aaasdd

642 palavras 3 páginas
Dirigido por Peter Cattaneo. Com: Robert Carlyle, Tom Wilkinson, Mark Addy, Paul Barber, Steve Huison, Hugo Speer, Emily Woof, Lesley Sharp e William Snape.
Dos cinco filmes indicados ao Oscar de Melhor Filme de 1997, Ou Tudo Ou Nada é, provavelmente, o mais sensível. Ao mesclar momentos absolutamente cômicos com outros mais reflexivos e intimistas, Peter Cattaneo construiu um dos filmes mais `diferentes` do ano.
Sim, diferente. Ele não segue a cartilha do humor certinho de Melhor É Impossível, nem a linha `drama pessoal` de Gênio Indomável, tampouco o gênero `romance` que marca Titanic. Não, Ou Tudo Ou Nada é uma mistura de tudo isso. Cenas hilárias são seguidas por outras melancólicas, que cedem a vez ao bom humor, novamente. E nesse jogo alegria-melancolia o filme vai se construindo.
Gaz (Carlyle) é um homem divorciado que não consegue pagar a pensão alimentícia da ex-esposa. Em função disso, é proibido de ver o filho que tanto ama. No entanto, arrumar emprego não é coisa fácil onde Gaz vive, desde que as indústrias que antes empregavam toda a população abandonaram a cidade. Assim, ele e seu melhor amigo David (Addy) passam os dias jogando baralho em uma agência de empregos.
É quanto um show de strippers masculinos vai a cidade e leva as mulheres do lugar à loucura. Gaz resolve, então, montar um `Clube de Mulheres` com alguns amigos, apenas por uma noite. O que eles prometem? Fazer o `full monty` do título original - ou seja, tirar toda a roupa. Assim, Gaz e David pedem ajuda a um conhecido, Gerald (Wilkinson), que não teve coragem de contar a esposa que está desempregado há seis meses. Juntos, os três homens passam a selecionar `dançarinos` entre a população de desempregados da cidade a fim de produzirem o tal show. Um deles, por exemplo, tem a mania de tentar imitar a `cambalhota` que Donald O’Connor dá em Cantando na Chuva, usando a parede como escora. No entanto, nunca consegue aterrissar com os pés no chão.
A história passa, então, a girar em torno das

Relacionados