As guerras na europa (séc xvii) e a influência das mesmas na formação do estado e no colonialismo

Páginas: 9 (2196 palavras) Publicado: 3 de junho de 2011
SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
NOME DO CURSO

SOLANO RODRIGO MARTINS FERREIRA FRANÇA

AS GUERRAS NA EUROPA (SÉC XVII) E A INFLUÊNCIA DAS MESMAS NA FORMAÇÃO DO ESTADO E NO COLONIALISMO

Nova Friburgo
2011

SOLANO RODRIGO MARTINS FERREIRA FRANÇA

AS GUERRAS NA EUROPA (SÉC XVII) E A INFLUÊNCIA DAS MESMAS NA FORMAÇÃO DO ESTADO E NO COLONIALISMOTrabalho apresentado ao Curso HISTÓRIA da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas História da África, História da América I, História do Brasil I, Historia Moderna I e Seminário III.

Nova Friburgo

2011

AS GUERRAS NA EUROPA (SÉC XVII) E A INFLUÊNCIA DAS MESMAS NA FORMAÇÃO DO ESTADO E NO COLONIALISMO

INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo abordar as condiçõeshistóricas da Europa e da América, com ênfase no Brasil do século XVII, mediante as análises das guerras no continente europeu entre os Países Baixos e a Espanha, analisando a formação do Estado Espanhol e seus interesses colonialistas na América Espanhola, bem como as guerras e invasões holandesas na África e no Brasil repercutindo ao tráfico negreiro.

AS GUERRAS NA EUROPA (SÉC XVII) E AINFLUÊNCIA DAS MESMAS NA FORMAÇÃO DO ESTADO E NO COLONIALISMO

Os Países Baixos, desde a segunda metade da Idade Média, formaram-se numa região de grande projeção econômica, cujas oficinas têxteis desfrutavam inigualável prestígio internacional. Assim formou-se nos Países Baixos, uma importante burguesia mercantil, uma das mais progressistas da Europa.
Essa situação se distorceprofundamente com a ascensão de Filipe II ao trono, que herdou do pai não somente o reino espanhol mais também os Países Baixos. A razão da distorção explica-se por dois motivos básicos: em primeiro plano, o advento do protestantismo, de seguimento calvinista, tinha polarizado o mundo cristão no século XVI, provocando intermináveis conflitos entre católicos e protestantes. Nos Países Baixos, em razão daascendência burguesa, difundiu-se rapidamente o calvinismo, ao passo que a Espanha mantinha-se intensamente católica. Filipe II era reconhecido como o mais importante e o mais devotado monarca católico. Em segundo plano, Filipe II era um rei absolutista. Assim, com a sua chegada ao trono terminou o período de benevolência mediante aos Países Baixos. O novo monarca pôs fim à tolerância religiosa esubstituiu os governantes nativos por administradores espanhóis de sua mais total confiança, submetendo os Países Baixos diretamente à Espanha.
  A reação nos Países Baixos foi adjacente: com a eclosão de revoltas por toda parte. Com o intuito de reprimi-las, Filipe II enviou tropas espanholas sob o comando do violento duque de Alba (Fernando Alvarez de Toledo).
No embate a essa violênciaespanhola uniram-se dezessete províncias dos Países Baixos para uma resistência mais eficaz. Todavia, a luta anti-católica, anti-absolutista e anti-espanhola dos Países Baixos começou a tomar, com o tempo, uma conotação mais radical e passou a ameaçar a própria ordem social. A nobreza e os ricos comerciantes sentiram-se ameaçados em seus privilégios pela crescente participação popular na rebeliãoanti-espanhola, sobretudo nas províncias do sul - Bélgica atual. Almejando de evitar o agravamento dessa tendência indesejável para a camada dominante, as províncias do sul resolveram abandonar a luta e submeteram-se aos espanhóis em 1579. No entanto, continuaram a resistir as sete províncias do norte, que formaram a União de Utrecht, em 1581, e não mais reconheceram o comando de Filipe II.
Emsua investida contra a Espanha, a Holanda foi amparada ativamente pela Inglaterra. Assim, devido à tenaz resistência holandesa e à ampliação do conflito, a Espanha finalmente aceitou uma trégua - a trégua dos 12 anos: de 1609 a 1621 –, que foi, na prática, o reconhecimento da independência da Holanda.
“Naturalmente, a aritmética não é tudo. Por certo é verdade que os calvinistas sozinhos...
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