Resenha Memória Le Goff artigos e trabalhos de pesquisa

  • análise texto Le Goff

    Centro de Ciências Humanas e da Educação – FAED Departamento de História – DH Acadêmica: Íris Palo Professora: Viviane T. Borges Disciplina: Iniciação à Pesquisa Histórica Semestre: 2013/1 RESENHA CRÍTICA DO TEXTO HISTORIA E MEMORIA, JACQUES LE GOFF Le Goff é, juntamente a March Block, é um dos repercusores da escola de annales, com origem no século XX na França, que rompia com o ideal metódico da historia dos grandes feitos e dos documentos oficiais, o positivismo...

    561  Palavras | 3  Páginas

  • Idades Míticas de Le Goff

    CIÊNCIAS HUMANAS FACULDADE DE HISTÓRIA ALAN PATRICK CASTRO NASCIMENTO RESENHA DO TEXTO ”IDADES M” BIOGRAFIA Jacques Le Goff, historiador francês, nascido em Toulon no dia 1 de janeiro de 1924 e falecido em 1 de abril de 2014. Especialista em Idade Média, autor de diversos trabalhos na área, membro da Escola dos Annales, dedicou-se ao estudo da Antropologia histórica do ocidente na Idade Média. Nos Annales, Le Goff sucedeu Fernand Braudel no comando da École de Hautes Études en Sciences...

    841  Palavras | 4  Páginas

  • Resenha Enciclopédia Le Goff

    Resenha - Enciclopédia – Le Goff Documento/Monumento Os materiais da memoria podem apresentar se sob duas formas: - monumento: herança do passado - documentos: escolha do historiador  Monumento é memória, sinal do passado. Monumento é tudo aquilo que pode evocar o passado, perpetuar a recordação.  Tem como característica ligar-se ao poder de perpetuação, voluntária ou involuntária, das sociedades históricas. Evoluiu para o significado de prova. A sua objetividade parece opor-se...

    646  Palavras | 3  Páginas

  • Resenha crítica da obra de le goff, jacques. história e memória

    CESI – Centro de Ensino Superiores de Imperatriz Disciplina: Ensino Prático de História e Memória Professora: Nice Aluna: Andressa Nascimento Teixeira Curso: História 2° período RESENHA CRÍTICA Le Goff, Jacques. História e Memória. Campinas – SP: UNICAMP, 1990. CREDENCIAIS DO AUTOR Jacques Le Goff pertence a elite intelectual francesa. Sua carreira desde os primeiros bancos escolares até os escalões superiores foi uma crônica de ascensão intelectual e institucional. Estudou na Escola...

    3304  Palavras | 14  Páginas

  • historia e memoria

     RESENHA CRÍTICA Le Goff, Jacques. História e Memória. Campinas – SP: UNICAMP, 1990. O AUTOR Jacques Le Goff, destacado historiador medievalista ligado a Escola dos Annales, autor de vasta produção historiográfica, foi responsável pela Escola dos Annales em sua terceira geração na década de 1970,pertenceu a elite intelectual francesa. Sua carreira desde os primeiros bancos escolares até os escalões superiores foi uma crônica de ascensão intelectual e institucional. Um dos primeiros filósofos...

    3236  Palavras | 13  Páginas

  • Resenha Uma Breve Hist Ria Da Europa

    MANHUAÇU, DEZEMBRO 2013 Resenha LE GOFF, Jacques. Uma breve história da Europa. Petrópolis: Vozes, 2012. O autor demonstra com um viajante francês o sincretismo encontrado na Europa com suas diversas religiões, culturas, linguagem, etc. É apontada a pequena distancia encontrada entre a Europa e outros continentes, também aponta que “Nosso viajante francês também poderia ir facilmente aos outros países europeus, nenhum deles é muito distante.”( LE GOFF, p.15). É interessante o fato de o...

    1304  Palavras | 6  Páginas

  • Le gof

    Texto: LE GOFF, Jacques. Memória. In: _____. História e memória 5ª ed. Campinas, SP: Editora UNICAMP, 2003. p. 419-476. HISTÓRIA E MEMÓRIA: ALGUMAS OBSERVAÇÕES RESUMO O texto faz uma breve análise das relações entre História e Memória a partir das obras de Peter Burke, Henry Rousso e Jacques Le Goff. Palavras-Chave: Memória - História - Representações. A Memória, no sentido primeiro da expressão, é a presença do passado. A memória é uma construção psíquica e intelectual que acarreta...

