O Que É O Mito Do Cientificismo E Por Que Se Trata De Um Reducionismo artigos e trabalhos de pesquisa

  • mito

    através dos meios de comunicação definiu novos conceitos de representação das culturas em escala global, formando, assim, o que entendemos hoje como globalização. Mesmo assim, não se trata de uma globalização acolhedora e que permita a atuação dos mais diversos setores sociais além de suas fronteiras geográficas, mas trata-se de uma globalização construída para atender aos interesses econômicos onde as minorias continuam silenciadas e excluídas do debate pelos grandes conglomerados de comunicação. O...

    1292  Palavras | 6  Páginas

  • O mito da neutralidade científica

    subjetividade pessoal, mas também das influências sociais. A “razão” científica não é imutável. Ela muda. É histórica. Suas normas não tem garantia alguma de invariância. Tampouco foram ditadas por alguma divindade imune ao tempo e às injunções da mudança. Trata-se de normas historicamente condicionadas. Enquanto tais, evoluem e se alteram. isso significa que, em matéria de ciência, não há objetividade absoluta. Também o cientista jamais pode-se dizer-se neutro, a não ser por ingenuidade ou por uma concepção...

    3972  Palavras | 16  Páginas

  • O ADVENTO DA MODERNIDADE

    cidadão contra o autoritarismo e o abuso do poder (principal expoente Kant). A natureza se emancipa do mito através da ciência. Sombras nas promessas iluministas Cientificismo: criado pelo Positivismo e segundo este o único conhecimento perfeito é o científico. Reducionismo: Positivismo valoriza exageradamente o conhecimento científico, excluindo outras formas de abordagem do real, tais como mito, religião e filosofia (consideradas expressões inferiores e superadas da experiência humana). Daí que...

    794  Palavras | 4  Páginas

  • O mito e suas evoluções

    Evolução dos Mitos Introdução Como processo de compreensão da realidade, o mito não é lenda, pura fantasia, mas verdade. Quando pensamos em verdade, é comum nos referirmos à coerência lógica, garantida pelo rigor da argumentação e pela apresentação de provas. A verdade do mito, porém, resulta de uma intuição compreensiva da realidade, cujas raízes se fundam na emoção e na afetividade. Nesse sentido, antes de interpretar o mundo da maneira argumentativa, o mito expressa o que...

    1776  Palavras | 8  Páginas

  • FILOSOFIA DO COTIDIANO

    FILOSOFIA DO COTIDIANO 1- O que é o mito do cientificismo? E por que se trata de um reducionismo? O mito do cientificismo é o mito de que o único conhecimento perfeito é o cientifico . Se trata de um reducionismo porque reduz o objeto próprio das ciências à natureza observável, ao fato positivo; reduz a filosofia aos resultados das ciências; reduz as ciências humanas às ciências da natureza. 2- Explique por que a tecnologia é condição da alienação. A tecnocracia é condição da alienação porque...

    2737  Palavras | 11  Páginas

  • A BUSCA PELO SAGRADO: O mito do herói e os ritos de passagem

    A BUSCA PELO SAGRADO: O mito do herói e os ritos de passagem GP 07 Mística e Iluminação Coordenadora: Cecília Cintra Cavaleiro de Macedo (Centro Universitário São Camilo-SP) André Miele Amado mieleamado@gmail.com Eu sai da minha terra Por ter sina viageira Com dois meses de viagem Eu vivi uma vida inteira Sai bravo, cheguei manso Macho da mesma maneira Estrada foi boa mestra Me deu lição verdadeira Coragem num tá no grito E nem riqueza na algibeira E os pecado de domingo Quem paga...

    3979  Palavras | 16  Páginas

  • TRABALHO

    ................................2 EMPIRISMO..........................................................3 REALISMO CIENTFICO E INSTRUMENTAL........................4 CONSTRUTIVISMO SOCIAL................................................5 ANALISMO E REDUCIONISMO..........................................6 1.2 INTRODUÇAO-A JUSTIFICAÇAO DAS CIENCIA..............7 FALSEABILIDADE.................................................8 COERENTISMO.......................................................9 INFALIBIDADE...

