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Modal Marítimo, os portos brasileiros.

Introdução
Com a chegada da globalização veio também, uma ligação entre os países, influenciando a economia através da praticidade em comprar e vender produtos, a chamada importação/exportação.
O Brasil tem um grande potencial no transporte marítimo, o que falta é planejamento e infra-estrutura adequada para atender a demanda. Assim, surgem as dificuldades colocando em dúvida as vantagens na utilização deste transporte. Histórico
Desde a antiguidade o homem vem utilizando a navegação marítima, fluvial e lacustre em seus deslocamentos de pessoas e mercadorias. Nos dias de hoje, denominados “modos de transporte” terrestre, eram inicialmente as margens das baias, estuários, rios e lagos. Progressivamente passaram a se desenvolver, as mudanças dessas instalações no inicio rudimentares, e nos dias de hoje sofisticadas edificações, equipamentos e sistemas existentes ao longo de toda sua costa. E foi com a abertura dos Portos do Brasil, pelo decreto de D. João VI, datado de 28 de janeiro de 1808, que surge no país a noção de controle da navegação marítima. Pelo Decreto de 7 de junho de 1809, criou-se o Despachante das Embarcações que saíssem dos portos e, mais tarde, em 1810, o Alvará de 3 de fevereiro, criou a Mesa de Despacho Marítimo que, além de outras atribuições, regulava a maneira pela qual deviam ser efetuados os Despachos dos navios que saíssem dos portos. Essas Mesas de Despacho eram situadas nos principais portos do país, depois Capitais das Províncias, culminando com a sua regulamentação, pelo Decreto de 26 de março de 1833 que, além do Despacho Marítimo tratava, igualmente, da arqueação de embarcações, registros, etc. Mais tarde, pelo Decreto 358, de 14 de agosto de 1845, o Governo do Império resolveu estabelecer uma Capitania em cada Província Marítima, com as atribuições específicas de polícia naval, conservação dos portos, inspeção e administração dos faróis, balizamento,

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