    7797  Palavras | 32  Páginas

  • Entre História e Memória: A Campanha em Defesa da Escola Pública em São Paulo em meados do século XX e a participação do movimento estudantil

    Resenha sobre o artigo: Entre História e Memória: A Campanha em Defesa da Escola Pública em São Paulo em meados do século XX e a participação do movimento estudantil Nome: Pedro Augusto Firmino Leite, Pedro Henrique Frias, Caio Augusto Moreno O texto trata de compreender o envolvimento dos educadores liberais, tentando entender a constituição do nosso sistema educacional. Em busca de dar intangibilidade histórica para esse processo, a historiografia sempre busca apontar esses "escolanovistas"...

    616  Palavras | 3  Páginas

  • Resenha do Livro Carne e Pedra

    Resenha UMA HISTÓRIA DO CORPO NA IDADE MÉDIA LE GOFF, Jacques & TRUONG, Nicolas. Uma História do corpo na Idade Média. 4ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012, 208 p. CÉSAR AUGUSTO DA SILVA FOGA Jacques Le Goff e Nicolas Truong trazem, em “Uma história do corpo na Idade Média”, um importante estudo sobre a figura do corpo na sociedade medieval. Com 208 páginas, o livro é dividido em prefácio, introdução, quatro capítulos e conclusão. Os quatro capítulos são, “Quaresma e Carnaval...

    2274  Palavras | 10  Páginas

  • Resenha do Livro Uma Historia do Corpo na Idade Média

    Resenha UMA HISTÓRIA DO CORPO NA IDADE MÉDIA LE GOFF, Jacques & TRUONG, Nicolas. Uma História do corpo na Idade Média. 4ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012, 208 p. CÉSAR AUGUSTO DA SILVA FOGA Jacques Le Goff e Nicolas Truong trazem, em “Uma história do corpo na Idade Média”, um importante estudo sobre a figura do corpo na sociedade medieval. Com 208 páginas, o livro é dividido em prefácio, introdução, quatro capítulos e conclusão. Os quatro capítulos são, “Quaresma e Carnaval...

    2274  Palavras | 10  Páginas

  • Resenha História Oral

    avaliação à distância. Você deverá realizar uma resenha do texto: Portelli, Alessandro. “ A filosofia e os fatos: narração, interpretação e significado nas memórias e nas fontes orais, IN: Tempo, Rio de Janeiro, vol.1, n.2, 1996, p.59-72, acesso por: http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg2-3.pdf Proposta para roteiro de resenha. A resenha é um comentário crítico sobre um artigo ou livro. Da mesma forma que o fichamento a resenha possui estilos diferentes dependendo do ‘lugar’...

    1526  Palavras | 7  Páginas

  • Resenha da civilização feudal de Jerome Baschet

    Resenha do livro “A civilização feudal: do ano 1000 à colonização da América” de Jérôme Baschet. Jérôme Baschet mostra a concepção de uma longa Idade Média que substitui a falsa ideia de ás trevas do obscurantismo. Trata-se também de articular de maneira global a sociedade medieval e sociedade colonial e de captar a dinâmica histórica que os une em um processo em que se misturam reprodução e adaptação, dependência e especificidades, dominação e criação. Sendo assim, o livro tem como eixo principal...

    2638  Palavras | 11  Páginas

  • Memória e história da Enfermagem

    Rev.latino-am.enfermagem - v. 7 - n. 3 - p. 87-93 - julho 1999 87 MEMÓRIA E HISTÓRIA PARA UMA NOVA VISÃO DA ENFERMAGEM NO BRASIL* Ieda de Alencar Barreira** BARREIRA, I.A. Memória e história para uma nova visão da enfermagem no Brasil. Rev.latino-am.enfermagem, Ribeirão Preto, v. 7, n. 3, p. 87-93, julho 1999. Trata-se de um estudo que tem por propósito evidenciar as implicações do conhecimento histórico para a enfermagem, no que se refere à formação de uma consciência crítica e de...

    5710  Palavras | 23  Páginas

  • Verbete "trabalho" de Le Goff

    Resenha do verbete Trabalho de Jacques le Goff. Mauricio Francisco dos Santos. Curitiba, 2014. Jacques le Goff (1924), considerado um dos mais importantes historiadores franceses. Ligado ao movimento da Escola dos Anales, sucedeu Fernand Braudel no comando da Ècole de Hautes Études en Sciences Sociales de Paris. Especialista em Idade Media, realizou diversos estudos sobre Mentalidade e Antropologia histórica do Ocidente Medieval. Dentre suas obras, destaca-se o “Dicionário Temático do...

