atividade 2

Páginas: 5 (1011 palavras) Publicado: 22 de janeiro de 2015
No Brasil, o primeiro março da educação especial ocorreu no período imperial. Em 1854, Dom Pedro II, influenciado pelo ministro do Império Couto Ferraz, admirado com o trabalho do jovem cego José Álvares de Azevedo que educou com sucesso a filha do médico da  família imperial, Dr. Sigaud, criou o Imperial Instituto dos Meninos Cegos. Em 1891 a escola passou a se chamar Instituto BenjaminConstant - IBC.
Em 1857, D. Pedro II também criou o Instituto Imperial dos Surdos-Mudos. A criação desta escola deve-se a Ernesto Hüet que veio da França para o Brasil com os planos de fundar uma escola para surdos-mudos. Em 1957 a escola passou a se chamar Instituto Nacional de Educação de Surdos – INES. Ainda no período imperial, em 1874, iniciou-se o tratamento de deficientes mentais no hospitalpsiquiátrico da Bahia (hoje hospital Juliano Moreira). 
No primeiro, durante o Brasil Império, as pessoas com deficiências mais acentuadas, impedidas de realizar trabalhos braçais (agricultura ou serviços de casa) eram segregadas em instituições públicas. As demais conviviam com suas famílias e não se destacavam muito, uma vez que a sociedade, por ser rural, não exigia um grau muito elevado dedesenvolvimento cognitivo.
No segundo momento, ao mesmo tempo em que surgia a necessidade de escolarização entre a população, a sociedade passa a conceber o deficiente como um indivíduo que, devido suas limitações, não podia conviver nos mesmos espaços sociais que os normais – deveria, portanto, estudar em locais separados e, só seriam aceitos na sociedade aqueles que conseguissem agir o mais próximoda normalidade possível, sendo capazes de exercer as mesmas funções. Marca este momento o desenvolvimento da psicologia voltada para a educação, o surgimento das instituições privadas e das classes especiais.
Em 1973, o MEC cria o Centro Nacional de Educação Especial – CENESP, responsável pela gerência da educação especial no Brasil, que, sob a égide integracionista, impulsionou ações educacionaisvoltadas às pessoas com deficiência e às pessoas com superdotação, mas ainda configuradas por campanhas assistenciais e iniciativas isoladas do Estado.
Nesse período, não se efetiva uma política pública de acesso universal à educação, permanecendo a concepção de “políticas especiais” para tratar da educação de alunos com deficiência. No que se refere aos alunos com superdotação, apesar do acessoao ensino regular, não é organizado um atendimento especializado que considere as suas singularidades de aprendizagem.
A Educação Inclusiva tem sim seus aspectos válidos e benéficos como também aponta seus aspectos negativos, pois estamos tratando de línguas distintas e que convivem em um mesmo ambiente simultaneamente.
Podemos destacar pontos positivos tais como: • A Lei 9394/96 defende que aeducação é para todos, sendo assim o surdo é ser humano e precisa receber educação de qualidade, de acordo com suas especificidades;
• O surdo pode e deve estar inserido numa escola que não seja destinada apenas para surdos, precisa manter contato com o mundo ouvinte (já que a maioria das pessoas o são e isto é inevitável e inegável que aconteça), porém no ambiente escolar a interação entreouvinte e surdos se dá de maneira informal e principalmente quando crianças, pois os pequeninos não têm incrustados na mente o preconceito, fazendo com o surdo (desde já trabalhado nesta perspectiva) se aceite como surdo e sinta na prática que a interação entre ambos (surdos e ouvistes) pode acontecer, interações estas que não serão apenas no momento ensino-aprendizagem, mas no ato de brincar e sesentir aceita;
assim apresento os pontos negativos da Educação Inclusiva: • Quantitativo que profissionais (professores) que abraçam a causa, estudam e se inteiram é ínfimo como já citado anteriormente;
• Pessoa que se dizem intérpretes, com formação mínima, pouco contato com a Comunidade Surda, e uso frequente de Português sinalizado;
• Resistência da direção da escola em aceitar o Intérprete...
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