Capitulo 3 do livro: Ciência Política

Páginas: 11 (2669 palavras) Publicado: 13 de janeiro de 2014
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Capitulo 3 do livro: Ciência Política
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Universidade Federal do Tocantins (UFT)
Palmas - 2013

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Sumário
A Sociedade e o Estado

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1. Conceito de Sociedade
2. A interpretação organicista da Sociedade
3. A réplica mecanicista ao organismo social4. Sociedade e Comunidade
5. A Sociedade e o Estado
6. Conceito de Estado
6.1. Acepção filosófica
6.2. Acepção jurídica
6.3 Acepção sociológica
7. Elementos constitutivos do Estado

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1.Conceito de sociedade

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Em geral, como menciona um sociólogo americano a palavra sociedade existe para
referir “todo o complexo derelações do homem com seus semelhantes”. No entanto, é
importante mencionar autores que são contra aquilo que em geral se denomina sociedade
(Sanchez Agesta e Maurras). Sanchez afirma não haver Sociedade, “termo abstrato e
impreciso, mas Sociedades, uma pluralidade de grupos da mais diversa espécie e coesão
e o segundo, Sociedade de sociedades e não Sociedades de indivíduos.
Contudo, dois conceitossobre sociedade são importantes, de forma que, remetem
formulações opostas sobre o fundamento do social. Nesse caso, citaremos dois autores.
Toennies, diz ser Sociedade um grupo derivado de um acordo de vontades, de
membros que buscam, mediante o vínculo associativo, um interesse comum impossível
de obter-se pelos esforços isolados dos indivíduos, esse conceito é irrepreensivelmentemecanicista.
Del Vecchio, no entanto, entende por Sociedade o conjunto de relações mediantes as
quais vários indivíduos vivem e atuam solidariamente em ordem a formar uma entidade
nova e superior, oferece-nos ele um conceito de sociedade basicamente organicista.

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2.A interpretação organicista da Sociedade

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Os organicistas procedem de doutrinas trabalhadas por Platão e Aristóteles, esseacredita que a natureza fez do homem o “ser político”, que não pode viver fora da
Sociedade. Ou seja, os instintos egocêntricos e altruístas que governavam a condição
humana, o instinto de preservação da espécie, fazem porém que o homem seja
eminentemente social.
No entanto Del Vecchio apresentou o problema desse pensamento, e nos dá o
conceito: “Reunião de várias partes, que preenchem funçõesdistintas e que, por sua ação
combinada, concorrem para manter a vida do todo". Dizer meramente que pelo fato do
homem ser social ou precisar da Sociedade para viver, não significa que já se haja
caracterizado uma posição organicista ou mecanicista. De certa forma, se a existência da
Sociedade importa numa realidade nova e superior, subsistente por si mesma, temos o
organicismo.
Osorganicistas, por varias vezes, compreendem posições direitistas e
antidemocráticas, ao autoritarismo, às justificações reacionárias de poder, à autocracia,

até mesmo quando se dissimulam em concepções de democracia orgânica. Até mesmo
Rousseau, um democrata doutrinário, apropriou-se da teoria afirmando, uma vez que o
poder popular assim concebido sob a divisa da "vontade geral” acabaria gerando ochamado despotismo das multidões. Nesse caso temos a exceção radical de um
organismo democrático desembocando todavia no autoritarismo do poder, a ditadura dos
ordenamentos políticos.
Estimam o social porque veem na Sociedade o fato permanente, a realidade que
sobrevive, a organização superior, o ordenamento que, desfalca dos indivíduos na
sucessão dos tempos, no lento desdobrar das gerações,sempre persiste, nunca
desaparece, atravessando o tempo e as idades. Os indivíduos passam, a Sociedade fica.
Existem duas modalidades no organicismo que distinguem alguns autores, são essas
materialista e idealista. Na primeira entra a concepção organicista de Augusto Comte,
Spencer, Bluntschli e Schaeffle. No organicismo ético e idealista, apresenta a concepção
de Savigny, acerca do...
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