    1280  Palavras | 6  Páginas

  • Resenha

    Resenha: A Civilização Feudal: Do ano Mil à Colonização da América - Jérôme Baschet Jérôme Baschet, professor da Universidad Autónoma de Chiapas, no México, em seu livro, “A Civilização Feudal: Do ano Mil à Colonização da América”[1], propõe sintetizar o que foi a sociedade medieval, sobretudo, o período do feudalismo por uma nova ótica reflexiva. O autor preza por uma análise crítica a respeito da civilização feudal, sendo seu viés a concepção de “Longa Idade Média” (o que demonstra a influência...

    4583  Palavras | 19  Páginas

  • Resenha pinski

    RESENHA PINSKY, Carla Bassanezi (org.). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, 2005, 302p. Diogo da Silva Roiz* No século XX houve uma verdadeira revolução sobre o que se entende por documento, permitindo a ampliação e a diversificação da definição de fonte na pesquisa histórica. Peter Burke já havia constatado isso na apresentação da obra A escrita da história: novas perspectivas, em que ressaltava que a historiografia no século XX (a começar pela francesa) questionou o caráter e a limitação ...

    2086  Palavras | 9  Páginas

  • Le Goff Memória

    Le Goff, Memoria, Enciclopédia Einaudi Segundo Jacques Le Goff, a memória é a propriedade de conservar certas informações, a memória social é um dos meios fundamentais para se abordar os problemas do tempo e da História. A memória está nos próprios alicerces da História, confundindo-se com o documento, com o monumento e com a oralidade. Só no fim da década de 1970 que os historiadores da Nova História começaram a trabalhar com a memória. Freud distinguiu a memória de um simples repositório de lembranças:...

    567  Palavras | 3  Páginas

  • Resenha Felipe Silva De Barros

     RESENHA Artigo: O IPHAN e o seu papel na construção/ampliação do conceito de patrimônio histórico/cultural no Brasil - Almir Félix Batista de Oliveira. CURSO: Graduação em Arquitetura e Urbanismo DISCIPLINA: Técnicas Retrospectivas DOCENTE: Luiz Marcelo Gomes Ribeiro DISCENTE: Felipe Silva de Barros Artigo: O IPHAN e o seu papel na construção/ampliação do conceito de patrimônio histórico/cultural no Brasil - Almir Félix Batista de Oliveira. O Referido...

    1841  Palavras | 8  Páginas

  • MEMÓRIA RESENHA 2015

    MEMÓRIA JACQUES LE GOFF 3. A memória medieval no Ocidente: Nesse tópico o autor nos traz um grande comentário sobre a "cristianização da memória", através da repartição da memória em uma memória litúrgica e uma memória laica. Sendo assim com a difusão do cristianismo e com o monopólio intelectual da Igreja, na Idade Média, o autor descreve que a memória coletiva começa a se modificar, ele baseia essa sua afirmação tendo em vista que as religiões judaicas e cristãs têm como base de sua fé (suas crenças)...

    944  Palavras | 4  Páginas

  • Memória x história

    Internacionais Docente: Rodrigo Corrêa Teixeira O papel da memória na compreensão da História das Relações Internacionais Roteiro de atividade 1. Leia o breve texto abaixo. 2. Conceituações: História e Memória São muitos os jogos da memória. Desde aqueles que divertiram nossa infância até os que, na maturidade nos permitem revisitar o país sempre estrangeiro1 dos tempos pretéritos. Se o tema da memória é relevante para todos, se a memória como questão interessa a diferentes campos acadêmicos...

    4381  Palavras | 18  Páginas

  • A contribuição de le goff e michel de certeau para a disciplina de patrimônio cultural

    CONTRIBUIÇÃO DE MICHEL DE CERTEAU E JACQUES LE GOFF PARA O ESTUDO DE PATRIMONIO CULTURAL O patrimônio cultural (bens culturais enquanto objetos dos estudos históricos) é de fundamental importância para a memória, identidade e a riqueza das culturas. A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), define o como: "o legado que recebemos do passado, vivemos no presente e transmitimos às futuras gerações. Nosso patrimônio é fonte insubstituível de vida e inspiração...

    682  Palavras | 3  Páginas

  • resenha monges religiosos na idade media

    Medieval 2 Professor: Carol Fortes Alunos: Ivana da Silva Ricardo Turma: P3 RESENHA: Monges e religiosos da Idade Média BIBLIOGRAFIA: LE GOFF, Jacques. As Ordens Mendicantes. In: BERLIOZ, J. (org.) Monges e Religiosos na Idade Média. Lisboa: Terramar, 1996. p. 227 – 241. No texto, Monges e Religiosos da Idade Media J. Le Goff. Referiram-se as ordens medicantes que surgiram a partir do século XIII nas cidades. Le Goff irra tratar, os motivos pelas quais elas iram se estabelecer nas cidades, os...

