Abordagem comportamentalista, resenha do capitulo 9 do livro Administração, teoria e processos

Páginas: 10 (2455 palavras) Publicado: 20 de outubro de 2014
Resenha do capitulo 9 – Abordagem Comportamentalista
A escola de Relações Humanas era ingênua, os comportamentalistas tentam trazer novas abordagens.
Os comportamentalistas são estudiosos, também preocupados com o indivíduo, reconhecendo a importância de seu impacto na organização, mas não aceitando as inferências e conclusões simplistas de que antes falamos. E ao não aceitar essassimplificações, eles se concentram na análise de variáveis especificas vinculadas ao comportamento do individuo, como decisão, motivação e conflito.
1) Chester Bernard:
A experiência de Bernard foi especialmente obtida não nos meios acadêmicos, mas sim na gerência de organizações complexas.
A proposta de Bernard é fornecer uma teoria global do comportamento cooperativo nas organizações formais. Arealização desse proposito, algo simultaneamente complexo e pretensioso pelo seu grau de abrangência, estava calcada em um diagnostico experiencial, fruto da vivencia critica de Bernard no dia-a-dia das organizações. As palavras-chave para descrever seu trabalho são: cooperação, comunicação, responsabilidade, proposito, ser eficiente e afetivo, qualidade moral na liderança.
A cooperação se origina danecessidade de um individuo atingir propósitos para os quais ele é biologicamente inapto. Com a sequência de cooperações de outros indivíduos, começa um sistema constantemente em mudança, formado pela interpelação de elementos biológicos, psicológicos e sociais.
O executivo deve presidir e adaptar, em cada caso, o processo que relaciona o sistema cooperativo com o ambiente e que promove asatisfação individual.
As funções do executivo são prover um sistema de comunicação, de manter a disposição em cooperar e assegurar a continua integridade do propósito da organização.
A elaboração de Barnard das funções do executivo leva à consideração da liderança como a capacidade pessoal para confirmar decisões que emprestam qualidade e moralidade à coordenação da atividade da organização e àformulação de seu propósito.
O livro de Bernard, The functions of the executive (1938), contém um capítulo “A natureza da responsabilidade do executivo” que antecipa em três décadas as preocupações contemporâneas relativas à qualidade moral da liderança dos executivos. Como alguns exemplos, podemos citar a necessidade do executivo ou do líder de criar uma “moralidade organizacional” como elementoindispensável para conseguir uma atitude de esforço cooperativo dentro da organização; sustenta, também, a necessidade da existência de uma liderança moral.
Barnard parte de uma premissa “objetiva” segundo a qual nenhuma organização pode funcionar sem uma liderança moral e baseia sua discussão quanto à natureza da moralidade desejável mais na necessidade imperativa do esforço cooperativo voluntário porparte dos empregados do que em elementos religiosos ou filosóficos.
Barnard conceitua a liderança do executivo dentro de duas categorias: a liderança técnica e a liderança moral.
Liderança técnica é peculiar ao indivíduo e associada à superioridade dos pontos de vista de estrutura corporal, habilidade, tecnologia, percepção, conhecimento, memória e imaginação. Está sujeita a um processo dedesenvolvimento específico por meio do condicionamento, treinamento e educação.
O aspecto moral da liderança é visto por ele como tendo um caráter mais geral, mais constante, menos sujeito a desenvolvimento específico; mais absoluto, refletindo as atitudes e ideais da sociedade e suas instituições. Ele a associa com superioridade individual em determinação, persistência, coragem. Barnard equiparaesse aspecto da liderança com aquilo que comumente queremos significar com a palavra “responsabilidade”.
Barnard assim define os fatores morais em discussão: “Princípios morais são forças ou propensões pessoais de caráter geral e estável nos indivíduos, as quais tendem a inibir, controlar ou modificar desejos, impulsos ou interesses específicos, imediatos e inconsistentes, e intensificar...
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