Antropologia Jurídica

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Sempre foram alvos de busca da Antropologia as culturas formadoras da humanidade. No campo do Direito a Antropologia social é importante para se fazer pensar sobre os processos culturais e as diferentes estruturas sociais. E em um país tão miscigenado como o Brasil, para a área jurídica é imprescindível saber respeitar as diferentes culturas, crenças e religiões, pois esses fatores que nos diferem não devem gerar desigualdades. Além da aplicação da lei, deve-se levar em conta o “ser humano’, e pela ótica antropológica saímos da individualização e partimos para o “outro”, para a coletividade e suas múltiplas culturas, permitindo devolver a responsabilidade social aos indivíduos.
No texto Antropologia criminal, vemos que na origem da Antropologia, ainda era confuso o campo de atuação dessa ciência, e ao estudar partes materiais e biológicas se desvencilharam do foco, que é a personalidade humana, quando buscavam definir um perfil físico de um futuro criminoso. Mas como toda a ciência busca explicar, encontrar soluções, e reavaliações dos próprios resultados, essa forma antiquada foi logo afastada. É possível que por Charles Darwin ter êxito em suas pesquisas sobre a evolução das espécies, este médico italiano Cezare Lombroso quis traçar o mesmo caminho, recorrendo à parte biológica para explicar algo comportamental.
A formação da personalidade do indivíduo está ligada aos vínculos que ele possui, e neste âmbito serão encontradas as causas que influenciaram a pratica do delito.
Enfim, a partir do momento em que o campo jurídico se espelha na Antropologia para analisar o homem, ele está respeitando o princípio da dignidade da pessoa humana, onde apesar existindo grande disparidade cultural, o Direito representará seu papel social sem fazer distinções, e sim com responsabilidade e consciência.
Antropologia e as culturas, são formas do ser-humano e esta em ampliar a sua dimensão do mundo de forma a perceber que não a culturas melhores ou piores, mas diferentes que

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