    724  Palavras | 3  Páginas

  • resenha de A bolsa e a vida

    PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA ESCOLA DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES LICENCIATURA EM HISTÓRIA KELLY CRISTINA LEDER VELOSO RESENHA DE A BOLSA E A VIDA CURITIBA 2014 KELLY CRISTINA LEDER VELOSO RESENHA DE A BOLSA E A VIDA Resenha apresentado à disciplina de História da Europa Medieval, no curso de Licenciatura em História, 2º período noturno, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, como requisito parcial para aprovação em...

    2342  Palavras | 10  Páginas

  • Fichamento: documento/monumento de jacques le goff

    Le Goff, Jacques. Documento/Monumento. In: _____História E Memória. Tradução Bernardo Leitão (et al.). Editora da Unicamp, Campinas, 1990. Luciana Sousa da Silva A memória coletiva e a sua forma científica, a história, aplicam-se a dois tipos de materiais: (...) os monumentos, herança do passado, e os documentos, escolha do historiador. (Jaques Le Goff) Jacques Le Goff, historiador francês e importante estudioso da Antropologia medieval, em seu artigo “Documento/Monumento” fez uma análise...

    935  Palavras | 4  Páginas

  • FICHAMENTO - HISTÓRIA E MEMÓRIA - LE GOFF

     FICHA DE LEITURA Autor – LE GOFF, J Título - História e memória Local – Campinas Ed - Edunicamp Ano – 1990 Palavras-chave Documento Monumento História Memória Fichamento 01 1. A memória coletiva se manifesta em dois tipos de materiais: documentos e monumentos, ambos usadas pela sua forma científica, a história. (Pg 535) 2. O MONUMENTO (Pg 535 e 536): Monuentum – remete à raiz indo-européia men (espírito) ou memini (memória). O verbo momere significa entre outras coisas, ‘fazer recordar’. “O...

    1483  Palavras | 6  Páginas

  • Le Gofftb

    Informação – DTGI Disciplina: Memória e patrimônio cultural Professor: Fabrício José Nascimento da Silveira Aluno(a): Lucia Helena C. Christoff Valor: 10 pontos Nota: 1. A partir da definição apresentada por LE GOFF (2003) para os conceitos de “memória coletiva”, tal qual vivenciado no âmbito das sociedades pré-escrita, e "história ideológica", explique porque, para o autor, ambos estão diretamente ligados às idéias de mito fundador e de memória étnica. R. Antes da invenção...

    2090  Palavras | 9  Páginas

  • Historia da Memoria

    LE GOFF, Jacques. História e Memória.Campinas, SP: Editora Unicamp, 1990. História Jaques Le Goff inicia seu texto afirmando que está convencido de que a História não é uma ciência como as outras, ele discute a ambiguidade da ciencia histórica e no presente ensaio centra a reflexão sobre a história na temporalidade, situando a própria ciência histórica nas periodizações da história. E inicia tratando o próprio conceito de História, sua etmologia e busca em Heródoto, Paul Veyne entre...

    1133  Palavras | 5  Páginas

  • Le goff e ginzburg, uma perspectiva metodológica

    GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes. 10ª reimpressão. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 15 a 34. LE GOFF, Jacques. Documento/monumento. In: ___. História e memória. Campinas: Editora da Unicamp, 1992, p. 535 a 549. Le Goff em seu História e Memória faz inúmeras análises acerca da História e seu(s) objeto(s) de análises. Neste sentido aponta dois tipos de materiais: os documentos e os monumentos. O primeiro é de escolha do historiador e o segundo, é a herança do passado. Ao historiador...

    876  Palavras | 4  Páginas

  • Le fogg

    1924, o futuro historiador Jacques le Goff encontrou o seu destino. Depois de ter lido Ivanhoé, a mais famosa novela histórica de Walter Scott, nunca mais deixou de interessar-se pela Idade Média. A tal ponto que, ao completar 80 anos em 2004, foi universalmente reconhecido, juntamente com Georges Duby e Le Roy Ladurie, como um dos maiores Medievalista da França do após-Segunda Guerra Mundial. Um homem da elite pensante Castelo d´Usse, no Loire Jacques Le Goff pertence ao supra-sumo da elite intelectual...

    2757  Palavras | 12  Páginas

  • Le goff

    Jacques Le Goff III Colóquio de Estudos Medievais Niterói - Rio de Janeiro 4 a 8 de abril de 2005 Bibliografia comentada Atualizada em dezembro 2005 A influência da historiografia francesa nos estudos medievais brasileiros tem sido marcante, mormente nas últimas décadas, período em que o chamado movimento da Nova História teve o seu momento mais importante. Jacques Le Goff, um dos fundadores dessa nova visão, desde a década de 1970 tem suas obras presentes nos trabalhos de pesquisa e docência nas...

