Álcoo e trânsito

Páginas: 8 (1789 palavras) Publicado: 20 de outubro de 2012
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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL


CLEYTON SOARES ALMEIDA












PESQUISA BIBLIOGRAFIA

ÁLCCOL X TRÂNSITO


















Rondonópolis – MT.
2012

CLEYTON SOARES ALMEIDA












PESQUISA BIBLIOGRAFIA


ÁLCCOL X TRÂNSITO



Portfólio apresentado ao Curso Serviço Socialda Universidade Norte do Paraná, como requisito parcial das Disciplinas de: Estatística e Indicadores sociais, Metodologia de Pesquisa Científica, Processos de Trabalho e SSOC, Oficinas de Formação – Tecnologia da Informação – 7º Semestre.
Prof: Tutores: Helenara Regina Sampoio, Edna Braun, Amanda Boza, Rodrigo Zambon.Rondonópolis - MT.

2012
1 INTRODUÇÃO

O uso das substancias psicoativas em nosso país se deu com a chegada dos portugueses, no início da colonização, descobriram o costume indígena de produzir e beber uma bebida forte, fermentada a partir da mandioca, denominada cauim. Ela era utilizada em rituais, em festas, portanto, dentro de uma pauta cultural bem definida. Os portugueses conseguiamo vinho e a cerveja, logo mais, aprenderam a fazer a cachaça, coisa que não foi fácil, pois para fazer o açúcar a partir da cana-de-açúcar, no processo de fabricação do mosto, acabaram descobrindo um melaço que colocavam no cocho para animais e escravos, denominados de “Gacaça”, que depois veio a ser chamado de cachaça, destinada em alambique de barro e, muito mais tarde, de cobre.A cachaça é conhecida de muito tempo, desde os primórdios momentos em que se começava a fazer do Brasil, o Brasil. É preciso ver o álcool no conjunto da vida social e não só em si mesmo, como muita gente o faz, ou seja, considera o álcool um agente autônomo e o culpa por suas consequências, como se fosse um ser animado que agisse por conta própria.
O alcoolismo é uma noção queapareceu pouco tempo após as circunstâncias que ele caracterizou, contemporâneo dos anos seguintes à industrialização, um desejo desesperado de responder a condições de vida deploráveis.
O termo alcoólatra confere uma identidade e impõe um estigma, que anula todas as outras identidades do sujeito, tornando-o tão somente aquilo que ele fez e que é socialmente condenado, não pelo que faz,mas pelo modo como o faz. Em outros termos, não é a bebida em si, mas aquela pessoa que bebe mal, isto é, de modo abusivo, desregrado, que a leva à condição de ser socialmente identificada popularmente como “alcoólatra”, ou seja, quem idolatra, adra e se torna dependente do álcool.
O Alcoolismo é uma alternativa mesmo carregada de valoração, isto é de estigma. Isto não reduz oindividuo a ela, como uma identidade única e dominante. Eis porque seria preferível designar uma pessoa como alcoolista e saber que ele é, ao mesmo, tempos, muitas outras coisas, inclusive alguém que pode deixar de ser dependente de álcool. Isto ajudaria a pessoa a não ser estigmatizada, reduzindo a uma única condição.
É muito importante, portanto, o cuidado com as palavras, com os termosque usamos para classificar coisas e pessoas, porque estas palavras e termos têm poder de conferir identidade e, assim, estigmatizar, reduzir uma pessoa a uma única condição, apagando, negando todas as demais.
A Politica Nacional sobre o Álcool resultou de um longo processo de discussão. Em junho de 2005, o Conselho Nacional Sobre Drogas, ciente dos graves problemas inerentes aoconsumo prejudicial de álcool, e com o objetivo de ampliar o espaço de participação social para discussão de tão importante tema, instalou a Câmara Especial de Politicas Publicas sobre o Álcool – CPPA, composta por diferentes órgãos governamentais, especialistas, legisladores e representantes da sociedade civil.
Em maio de 2007, por meio do Decreto n° 6.117/2007, foi apresentada à...
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