Abando infantil brasil

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No Brasil existem milhares de crianças que vivem em instituições e recém-nascidos são abandonados em lugares públicos. Como um país pode suportar isso? Já foram criadas diversas lei e meio que asseguram o direito de toda a criança, o Brasil é considerado um país pioneiro neste sentido, tendo criando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), isso a partir de 13 de julho de 1990, passados quase 21 anos, ainda existe uma longa estrada, repleta de muitos obstáculos, para que a justiça ultrapasse o papel e chegue à vida real. No Brasil, permite-se a negligência e o abandono de crianças. Por quê “a criança”, tão amada e festejada em versos e prosa ainda é relegada ao segundo plano? De um lado, existem milhares de crianças vivendo em instituições, sem ter noção do que é uma “mãe” ou um “pai” e, do outro, existem centenas de pessoas desejando adotar uma criança. Por quê esses dois contingentes não se encontram? Por quê os estrangeiros acabam adotando crianças mais velhas, ou de cor ou com necessidades especiais?
Na História do Brasil há pouco ou quase nada escrito sobre as crianças abandonadas. O abandono de crianças no Brasil existe desde o século XVIII, pois muitas mães e famílias não tinham condições de criar seus filhos e acabavam abandonando-os nas ruas. O principal fator do abandono sempre foi a miséria.
Entretanto, existiam outros fatores que levavam uma mãe a abandonar seus filhos no século XVIII e o principal deles ocorria pelo fato de a mulher engravidar quando ainda era solteira. Na maioria das vezes essas mulheres ganhavam a criança (bebê) e continuavam solteiras. A sociedade brasileira do século XVIII não aceitava que mulheres solteiras tivessem e criassem seus filhos, pois era uma sociedade na qual os valores morais e éticos acabavam prevalecendo – consequentemente, as mães solteiras sofriam um processo de discriminação e preconceito.
Atualmente, nossa sociedade ainda sofre heranças desse passado: milhares de mães solteiras geralmente continuam

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