    5259  Palavras | 22  Páginas

  • JACQUES LE GOFF E AS REPRESENTAÇÕES DO TEMPO NA IDADE MÉDIA.

    UNOPAR – UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ Curso de Licenciatura em História JACQUES LE GOFF E AS REPRESENTAÇÕES DO TEMPO NA IDADE MÉDIA. JACQUES LE GOFF E AS REPRESENTAÇÕES DO TEMPO NA IDADE MÉDIA. Trabalho acadêmico apresentado à disciplina Teoria da História, da Universidade Norte do Paraná – UNOPAR. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.................................................................................................

    1379  Palavras | 6  Páginas

  • Fichamento LE GOFF, Jacques. Documento/monumento, In, Historia e memória. Tradução de Irene Ferreira, Bernardo Leitão, Suzana Ferreira Borges. 5. ed. Campinas, SP: UNICAMP, 2003. p. 525-539.

    LE GOFF, Jacques. Documento/monumento, In, Historia e memória. Tradução de Irene Ferreira, Bernardo Leitão, Suzana Ferreira Borges. 5. ed. Campinas, SP: UNICAMP, 2003. p. 525-539. O texto dialoga sobre as formas em que se aplicam os materiais da história da memória coletiva, sendo esses os monumentos e os documentos. Tudo aquilo que sobrevive ao tempo é fruto de uma escolha. Os monumentos são herança do passado e os documentos, seleção do historiador. A origem da palavra monumento retoma significados...

    1303  Palavras | 6  Páginas

  • memoria, historia e lugares de memoria

    INFORMAÇÃO I MEMÓRIA, HISTÓRIA E LUGARES DE MEMÓRIA Documento/ Monumento – Segundo Le Goff (1992) A memória coletiva e a sua forma científica, a História, apresenta-se sob duas formas principais: documento e monumento. Monumentos = “O monumento tem como características o ligar-se ao poder de perpetuação, voluntária ou involuntária, das sociedades históricas (é um legado à memória coletiva) e o reenviar a testemunhos que só numa parcela mínima são testemunhos escritos.” (LE GOFF, 1992, p. 536)...

    2437  Palavras | 10  Páginas

  • Patrimônio cultural: preservação da história e memória

    PATRIMÔNIO CULTURAL: preservação da história e memória O Patrimônio cultural: noções teórico-conceituais Refletir acerca da noção de patrimônio cultural é questionar a importância desse referencial para a cultura à qual está ligado. Aloísio Magalhães já atentara sobre “quais seriam os indicadores básicos de uma personalidade, de um perfil, de uma fisionomia que pudesse significar a cultura brasileira.” (1985. p 39). Para esse autor, os bens culturais ou o que chama de “acervo do nosso processo...

    1369  Palavras | 6  Páginas

  • Le Goff e Teorias

     A partir de estudos sobre as teorias de Jacques Le Goff sobre sua visão relacionada à História, podemos por assim dizer que ele não categoriza a história como de fato sendo uma ciência, ele mesmo afirma em sua obra, que falar ou estudar história não é algo fácil de ser realizado. Pois a história tende a mudar durante o tempo, e relacionado ao fato dela ser ciência ou não, ele nos propõe o pensamento de que a história é muito mais do que uma simples ciência, por que a história não é meramente...

    1067  Palavras | 5  Páginas

  • resenha Le goff/Estevão Rezende

    Fernanda Aires Menegotto Teoria I  LE GOFF, Jacques. Hstória e memória (Prefácio) MARTINS, Estevão de Rezende. Introdução: o renascimento da História como ciência Polissemia do termo “história” Para Jacques Le Goff : - Seis problemas que o conceito de História pode trazer: a) Relação da História Objetiva com a história vivida; b) Relação da História com o tempo natural, cronológico , cíclico e vivido. c) A dialética da história parece resumir-se numa oposição passado/presente ...

    843  Palavras | 4  Páginas

  • Resumo do texto “le goff, jacques . memória”

    Federal do Estado do Rio de Janeiro Museologia, memória e patrimônio José Mauro Aluna: Thais Pucu Neves Ano: 2012.2 Resumo do textoLE GOFF, Jacques . Memória” Segundo o autor, o conceito de memória surge em meio às ciências humanas, mas que também abrange os campos psíquicos e biológicos relacionados ao homem, já que remonta acontecimentos pessoais do indivíduo. Sendo, então, a conservação de informações de cada pessoa, mantendo-as vivas. A memória também serve para abordar problemas do tempo...