    2831  Palavras | 12  Páginas

  • Unidade iii filosofando

    construídos nem sempre são tematizados, ou seja, não se apresentam de forma sistemática nem têm caráter de conhecimento refletido. Dependendo da cultura, são encontradas, com maior ou menor intensidade, proposições racionais ao lado de crenças e mitos de toda espécie. O senso comum, enquanto conhecimento espontâneo ou vulgar, é ametódico e assistemático e nasce diante da tentativa do homem de resolver os problemas da vida diária. O homem do campo sabe plantar e colher segundo normas...

    4984  Palavras | 20  Páginas

  • Resenha de O mito do método

    UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS Material de leitura para uso exclusivo dos alunos do IFCH O MITO DO MÉTODO* Mirian Limoeiro Cardoso * Trabalho apresentado no Seminário de Metodologia Estatística, realizado na PUC Rio de Janeiro, janeiro-fevereiro de 1971. 2 PREFÁCIO Sendo o objetivo principal dos cursos de Estatística a perfeita compreensão do emprego e das limitações das técnicas estatísticas, temos voltado nossas atenções para o ...

    13093  Palavras | 53  Páginas

  • Cientificismo e Mito da Neutralidade Científica

    CIENTIFICISMO O cientificismo é a crença infundada de que a ciência pode e deve conhecer tudo, que, de fato, conhece tudo e é a explicação causal das leis da realidade tal como esta é. Ao contrário dos cientistas, que não deixam de enfrentar obstáculos em suas pesquisas, o senso comum cientificista resulta numa ideologia e numa mitologia da ciência. Ideologia da ciência: crença no progresso e na evolução dos conhecimentos que, um dia, explicarão totalmente a realidade e permitirão manipulá-la...

    709  Palavras | 3  Páginas

  • POSITIVISMO E CIENTIFICISMO

    POSITIVISMO E CIENTIFICISMO O positivismo é uma corrente filosófica, política e sociológica que originou-se na França no inicio do século XIX, durante o desenvolvimento da industrialização, contexto de transformação social do qual advieram as grandes crises vivenciadas no mundo. Augusto Comte, filósofo francês e idealizador do positivismo, por presenciar a desordem social nesse período, buscou implantar métodos científicos no meio social com a finalidade de restaurar o equilíbrio Os adeptos...

    838  Palavras | 4  Páginas

  • Senso comum e ciência

    sua edição de fevereiro de 2004 (SCIENTIFIC, 2004ª), trouxe uma matéria com um título intrigante, posto o veículo em que está: “Não sabemos que não sabemos”. Trata-se na verdade de uma matéria que aborda as incertezas do pensamento científico, principalmente à luz das descobertas do último século. É uma luz pós-moderna a flagrar o cientificismo moderno. A frase-título é um jogo de palavras que o cientista Heinz Von Foerster, contemplado na matéria, faz a partir das palavras de Sócrates – “Só sei que...

    3909  Palavras | 16  Páginas

  • eja e suas tendencias

    ensino-aprendizagem da EJA, para então, apontar a influência dessa doutrina filosófica nessa modalidade de educação. O objetivo disso foi esclarecer as diversas práticas e entraves que se supõe existir nela. Palavras-chave: Positivismo lógico – Reducionismo. Educação – EJA. ABSTRACT: The aim is to present the logical positivism of Auguste Comte, especially in its aspect reductionist. Then conduct a study on the teaching-learning process of EJA, and then, pointing to the influence of this philosophical...

    3777  Palavras | 16  Páginas

  • Mitos da Ciência

    MITOS DA CIÊNCIA Diemmenson Miguel Maria dos Santos1 RESUMO Este artigo tem por objetivo abordar epistemologicamente os mitos da ciência: Cientificismo, Objetividade e Neutralidade. O mesmo aponta questões éticas que estes mitos suscitam e algumas considerações de alguns filósofos da Escola de Frankfurt. A ciência defende que a produção de seu conhecimento visa a melhoria dos seres humanos, mas não há como olhar para nossa sociedade...

