Biologia celular

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ELCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA
A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior na medula espinhal. Esses neurônios são células nervosas especializadas que, ao perderem a capacidade de transmitir os impulsos nervosos, dão origem à doença. A degeneração das células da ponta anterior da medula leva há atrofias musculares, a paresia flácida e diminuição ou ausência de reflexos, pois fazem parte do sistema nervoso periférico. Já a degeneração dos feixes piramidais
(responsáveis pelo inicio do movimento) irá causar paresia espástica e hiperreflexia e redução da velocidade de condução nervosa, devido a estes feixes fazerem parte do sistema nervoso central. Que resultará numa insuficiência respiratória e motora .
Sintomas
O principal sintoma é a fraqueza muscular, acompanhada de endurecimento dos músculos (esclerose), inicialmente num dos lados do corpo (lateral) e atrofia muscular (amiotrófica), mas existem outros: cãibras, tremor muscular, reflexos vivos, espasmos e perda da sensibilidade.
Diagnóstico
A doença é de difícil diagnóstico. Em grande parte dos casos, o paciente passa por quatro, cinco médicos num ano, antes de fechar o diagnóstico e iniciar o tratamento. Tratamento
O tratamento é multidisciplinar sob a supervisão de um médico e requer acompanhamento de fonoaudiólogos, fisioterapeutas e nutricionistas.
A pesquisa com os chamorros serviu de base para o desenvolvimento de uma droga que inibe a ação tóxica do glutamato, mas não impede a evolução da doença. Os experimentos em curso com animais apontam a terapia gênica como forma não só de retardar a evolução, como possibilidade de reverter o quadro.
Na Fisioterapia:
A Fisioterapia neuromotora visa regular o tônus muscular e a introdução de movimentos automáticos e voluntários a fim de preparar para os funcionais. Devese começar o mais breve possível para tentar reverter

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