    858  Palavras | 4  Páginas

  • Resenha do livro a bolsa e a vida

    Entre o dinheiro e o inferno: a usura e o usurário Neste capítulo, o autor Jacques Le Goff explica o fenomêno da usura, que segundo ele se extende durante sete séculos no ocidente. O autor tambem fala da polêmica que gira em torno da propria usura dizendo que ela de certa forma constituio “o parto do capitalismo”. Com uma narrativa muito boa, Jacques Le Goff nos convida a até de certo modo, uma viagem a um tempo em que a igreja dominava e fazia da usura um lucro ilícito aos olhos de Deus, o pecado...

    2280  Palavras | 10  Páginas

  • Historia e memoria

    HISTÓRIA E MEMÓRIA A Memória, no sentido primeiro da expressão, é a presença do passado. A memória é uma construção psíquica e intelectual que acarreta de fato uma representação seletiva do passado, que nunca é somente aquela do indivíduo, mas de um indivíduo inserido num contexto familiar, social, nacional. Na perspectiva de Maurice Halbwachs (1877-1945), toda memória é “coletiva”. Ou ainda, conforme Henry Rousso, “seu atributo mais imediato é garantir a continuidade do tempo e permitir...

    1219  Palavras | 5  Páginas

  • LE GOFF, J. A concepção da Europa, séculos IV-VIII. In: As raízes medievais da Europa. Petrópolis (RJ): Vozes, 2007. P. 29-48. plano para seminario

    História História Mdieval I Docente: Discente: LE GOFF, J. A concepção da Europa, séculos IV-VIII. In: As raízes medievais da Europa. Petrópolis (RJ): Vozes, 2007. P. 29-48. Biografia do Autor: O historiador francês Jacques Le Goff nasceu em Toulon, no dia primeiro de janeiro de 1924. Especialista em Idade Média realizou importantes estudos a respeito da Antropologia histórica do Ocidente medieval. Ligado ao movimento da Escola dos Anales. Le Goff renovou a pesquisa histórica sobre mentalidade...

    1037  Palavras | 5  Páginas

  • Le goff e Certau e o patrimonio cultural

    Tanto Le goff como Certau realizam estudos sobre o que é um patrimônio cultural e seu entendimento real sobre o que é isso em estudos históricos. Le Goff em sua obra trata principalmente a idéia de patrimônio no caso do documento e monumento especificando bem cada termo e mostrando como a idéia de documento chegou a ser entendida como um monumento mas se teve um retrocesso sobre isso, em virtude de varias criticas, Le Goff vem tratar como um patrimônio o monumento onde se encaixa a idéia daquilo...

    713  Palavras | 3  Páginas

  • Patrimônio histórico: estudando a memória do coletivo

    foi criado deliberadamente para relacionar a memória e o presente dos indivíduos, ao que o último é criado posteriormente à construção de determinada estrutura, no momento em que esta é preservada entre várias edificações existentes (POSSAMAI, 2000:15) Para dialogar sobre essa diferenciação é necessário citar neste texto a obra “Documento e Monumento”, de Jacques Le Goff, em contraponto à obra Alegoria do Patrimônio, de Françoise Choay. Segundo Le Goff, monumento é aquilo que pode ser evocado do...

    1093  Palavras | 5  Páginas

  • Jacques Le Goff - Antigo e Moderno

    Texto 03-B - HISTÓRIA E MEMÓRIA - ANTIGO/MODERNO Jacques Le Goff Após estudo do texto “História e Memória – Antigo/Moderno” de Jacques Le Goff, podemos inferir sobre os aspectos que abrangem a dualidade destes dois termos: “Antigo e Moderno”. Segundo o autor, o par antigo/moderno é inerente a história do Ocidente e encontradiço á Era Medieval e ao século das luzes, pressupondo que o antigo está proximamente ligado a tradição á medida que o moderno está para o que é novo e, ao analisar estas...

    1227  Palavras | 5  Páginas

  • Resumo parcial de história e memória de jacques le goff

    LE GOFF, Jacques. História e memória. 4. ed. Campinas : Unicamp, 1996. No Prefácio Le Goff coloca seis tipos de problemas que envolvem o conceito de história: 1) Quais as relações entre a história vivida (natural) e a ciência história. O surgimento da filosofia da história que estuda o desenvolvimento da própria ciência histórica, ou seja, a historiografia. 2) Quais as relações entre a história e o tempo. O instrumento fundamental que tenta domesticar o tempo, o calendário. ...

