Compreender a criança adoptada, a ligação com a mãe biológica

Páginas: 16 (3846 palavras) Publicado: 18 de maio de 2012
A ligação conr a rlr.ãe biológica

a /ìdar nrn unt estado ntuito especia! da ntãe, unta cotzdìção psiro/rígì;e íItle ü:ercrc ill|t tzüne, ïal canto PreouQação trIarerna/ Prìnát'ìa (...) A núe que desetzt'olr,e esre estado (...)farrtece an auttienïepãrri tI//e í/ con-rtituiç,10 da trìattça r0rìlc;e n t0,'ilar-!È et'ìdenle, pera que as tendêncìas
estanrcs

A

ntin/srt ïese í a dr qtrc.tturna

jtrineirafarc,

r/uem'alttinertlais contecen a desdobrar-se (...) Há a/go na ntãe de um l,eltá, algo que a rrtrna partica/arnÌenre apta la ra e proïecção t/o ser fì/ha tÌerÍr csrac/o de tr !ne r.tbilidade e qtie a rorste epaz de cant riltt ir ìrì L a tnente para
los
as nece-çsidades posìtiuas do beltí.

Donald S/innicorr

Donald $fiinnicott contribuiu em muito paraacompreensão dosprofundos laços que existem entre mãe e filho. Âfirmou mesmo que no começo da vida não
há um bebé. Há, pelo contrârio, um mãelbebé

- uma unidade
o

emocional, psi-

cológica, espiritual que

é

percebida por innrição.

bebé e a mãe, embora sepa-

ra-dos fisiologicamente, psicologicamente são apenas um. Nem é preciso dizer

que tal ideia tem uma importância tremenda paÍa a cíiançaque é retirada à sua mãe no momento em qlre nasce ou pouco tempo depois.

O nristerioso elo entre a mãe e a crianca
"

Exisle ttn grancl.e tazìo denlra de ntint, e precisa

d.e me

/igar

cz'm

0

pííssttLll. lsto serìa

a nzinlta mãe bioligica''. O adoptado que disse isto estava a dar voz ao que muitos

adoptados me disseram: por muito próximcs que estejam dos seus paisadoprivos, Ìrá Lrm espaço reservado paft L mãe que os fez nâscer. Parece haver mais na
Iigação biológica do que curiosidacie ou necessidacie cle informação.

Quando se lhes pergllnrâva porqlre queriam procufar os pais biológicos, os adoptados clavam frequentemente rrriÌa resposta social aceitável, tai como o
desejo de in{brmações cle saúc-le ou o irìtrresse rra genealogia. Contudo, quando fazíaumapergunta ma.is específica: "Qual dos progutitores praun'ararìa, se Ìircsse
qne

fazer unta

es co

Ì hc ?

" a maioria respond ra, " A rzãe". A razão tem

a

ver com Lrm

Compreender

a

criança adoptada

sentimento de ligação inconsciente com aqliele rnãe perdida que parece ser-lhrs tão profundr.
{ (

Quando se lhe pergiÌnroll parque procr-lrava a sua ,rnãe em vez do seupar, Valerie disse: " De cefia inaneira, /:á trna íigação ntaiïo nmìs paderolt c07?i e/a". A rcsposia de Jennrfer {oì: "0/t, elefoì apenas a/gaírn que E ã.Í}zau, A e/a í que estì:ae /ìgar/a" . perguntei a&arbaracomo é que ela rinha visto o meu anírncio nc jornal Quando
(a

l

pedir voh-rntários para a minha pesquisa). ela iespond et:. ''O/t, eu Ìeìo-os .rentpre, Conïìruo na esperançe de que untdìa apareçn uirt aruín;ìç de un.ta n'tal/ter nprocurar
alguínr aascìdc a 2 deJu/ho de lg
etru}nzalta, noNelsyaka,'. Talvez o testemunho mais amargo sobre es[a necessidade de restabelecer Ìigação com a mãe perdida tenha sido o que deu sandra, ao ,iizer

j),

a

"Acho que se.rìa it:tere.çs;nïe...
releiçãa

Lxú

iilesilgú

iettpti as.rattlsyosa. Há sempre o rueCo da

:: j ì;1, pr,,,;tt r.arìa a * jrcha rnãe. !{ãc co;tzitrc"enda portlaâ, fá Aae sern!,re peuseì que t";-ìL; ii;iertji,i.iiie ,/tcal;rìr se o rizeu f,aìfoi !'e'!í /it:enie wt rtriì:ie. Terá e/e jbìtt ãqüìi0 plt' :r'::ta cerrà ï"í.t E enl,ïo et poderia perctlter
E.çiatt enïye a espada
e

i

a pared.e. fi,í y,; 1;,;-,7,7"

defìtiitìuantente de anCe herdel as nzìnhes capecìdades artístìcas, Acho queserìafasctn/7i\ïe, hlas não seì. . . hií esse ìnzpzt/so para o BIT ala nzãe, 0 pai í una coisa muìïc maìs

inïelecttta/, e a niãe í entocìona/. Hrnnzmrn'm, ztanca pensei nìsso, . . nuita inleyessanle. "(e começou a chorar).

.

.

,4.
i !

rnãe e G priÍïìeiro prestador de cuidacÌos rnaterruais

Cutrosc qLÌe rarairÌente na literaturapsiqr,riátrica, taaio qLÌânroprlde deterrninar, se faz alguma...
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