Administração científica e a escola clássica

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Sempre que nos propomos analisar criticamente a obra de um autor é importante considerar o momento histórico em que a mesma foi elaborada e os condicionantes estruturais e conjunturais da época. Não é incomum haver críticas contundentes a determinados pensadores absolutamente desfocadas da realidade nas quais os trabalhos foram elaborados e à luz de uma outra realidade. Este é um processo simplista e reducionista e invariavelmente demonstra uma pobreza espiritual, e, sobretudo intelectual, deste tipo de crítico contumaz.
Evidentemente que estas observações não são válidas quando partem de um debate sobre as bases ou sobre os postulados que alicerçam determinadas teorias ou posições ideológicas e que são absolutamente necessárias ao progresso das diversas áreas e que fazem parte do processo de construção do conhecimento.
Feita esta ressalva vamos discutir em poucas linhas, o que é bastante difícil para sermos generosos, a principal obra do principal expoente da chamada Administração Científica: Princípios de Administração Científica de Frederick Wislow Taylor (1854-1915) e a obra mais significativa do fundador da Escola Clássica: Administração Industrial e Geral de Henri Fayol (1841-1925).
A grande contribuição de Taylor à teoria da administração data do início do século XX e sua principal obra, Princípios de Administração Científica, foi publicada em 1911.
Cabe ressaltar que este foi um período marcado por uma intensa competição internacional decorrente fundamentalmente de um processo de abertura comercial, ampliação dos mercados e de significativos avanços no campo tecnológico. Este movimento resultou em um importante processo de fusões e incorporações de organizações sem precedentes até então na história. As organizações se agigantavam pois precisavam obter economias de escala para competir em diversos locais do mundo e internalizar, sobretudo em seus processos produtivos, o mix de inovações tecnológicas que crescia em velocidade espantosa.
De um outro lado,

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