    883  Palavras | 4  Páginas

  • Fichamento Historia e memória / Jacques Le Goff

    Le Goff, Jacques, 1924 Historia e memória / Jacques Le Goff; tradução Bernado Leitão... [et al.]. – 5ª Ed. – Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2003. MEMÓRIA O conceito de memória é crucial. Embora o presente ensaio seja exclusivamente dedicado à memória tal como ela surge nas ciências humanas (fundamentalmente na história da antropologia), e se ocupa mais da memória coletiva que das memórias individuais, é importante descrever sumariamente a nebulosa memória no...

    627  Palavras | 3  Páginas

  • Alguns aspectos de memória no poema homérico Ilíada

    vez que cada um que cantava o poema o fazia ao seu particular modo, acrescentando algumas coisas e modificando outras. Temos consciência da tradição oral que deu forma à Ilíada, visto que era costume na Grécia, desde a pré-história, preservar a memória dos grandes feitos e também dos homens que o fizeram, os heróis. E é essa a tradição que os poemas homéricos seguem, pois além de serem produtos históricos, filhos de um tempo e de um lugar, também transcendem o histórico, ao mesmo tempo. Ultrapassam...

    2269  Palavras | 10  Páginas

  • Resenha Andrade

    ANDRADE,  Maria  Lúcia  C.  V.  O.  Resenha.  São  Paulo:  Paulistana,  2006  (Coleção  Aprenda  a  Fazer)   p.  7   Apresentação  deste  Volume     A   resenha   é   talvez   o   gênero   textual   mais   solicitado   nas   atividades   acadêmicas   e   também   nas   relacionadas   a   algumas   profissões,   como   jornalismo,   teatro,   cinema,   música, ...

    11724  Palavras | 47  Páginas

  • a memória

    Lugares de memória Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Lugar de memória é um conceito histórico posto em evidência pela obra Les Lieux de Mémóire, editada a partir de 1984 sob a coordenação de Pierre Nora, formada por sete tomos, sendo o primeiro Les Lieux de Mémoire, os três seguintes La République e posteriormente mais três volumes intitulados Les France. Essas obras se tornaram referência para o estudo da história cultural na França. Índice [esconder] 1 Origem do termo 2 Conceito ...

    1138  Palavras | 5  Páginas

  • Resenha as Raízes Medievais da Europa

     Jurandir I. da Silva AS RAÍZES MEDIEVAIS DA EUROPA RESENHA LITERÁRIA Registro /S.P A obra de Le Goff. As raízes medievais da Europa nos apresenta a herança que a Idade Média nos deixou através dos Gregos e Romanos alem das regras monásticas criadas por...

    1438  Palavras | 6  Páginas

  • História e Memória Le Goff - fichamento

     Tipo de Fichamento DADOS Assunto (TEMA) Documento / Monumento Local em que se encontra a obra: Artigo (BIBLIOTECA USF – 930.3L528h) Referência bibliográfica: LE GOFF, Jacques. História e Memória. 4. ed. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 1996. A memória coletiva e a sua forma científica, a história, aplicam-se a dois tipos de materiais: os documentos e os monumentos. De fato, o que sobrevive não é o conjunto daquilo que existiu no passado, mas uma escolha efetuada quer pelas forças que operam...

    797  Palavras | 4  Páginas

  • Artigo memória Javé

    publicado na edição nº 13 de agosto de 2006. Questões introdutórias para uma discussão acerca da história e da memória Fabiano Junqueira de Freitas Paula Lou Ane Matos Braga O debate sobre a relação entre história[*1] e memória é uma das grandes discussões teóricas que têm se imposto a várias gerações de historiadores, pois estrutura os fundamentos e objetivos do fazer histórico. A memória não pode mais ser vista como um processo parcial e limitado de lembrar fatos passados, de valor acessório para...

    2501  Palavras | 11  Páginas

  • Memória

    1. Memória. Para uma melhor compreensão começarei explicando genericamente o que é memória, um dos assuntos bases desse artigo. Digo genericamente, pois quando se fala de memória podemos encontrar diversos significados. E para este presente artigo podemos definir memória como uma conservação de experiências vividas ou ouvidas que podem se manifestar por hábitos, objetos, monumentos etc. Sabendo genericamente o significado da memória passo então a apresenta-la mais especifica. Podemos ter uma...

    780  Palavras | 4  Páginas

  • Fichamento Le Goff Documento monumento

    Fichamento: LE GOFF, Jacques. Documento/Monumento - I parte LE GOFF, Jacques. Documento/Monumento. In: História e Sociedade, 4o ed. Campinas, SP; UNICAMP, 1996.   1.   Os materiais da memória coletiva e da história     “A memória coletiva e a sua forma cientifica, a historia, aplicam-se a dois tipos de materiais: os documentos – escolha do historiador - e os monumentos – herança do passado.    “De fato, o que sobrevive não é o conjunto daquilo que existiu no passado, mas uma escolha efetuada...

