Análise do livro: o que é a história, e. h. carr

Páginas: 21 (5197 palavras) Publicado: 3 de outubro de 2012
Análise Crítica da Obra:
QUE É HISTÓRIA?
de
E.H.Carr
 Universidade de Brasília, Setembro de 2000, IH - Departamento de História, Disciplina: Introdução ao Estudo da História, Professor: Roberto Baptista Júnior
 
por
Marcus Valerio XR
98/53596
 
 
Introdução
Sobre o Prefácio à Segunda Edição
Sobre as ANOTAÇÕES PARA UMA SEGUNDA EDIÇÃO DE QUE É HISTÓRIA
Sobre o capítulo I. OHISTORIADOR E SEUS FATOS
Sobre o capítulo II. A SOCIEDADE E O INDIVÍDUO
Sobre o capítulo III. HISTÓRIA CIÊNCIA E MORALIDADE
Sobre os capítulos IV. A CAUSA NA HISTÓRIA
e V. HISTÓRIA COMO PROGRESSO
Sobre o capítulo VI. O ALARGAMENTO DO HORIZONTE e Conclusão
 
 
INTRODUÇÃO
Na condição de um Universitário autêntico com amplas ambições acadêmicas e intelectuais, me reservo ao direito de jamais produzirsimples resumos ou fichamentos mas sim trabalhos críticos e analíticos. Por isso utilizarei esta tarefa como mais uma oportunidade de desenvolver um exercício de pensamento.
Tive a grata surpresa de reconhecer na obra "Que é História" de E.H.Carr, um dos melhores livros que já li, e é com prazer que pretendo elaborar aqui algumas relações entre o pensamento deste autor e o meu próprio, uma vezque a quase total ausência de discordâncias entre nós tornaria uma aborgadem crítica simples pouco produtiva.
Já na minha adolescência, quando frequentava as aulas de doutrina Espírita Kardecista para jovens, tomei contato com a idéia de uma Evolução Helicoidal. Hoje, sendo um indivíduo desvinculado de qualquer linha de pensamento específica, aperfeiçoei esta idéia e chequei a conclusão que uma"Evolução", Progresso, Crescimento ou seja lá o que for, se dá sempre de forma irregular.
Um retrocesso completo é impossível. Por mais que alguém tenha esquecido todo o conteúdo do que aprendeu em determinada matéria escolar, pelo menos uma impressão sobre o assunto fica, assim sendo, nunca ocorre uma verdadeira "volta a estaca zero". Dessa forma não conseguimos retroceder no sentido absoluto, mastemos sim retrocessos relativos, alguns dos quais monumentais.
Nossa experiências passadas nos permitem certas escolhas, podemos ver um doloroso e traumático evento como uma produtiva lição com a qual aprendemos e crescemos, podemos também nos lamentar e desejar voltar ao passado para desfaze-la, ou reprimi-la no inconsciente arcando com todas as possíveis consequências psicológicas.
Entrevalorizar a experiência como uma fonte de desenvolvimento ou sofrer inutilmente por ela, eu escolho a primeira opção. O mesmo é válido para um fato histórico, acho preferível valorizá-lo como acontecimento produtivo no sentido de aprendizado ao invés de simplesmente ver nele um motivo de lamúria ou de saudosismo.
Quero dizer com isso que: Ver um processo positivo ou negativo na história é antes detudo uma questão de escolha pessoal, e por esse caminho eu reconheço que apesar de períodos tenebrosos de retrocesso relativo, o "saldo histórico final" pode ser visto sem problemas como um processo de crescimento.
Concordo que o historiador não deve colocar no seu trabalho uma epistemologia baseada num desses pressupostos, ou pós-supostos. Que deva evitar fazer uma história de característicasevolutivas ou involutivas evidentes por si próprias. Concordo também que não se atreva a fazer previsões com a autoridade de um profeta e que por conseguinte não julgue os eventos com base numa perspectiva ética qualquer.
Mas considero impossível a um Ser Humano Pensante, dotado de Livre Arbítrio, Razão e Emoção, que não tenha uma impressão pessoal do processo histórico, e considero desejável queexpresse sua opinião.
O senso comum, a população em geral, emite opiniões e julgamentos em quantidades assombrosas, cujo uma parcela equivalente a percentagem de estrelas no céu que não piscam, são baseadas numa investigação racional e coerente. Se o estudioso sério se exime de emitir suas próprias opiniões deixa tal espaço aberto exatamente para os estudiosos não sérios e os que nem sequer podem...
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