Atresia de esôfago - pré e pós operatório

Páginas: 9 (2234 palavras) Publicado: 22 de junho de 2012
MAYANI THAIS LOPES

ATRESIA DE ESÔFAGO
PLANO DE CUIDADO NO PRÉ, TRANS E PÓS-OPERATÓRIO

SUMÁRIO

ATRESIA DE ESÔFAGO 4
DIAGNÓSTICO E MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS 4
CONDUTA TERAPÊUTICA 5
TRATAMENTO CIRÚRGICO 6
PLANO DE CUIDADO NO PRÉ, TRANS E PÓS-OPERATÓRIO 6
CONSIDERAÇÕES DE ENFERMAGEM 6
PRÉ-OPERATÓRIO 7
Em relação à criança 7
Em relação aos familiares 8
TRANS-OPERATÓRIO 8
Emrelação à criança 8
Em relação aos familiares 8
PÓS-OPERATÓRIO - PO 8
Em relação à criança 8
Em relação aos familiares 9
COMPLICAÇÕES NO PÓS-OPERATÓRIO 10
RESULTADOS E PROGNÓSTICO 10
ANEXO 1 – SAE: RN SUBMETIDO À CIRURGIA DE ATRESIA DE ESÔFAGO COM FÍSTULA TRAQUEOESOFÁGICA. 11
BIBLIOGRAFIA 12

ATRESIA DE ESÔFAGO

É a mais freqüente das malformações congênitas do esôfago, noentanto, são raras as ocorrências. Representam a incapacidade do esôfago de se desenvolver como uma passagem contínua, podendo ocorrer como entidades separadas ou em combinação.
A incidência estimada é de 1 em 3500 nascidos vivos, sendo a maioria prematuros, apresentando seu peso significativamente menor do que a média (WHALEY & WONG, 1999).
São rapidamente fatais sem diagnóstico e tratamentoprecoces, mas apresenta bons resultados com correção cirúrgica, e requer não só a participação de profissionais bem treinados como uma infra-estrutura adequada para o tratamento do recém-nascido operado.
Os tipos clássicos de atresia de esôfago, segundo WHALEY & WONG (1999) e BARBIERI & KODA (1996), são:
1. Atresia com fístula traqueoesofágica - FTE (80 a 95%): o segmento esofágicoproximal termina em bolsa cega, e o segmento distal esta conectado a traquéia ou brônquio principal por uma pequena fístula na bifurcação ou próximo a ela.
2. Atresia sem fístula (5 a 8%): bolsa cega em cada extremidade, amplamente separada e sem qualquer comunicação com a traquéia.
3. Atresia com fístula proximal (rara)
4. Atresia com dupla fístula (rara)
5. Fístula esofagotraquealsem atresia ou fístula em H

DIAGNÓSTICO E MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
O diagnóstico da atresia de esôfago é feito pela impossibilidade de se progredir a passagem de sonda em direção ao estomago. A confirmação do diagnóstico pode ser feita através de radiografia do corpo inteiro, após injeção de ar pela sonda e com isso, presença ou ausência de ar no estomago e intestino, evidenciando a atresia,possíveis complicações respiratórias aspirativas, tais como atelectasia e pneumonia e permite diagnóstico de obstrução intestinal associada.
Figura 1: Recém-nascido pré-termo com atresia de esôfago. Observar a salivação abundante aerada.
Logo após o nascimento, o RN apresenta salivação abundante (Figura 1), acompanhada de crises de tosse (após mamada, o leite é aspirado ou retorna através do narize da boca), cianose e asfixia. Apresenta também apnéia, aumento da angustia respiratória após alimentação e debate-se subitamente.
No exame físico, revela a presença de distensão abdominal, devido à passagem de ar da traquéia para o estômago e intestino. Ao contrario, nos casos sem fístula o abdome é escavado.

CONDUTA TERAPÊUTICA
O tratamento consiste em prevenção da pneumonia e reparocirúrgico da anomalia.
Quando há FTE, a ingestão oral é imediatamente interrompida, são administrados líquidos IV, e o lactente é colocado na posição mais conveniente, para que seja evitada a ocorrência de aspiração das secreções da boca ou do estômago. A remoção das secreções da boca e da bolsa superior exige aspiração freqüente ou contínua. Como a pneumonia por aspiração é quase inevitável e surgeprecocemente, institui-se uma antibioticoterapia de amplo espectro.
De acordo com BARBIERI & KODA (1996), a sobrevida na atresia de esôfago esta diretamente relacionada com o peso, anomalias congênitas associadas e pneumonia, definindo-se três grupos de risco:
* GRUPO A – RN com peso acima de 2.500g e boas condições clínicas.
* GRUPO B – RN com peso entre 1.800 a 2.000g e boas...
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