Ciência, Religião e Filosofia

942 palavras 4 páginas
ENSINAR A ALEGRIA

Neste capítulo encontramos uma análise interessante sobre o prazer de ensinar, pois o professor estando repleto de conteúdo, na forma de conhecimento, transfere este conhecimento a seus alunos, e desde que, também, consiga transmitir a eles o prazer no aprender. Este processo completaria então os dias eliminando a tristeza de vê-los passar sem nada poder fazer.
O professor é o pastor da alegria. A alegria de ensinar que o professor mesmo diante das circunstâncias problemáticas que enfrenta no cotidiano, deve ensinar as disciplinas aos alunos de forma divertida, lhes apresentando os conteúdos, promovendo sempre o prazer em descobrir o novo, tornando o ambiente, ou seja, a sala de aula acolhedora, para que os alunos se sintam seguros e consequentemente venham a desenvolver melhor sua aprendizagem.

ESCOLA E SOFRIMENTO

Aqui o autor descreve o sofrimento dos alunos que frequentam as escolas onde existe o “totalitarismo do conhecimento”, onde uma classe dominante, de professores e administradores se impõe sobre os alunos, a classe dominada. O importante não é quem sabe mais ou o que, e sim o conhecimento em si e não o significado deste para os alunos. Isso acaba trazendo “sofrimento” aos alunos na escola, e até mesmo traumas. Nós educadores e transmissores de alegria devemos tanto ensinar quanto aprender com os alunos. Devemos desenvolver a alegria do aprender com os alunos e menos a postura do “aprenda e não discuta”.

A LEI DE CHARLES BROWN

Em uma tirinha do Charles Brown, o autor questiona como o processo de aprendizagem é transmitido de geração em geração, da mesma forma, sem questionamentos. Na tirinha podemos observar que o que importa para as crianças é tirar notas boas para conseguirem passar de ano, e não o conteúdo trabalhado e o conhecimento alcançado. Este fato, considerado um absurdo pelo autor, soa engraçado o que justifica a tirinha. O autor comenta também que o processo atual de ensino cria um exército

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