Foucault e Gilles Deleuze, em Os intelectuais e o poder e o documentário 10% é mentira, sobre Manoel de Barros. Evidenciando a complexidade de um tema em oposição à simplicidade do outro; como diria Manoel: “insignificâncias”.

Palavras-Chaves: Desejo; Insignificâncias; Poder.

Pode parecer estranho, e até um tanto inusitado, mas após analisar os temas propostos para este escrito, é possível afirmar que tanto os intelectuais quanto Manoel falam do “poder”. Cada qual à sua maneira, guiados por um interesse ou desejo oculto no discurso.
Desde os tempos mais remotos o poder vem deixando as suas marcas. A divina criação, o poder de pensar, tomar decisões, transformar, destruir, dominar, etc. Pode-se afirmar que segundo as escrituras bíblicas, baseados na crença influenciada pelo poder do discurso, que quando Deus criou o homem e o deixou no paraíso, a serpente usou do poder do discurso para persuadir a Adão e Eva a comerem o fruto da árvore da sabedoria. Eles movidos pelo desejo de possuir o poder sobre o bem e o mal, desobedecem ao criador sem pensar nas conseqüências. “A serpente era o mais astuto dos animais criados por deus. [...] Não morrereis, disse a serpente, antes Deus sabe que abrir-se-ão seus olhos e se tornarão como Deus, conhecendo o bem e o mal”. (GENESIS 3.1-5) No entanto, é necessário lembrar que a Bíblia, é acima de tudo uma coleção de livros religiosos sem nenhum compromisso com a veracidade dos fatos.
O homem desde sempre desejou o poder, mesmo

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