Análise Quijano

1235 palavras 5 páginas
Primeiramente o texto do autor Aníbal Quijano – O autor começa argumentando que o termo de globalização é um processo que teve seu início graças à constituição da América e o capitalismo colonial, principalmente advindo das novas potencias euro centradas. Dessa forma, a constituição de um Euro centrismo definido como a classificação social da imposição do poder à população corrobora para a denominação de critérios de raça, principalmente por essa experiência da expressão de dominação colonial pelas potencias globais numa racionalidade específica. Entretanto, o foco do autor é explicar como, a partir dessa denominação colonial do euro centrismo contribuiu para as implicações do colonialismo a partir das potencias, na história da América Latina. Até mesmo a questão trabalhista se enquadrava nesse conceito de subordinação colonialista, foram desenvolvidas novas formas de trabalho. Até a estrutura de estoques, fontes e produtos consistia em uma manifestação historicamente da articulação colonialista em um controle de trabalho a serviço das potências que detinham capital consolidando assim o chamado “world capitalismo”. Com a concepção de raça definida existem identidades que são produzidas a partir dessa nova estrutura global do controle da divisão trabalho, assim existe uma relação entre esse controle e o aspecto de raça, que são mutualmente enfatizados, embora sejam independentemente coexistentes. Ele dá exemplos como o da escravidão negra e da América Espanhola, em que os brancos nascidos na américas diferenciavam suas atividades daqueles que eram nascidos na Europa. Dessa forma, essa expansão colonial de dominação acabou por formar diversas identidades sociais dificilmente definidas em critérios de raça ou etnias, a partir das miscigenações entre brancos europeus, índios, mestiços, negro entre outros. Apesar disso, essas diferentes identidades caracterizaram uma divisão muitas vezes natural do controle de trabalho dos grupos dominados. Não somente dos postos

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