    1386  Palavras | 6  Páginas

  • resenha

    Hilário. Os três dedos de Adão: Ensaios de mitologia Medieval. Editora da Universidade de São Paulo. São Paulo, 2010. RESENHA Hilário Franco júnior, historiador, professor da universidade de São Paulo(USP) do departamento de história e especializado em história medieval. Fez bacharelado na USP (1976), doutorado também na USP (1982) e seu pós doutorado com Jacques e le Goff na Ècole des Hautes Èdudes em Sciences Sociales. Escritor de livros como: A dança dos Deuses; A Eva Barbada- Ensaios de...

    773  Palavras | 4  Páginas

  • Resumo do capítulo 6 le goff - memórias

    texto: Memória – Jacques Le Goff O ensaio se ocupou com a memória tal com ela nasce nas ciências humanas, ressaltando mais a memória coletiva do que as memórias individuais e descrevendo em tópicos a memória no campo científico global. A linha de estudo ficou por conta das relações entre a memória e a história divididas em cinco tópicos: a memória étnica nas sociedades sem escrita ditas (selvagens); o desenvolvimento da memória, da oralidade à escrita, da Pré-história à Antiguidade; memória medieval...

    1288  Palavras | 6  Páginas

  • Resenha do filme O Nome da Rosa

    Diabo. Por isso esses livros eram considerados profanos, por ser contra os dogmas religiosos. Só tinham acesso a esses livros Burgos e o bibliotecário. Essa biblioteca tinha um labirinto que dava acesso aos livros e quem conseguisse chegar ate o fim e -los seriam mortos. Para eles esses livros tinham o poder de mudar a mentalidade de quem os lessem. O mistério gira em torno de que todos os cadáveres apresentavam sua língua e seus dedos manchados de roxo e de maneira suspeita, antes de morrer, todos...

    1134  Palavras | 5  Páginas

  • Resenha a bolsa e a vida

    UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA [pic] Curso: Ciências Econômicas Aluno: Vitor Dias da Cunha Disciplina: HST 5148 – Historia Econômica Geral Professor: Valmir Muraro Semestre: 2006.1 Assunto: Resenha do livro – A Bolsa e a Vida. Sobre o autor: Jacques Goff vive em Paris. Publicou inúmeras obras sobre os estudos medievais, entre elas Pro uma Outra Idade Media (1977), o nascimento do Purgatório (1981), o imaginário Medieval (1985). Sobre a Bolsa e a Vida - o autor estabelece...

    809  Palavras | 4  Páginas

  • Resenha do Livro Apologia da História ou o Ofício de Historiador

    Resenha do Livro Apologia da História ou o Ofício de Historiador. Bloch, Marc Leopold Benjamin. Apologia da História ou o Ofício de Historiador. Tradução: André Telles. 1º Edição. Rio de Janeiro. Zahar. 2001. O Livro Apologia da História ou o Ofício do Historiador tem como tema, e objetivo, a resposta para uma pergunta: “Papai, então me explica para que serve a história?”. A partir desse questionamento vindo de uma criança para seu pai historiador que Marc Bloch inicia sua tentativa de tentar explicar...

    917  Palavras | 4  Páginas

  • Fichamento Le Goff Documento/Monumento

    LE GOFF, Jacques. Documento/monumento. História e Memória. Campinas: Unicamp, 1990, p. 535-553 1. Os materiais da memória coletiva e história - A memória coletiva e sua forma científica, a história, aplicam-se a dois tipos de materiais: os documentos, escolha do historiador e os monumentos, herança do passado. p. 535 - “De fato o que sobrevive não é o conjunto daquilo que existiu no passado, mas uma escolha efetuada quer pelas forças que operam no desenvolvimento temporal do mundo e da...

    1854  Palavras | 8  Páginas

  • Resenha - os intelectuais na idade média

    RESENHA TEXTO OS INTELECTUAIS NA IDADE MÉDIA ( Do universitário ao humanista) No texto o autor, sintetiza os diversos métodos, modelos e linguagens da intelectualidade medieval. A Escolástica, doutrina de Tomas de Aquino, dogmática que conciliou a revelação. O aristotelismo; o nominalismo, visão filosófica que se preocupava em definir o conteúdo das palavras que sustentava a verdade nas autoridades de escritos antigos;...

    504  Palavras | 3  Páginas

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