    1962  Palavras | 8  Páginas

  • PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA E TRANSDISCIPLINARIDADE

    Aristóteles, nas traduções e comentários de Averróis, começa a surgir na Escolástica uma corrente que passa a negar a realidade dos universais, a existência do mundo das idéias antes ou independente das coisas, e, portanto, a imortalidade da alma. Trata-se da escola Nominalista (de tendência aristotélica), cujo maior expoente foi Guilherme de Okcham, que se contrapôs à escola Realista (de tendência platônica). Surge então no Ocidente a semente do pensamento dualista, no qual o sujeito é considerado...

    3660  Palavras | 15  Páginas

  • Estruturalismo

    Brasil no ano de 2009. Veio a tona o trabalho de Lévi-Strauss no Brasil e a discussão sobre a corrente estruturalista. As notícias chamaram a atenção pela forma nacionalista e personalista em que foram situadas. A fim de contribuir para atenuar o reducionismo das idéias do pesquisador francês, torna-se importante relacionar alguns posicionamentos e argumentos inerente ao debate do estruturalismo em Lévi-Strauss, referente a modernidade ou a demais períodos históricos. Este debate conceitual no permite...

    3600  Palavras | 15  Páginas

  • Ciência mitos e neutralidade

    concluir que a utilização de métodos científicos não é de alçada exclusiva da ciência, mas não há ciência sem o emprego de métodos científicos. Os Mitos da Ciência Para os cientistas a ciência é uma ferramenta neutra e o seu método é independente da realidade social e cultural, no qual se insere. Saiba o motivo desta crença ser um dos maiores mitos da humanidade. Por volta do século XIX ideia era de que apenas aquilo que pode ser observado faria parte da verdade da vida. O empirismo, tomado como...

    874  Palavras | 4  Páginas

  • Filosofia da ciencia

    ............................1 EMPIRISMO..........................................................2 REALISMO CIENTFICO E INSTRUMENTAL........................3 CONSTRUTIVISMO SOCIAL................................................4 ANALISMO E REDUCIONISMO..........................................5 1.2 INTRODUÇAO-A JUSTIFICAÇAO DAS CIENCIA..............1 FALSEABILIDADE.................................................2 COERENTISMO.......................................................3 INFALIBIDADE...

    1880  Palavras | 8  Páginas

  • CURRICULO MULTICULTURALISMO

    do contexto escolar de saberes e práticas docentes. O multiculturalismo, como campo teórico, se constitui numa tentativa de compreender o processo de construção das diferenças dentro da diversidade cultural que se apresenta em sociedades plurais. Trata-se, portanto, de um currículo de caráter inclusivo e emancipatório, traçado entre lutas e reivindicações. A escola como um território habitado por híbridas identidades culturais constitui, desse modo, um ambiente favorável para identificar, reconhecer...

    3988  Palavras | 16  Páginas

  • Teoria geral do conhecimento

    conhecido. Os objetos do conhecimento nos são dados absolutamente - os objetos se impõe ao sujeito. O dogmático se apega á certeza de uma doutrina (atingiu uma certeza nela permanece ) DIVISÃO: Dogmatismo - Ético: trata-se do conhecimento moral. Dogmatismo Religioso: trata-se do conhecimento religioso CETICISMO : Skeptikos, em grego, significa, “que observa”; “que considera”; concluindo pela impossibilidade do conhecimento. O sujeito não pode apreender o objeto. O objeto é como se...

    6795  Palavras | 28  Páginas

  • Traçando um resumo histórico para contextualizar o período que se segue, a primeira guerra mundial e a revolução russa

    geral, varias filosofias, como os filósofos da linha fenomenológica, se opõem ao positivismo como um todo e tentam superar o reducionismo; ao admitir que o conhecimento verdadeiro é apenas o que pode ser provado e experimentado; e o cientificismo desta tendência. Essa ilusão do saber neutro impede a discussão dos fins a que se destinam as descobertas cientificas. Os mitos do especialista, da tecnocracia e do progresso são utilizados para ….. FENOMENOLOGIA E PEDAGOGIA fenomenologia é uma filosofia...

