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O filme "Vida de Inseto" retrata a relação "formiga-gafanhoto", que pode ser metaforicamente transferida para a realidae "elite-massas" do mundo atual. As formigas, que no filme eram manipuladas pelos gafanhotos, podem ser comparadas às massas, enquanto os gafanhotos se encaixam perfeitamente como elite, que todos os anos exigiam uma quantia de comida dessas pobres formigas. Se as formigas, então, não cumprissem essa exigência, os gafanhotos ameaçariam atacar o formigueiro. Da mesma forma, todos os anos, as massas trabalham durante meses apenas para pagar tributo, dinheiro que pouco retorna para elas, pois praticamente toda riqueza de um país é produzida com o trabalho dos mais pobres, nunca é total mérito dos mais ricos. Para que continue a lucrar em cima das massas, a Elite precisa mantê-las sob seu domínio e fazê-las acreditar que são fracas, são pequenas demais e precisam de um governo para poder subsistir. O filme também mostra o que acontece quando alguém "acorda do sono" e tenta abrir os olhos de outras pessoas, e que a conscientização coletiva leva ao amuderecimento critíco que pode trazer mudanças sociais e políticas para uma nação ou comunidade. Assista ao vídeo.
O Papa Pio XII, em sua célebre Radiomensagem de Natal de 1944, distinguiu magistralmente os dois conceitos.

O povo, ensina o Pontífice, é formado por indivíduos que se movem por princípios. Ele é ativo, agindo conscientemente de acordo com determinadas idéias fundamentais, das quais decorrem posições definidas diante das diversas situações .

A massa, ao contrário, não passa de um amálgama de indivíduos que não se movem, mas são movidos por paixões. A massa é sempre, e necessariamente, passiva. Ela não age racionalmente e por sua conta, mas se alimenta de entusiasmos e idéias não estáveis. É sempre escrava das influências instáveis da maioria, das modas e dos caprichos que passam.

A massa é como a areia movida pelo vento, ou o rebanho nas mãos do pastor. Movem-na apenas veleidades: o

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