Arquitetura Romana

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FORMAS DO RELEVO/TEXTO BÁSICO/63 que as falhas jamais se formam de um modo isolado numa área qualquer. Pouco antes ou durante o processo de falhamentos, a região sofre intensa fraturação tectónica (fraturas, também chamadas diaclases ou juntas ,tectônicas). Nos lugares onde se processaram as falhas principais, pode ocorrer apenas um alinhamento de rochas modificadas peia forte fricção dos blocos que se deslocaram à força.
Os diversos tipos de falhas formados ern uma área sujeita à ação da tectónica quebrável compõem um sistema regional de falhas ou uma família de fathamentos. Tais sistemas ou famílias de falhas englobam falhas principais (as de maior deslocamento e extensão), falhas secundárias ou complementares (aquelas que completam o esquema de deslocamento centra- lizado pela falha principal) e falhas vicariantes ou em tesoura, que são descontínuas no terreno.
Em seu conjunto, os sistemas regionais de falhas podem ter arranjos muito especiais, comportando padrões paralelos (fossas tectônicas, falhas em escadaria, montanhas de blocos falhados alongados), padrões radiais (falhas de irradiação centrífuga, falhas cruzadas) e padrões concêntricos (falhas associadas, parte radiais e parte concêntricas). Numerosos são os casos em que os sistemas regionais de falhas associam-se a complexos fenómenos de vulcanismo regional.
Ao longo do tempo geológico, os sistemas regionais de falhas podem comportar fases de reativação tectónica sucessiva. Quando em áreas de antigas falhas ocorrem retomadas de falhamentos, copiando parcialmente o tectonismo anterior, diz-se que estão se processando falhas reativadas, ou ainda, fenómenos de tectónica resídua/. Muitas áreas sujeitas à ação de terremotos intensos não passam de locais sujeitos à atuação da tectónica residual. Para a geomorfologta interessa conhecer as formas de relevo associadas aos falhamentos e o desenvolvimento das feições erosivas sobre os blocos falhados. Em outros termos, o essencial, no caso, são as relações

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