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803 palavras 4 páginas
ORGANIZACIONAL

10. O APRENDIZADO DA ARTE DA ANÁLISE
O presente capítulo mostra como as diferentes maneiras de refletir sobre a organização podem ser usadas de modo prático para efetuar a leitura e a compreensão de situações específicas e para orientar, genericamente, o planejamento e a administração das organizações.
O autor parte da premissa de que organizações podem ser muitas ao mesmo tempo. Uma organização do tipo máquina pode ser uma espécie de organismo que é capaz de sobreviver em determinados ambientes, mas não em outros; um sistema de processamento de informações que se revela especializado para certos tipos de aprendizagem, mas não para outros; um meio cultural caracterizado por valores, crenças e práticas sociais distintos, um sistema político no qual as pessoas colidem para garantir os seus próprios fins, uma arena onde várias lutas subconscientes ou ideológicas têm lugar; um símbolo ou manifestação de um processo mais profundo de mudança social; um instrumento usado por um grupo de pessoas para explorar ou dominar os outros, e assim por diante.
Os processos de leitura através de leitura-diagnóstico e de avaliação críticas combinam-se para criar um modelo de compreensão, a linha de evolução histórica, que sugere uma abordagem.
Suponha-se que a leitura detalhada da organização conduza na linha evolutiva, na qual as mudanças teriam ocorrido em função de um desejo consciente de Jim Walsh de “organizar-se”. Suponha-se também que as investigações detalhadas tenham revelado que não existiam intenções ocultas e que o desejo de Walsh tenha sido uma conseqüência da sua crença implícita de que organização signifique burocratização. Isto prova que havia uma ansiedade para se chegar a uma especifiquização clara dos procedimentos e responsabilidade.
O autor conclui que o segredo é aprender como é possível estabelecer uma forma de diálogo com a situação que esse está tentando compreender.
1. IMAGINIZAÇÃO – UMA DIREÇÃO PARA O FUTURO
O autor defende a idéia

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