Codigo ISPS

Páginas: 12 (2918 palavras) Publicado: 15 de maio de 2014


Curso de Gestão de Transportes e Logística
"Security da cadeia logística internacional"











Trabalho realizado no âmbito da cadeira de Segurança nos transportes

Ano académico de 2013/2014

Discentes:
Guilherme Costa 10839Marco Gonçalves 10849
Cláudia Dias 10877



Índice


















1. Forças
Quadro de Normas SAFE promovido pela Organização Mundial de Alfândegas
Papel da Alfândega e o daOrganização Mundial das Alfândegas (OMA)
A Organização Mundial das Alfândegas (OMA) conta atualmente com 178 países membros que representam 99% do comércio mundial e de que Portugal é membro fundador desde 1952, sendo os seus instrumentos aplicados à escala mundial.
A sua estratégia para as alfândegas define:
A promoção do desenvolvimento socioeconómico, através da criação de condições favoráveis aocrescimento económico;
Proteção dos cidadãos, no controlo das fronteiras e na garantia da segurança, através de procedimentos aduaneiros simples e normalizados, com recurso a sistemas eletrónicos.
Deste modo, também em matéria aduaneira o tema da segurança além de debatido, tem sido objeto de normas e procedimentos que visam garantir a segurança da cadeia logística internacional, querrelativamente às mercadorias, quer aos meios de transporte que as transportam.
Quadro de Normas Safe (QNS)
O QNS foi criado pela OMA e respetivos Estados-membros, em estreita colaboração com as organizações internacionais e com a comunidade empresarial internacional.
A implementação do QNS veio contribuir positivamente para o desenvolvimento económico e social, tendo um efeito dissuasivo na luta contrao terrorismo internacional, permitindo a cobrança de receitas com mais segurança e favorecendo a facilitação do comércio ao nível mundial.
O QNS é composto por um núcleo de quatro elementos, a referir:
Envio eletrónico antecipado para as alfândegas, das informações relativas à carga (importada, exporta ou em trânsito) que os navios transportam;
I. Os países comprometem-se a aplicar medidasconsistentes de gestão de riscos, a fim de utilizar as informações prévias para identificar as remessas de alto risco e responder às ameaças de uma forma segura;
II. As remessas de alto risco são sujeitas a inspeções de pré-embarque através de equipamentos de deteção não intrusivo (aparelhos de raios X de larga escala e detetores de radiação);
III. Definição dos benefícios que as Alfândegasatribuem às empresas que cumpram os requisitos mínimos de segurança da cadeia logística.

O QNS, baseada neste no núcleo de quatro elementos anteriormente descritos, assenta sobre dois pilares, a referir:
I. Alfândega-Alfândega: O princípio deste pilar é o uso de informações prévias transmitidas por via eletrónica para a identificação dos contentores e das cargas de alto risco, através da utilizaçãode ferramentas automatizadas de determinação de risco;
II. Empresa- Alfândega: O foco principal deste pilar é a criação de um sistema internacional de identificação de empresas privadas, que oferecem garantias de alto nível de segurança ao longo da cadeia logística. Levando a que estas empresas tenham um processamento de mercadorias mais eficaz.

Dois Pilares
Alfândega – Alfândega
(11Normas)
Empresa - Alfândega
(6 Normas)
1. Gestão Integrada da Cadeia Logística
1. Parceira
2. Prorrogativas de Inspeção de mercadorias
2. Segurança
3. Tecnologia Moderna no Equipamento de Inspeção
3. Benefícios
4. Sistema de Gestão de Risco
4. Tecnologia
5. Contentor ou remessas de alto Risco
5. Comunicação
6. Informação Eletrónica Antecipada
6. Facilitação
7. Focalização e Comunicação...
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