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O ESTRESSE E A QUALIDADE DE VIDA NAS EMPRESAS

O gerenciamento do estresse é um conjunto de procedimentos, em que se conjugam uma abordagem preventiva e um certo numero de técnicas ativas, que permitem melhorar nossa maneira de enfrentá-lo. Os sintomas gerados pelo estresse são tão numerosos quanto as pessoas estressadas. Eles podem ser agrupados de várias formas e o principal sintoma é a degradação da capacidade de se relacionar. Em algumas pessoas, são as dores que dominam. Às vezes, as perturbações do sono e o cansaço estão em primeiro plano. Para outros, é a capacidade intelectual que se altera.

Um dos primeiros fatores de estresse na empresa está relacionado as relações interpessoais. Estressada, a pessoa sofre uma redução da capacidade de comunicação com sua equipe. Isto cria um sistema em cadeia, que torna as relações interpessoais um dos primeiros riscos à saúde. Diante do estresse, alguns se isolam. Não falam mais, não ouvem mais e se fecham em seu mundo, como numa fortaleza. É como se tivessem medo de se comunicar ou, simplesmente, como se tivessem perdido toda a capacidade de comunicação. O risco dessa atitude é claro. A pessoa pode restringir-se a ruminar os mesmos pensamentos, sem perspectivas, sem achar solução.

Gerenciar o estresse consiste em traçar perspectivas, antes de mais nada, através dos nossos próprios pensamentos. Fadiga, cansaço súbito, perturbações do sono ou hábito de recorrer a excitantes, como café ou cigarro, revelam um estresse mal gerenciado. Os indícios de estresse costumam ser banalizados de tal modo que, freqüentemente tendemos a considerá-los como normais e simples indicadores de uma atividade profissional exigente. Na verdade, são sintomas precursores de uma estafa.

Os problemas para levantar, pela manhã, assim como a maioria dos sintomas, devem ser vistos como sinais de alarme, na medida em que se arrastem sistematicamente por várias semanas. Os maiores problemas são as substâncias excitantes, que exercem enorme

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