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Evidências da evolução

O registro fóssil - Formas pretéritas indicam que a biodiversidade atual não é a mesma do passado. O relacionamento dos fósseis com a temporalidade das suas camadas geológicas reflete o aumento da complexidade da vida e representa a mais vigorosa e popular evidência evolutiva.
Unidade da vida - Algumas estruturas são universais ou amplamente disseminadas entre os seres vivos, como o DNA, os 20 aminoácidos das proteínas, a meiose e o ciclo de Krebs, que seria uma herança comum universal proveniente de um ancestral comum único.
Os grupos naturais - Colibris, felinos, aves, orquídeas ou bromélias são grupos naturais que refletem as características de seus respectivos ancestrais e por isso carregam suas características tão típicas. Em uma abordagem criacionista/fixista, esperar-se-ia uma criação espécie a espécie, e não por agrupamentos.
Restrições evolutivas - Não se vêem cetáceos com brânquias, ursos polares com penas, aranhas aladas ou samambaia com frutos. Isto está de acordo com a perspectiva evolutiva, em que as novas estruturas são sempre adaptações daquelas pré-existentes, mas não está de acordo com a perspectiva criacionista, em que se esperaria que o ato de criação não privaria as formas de vida daquelas estruturas que melhor lhe servissem como adaptações ao ambiente.
Órgãos vestigiais - Olhos vestigiais em animais cavernícolas, quadris atrofiados em jibóias, ossos dos de dedos nas nadadeiras peitorais dos cetáceos, estaminódios em plantas, estes são alguns dos incontáveis vestigiais. Eles evidenciam órgãos funcionais presentes nos ancestrais e, portanto, evidenciam o processo evolutivo. É impossível compreender estes órgãos na perspectiva criacionista, que adota a estratégia de negá-los, atribuindo-lhes funções, mesmo que improváveis.
Argumento parasitológico - Espécies próximas frequentemente possuem parasitas comuns ou aparentados, como o piolho do homem e do chimpanzé. Desta forma, a árvore evolutiva de um certo grupo

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