    2526  Palavras | 11  Páginas

  • Os princípios do cientificismo e sua influência sobre as ciências sociais

    1) Os princípios do cientificismo e sua influência sobre as Ciências Sociais. O cientificismo começou a ser elaborado no século XVIII. Desde que surgiu, o Cientificismo sempre foi uma atitude intelectual bastante difundida. Quem estabeleceu as primeiras bases ou os primeiros fundamentos epistemológicos para a teoria Cientificista do Conhecimento foi Kant. Japiassu, em seu texto diz: “Por “fundamentos epistemológicos do cientificismo”, entendemos, numa primeira aproximação, esse “fundo de...

    3567  Palavras | 15  Páginas

  • O mito do monopólio natural

    O mito do monopólio natural por Thomas DiLorenzo, sexta-feira, 18 de maio de 2012 O termo "utilidade pública" ... é em si absurdo. Todo bem é útil "para o público", e praticamente qualquer bem ... pode ser considerado "necessário". Qualquer designação de algumas poucas indústrias como sendo "utilidade pública" é completamente arbitrária e injustificada. — Murray Rothbard, Power and Market A maioria dos setores considerados de 'utilidade pública' usufrui o privilégio de receber concessões e garantias ...

    6088  Palavras | 25  Páginas

  • Arte

    É lógica nos procedimentos, mas não ao nascer. O homem sempre se incomodou com a incerteza. Viver sempre sobressaltado não é boa vida. Ele gosta de sentir-se seguro e, por isso, apela facilmente para narrativas que produzem segurança como mitos, religiões, sabedorias e também ciência. Para tanto, sabe-se que a criatividade só é possível em ambiente de incerteza. Só é capaz de criar quem tem coragem de correr riscos, apostar no desconhecido, saber desfazer o que já fez, confrontar-se com o...

    16063  Palavras | 65  Páginas

  • Democracia Racial: o ideal, o pacto e o mito

    1 Democracia Racial: o ideal, o pacto e o mito “O mytho é o nada que é tudo O mesmo sol que abre os céus É um mytho brilhante e mudo...” Fernando Pessoa Antonio Sérgio Alfredo Guimarães Departamento de Sociologia, USP Resumo: Examino, neste texto, a expressão “democracia racial” e sua disseminação. O argumento central é de que ela foi usada por ativistas negros, políticos e intelectuais para designar um ideal de convivência interracial e um compromisso político de inclusão das massas...

    8993  Palavras | 36  Páginas

  • RESENHA LENDA E MITOS DA AMAZONIA

    Fichamento LENDA E MITOS DA AMAZONIA “A mais extraordinária peculiaridade da natureza é sua capacidade de manter-se em um estado de permanente equilíbrio, essencial para a sua própria perenização.” (p. 30) “A natureza amazônica constitui provavelmente a única estrutura complexa capaz de manter-se viva, ativa e rica em presença das condições ambientais ali reinantes, representadas por um solo pobre, altas temperaturas, chuvas constantes e elevadíssimo grau de umidade relativa!” (p.30) “Qualquer ...

    7436  Palavras | 30  Páginas

  • Filosofia da Ciência

    construtivista pode defender que fatores sociais desempenham um grande papel na aceitação de novas teorias científicas. Do lado mais forte, a existência do planeta Marte é irrelevante, desde que tudo o que realmente temos são observações, teorias e mitos,os quais são por si só construídos por interação social. Deste lado, as afirmações científicas são a respeito de uma sobre a outra, e o teste empírico é não mais que algo para verificar a consistência entre diferentes conjuntos de teorias sociologicamente...

    2814  Palavras | 12  Páginas

  • O Mito

    O MITO NA PERSPECTIVA DE JEAN PIERRE VERNANT * Renata Cardoso Beleboni O estudo da Antigüidade no Brasil, seja ela grega, romana ou egípcia é sempre difícil na medida em que não temos aqui, salvo alguns vestígios arqueológicos, fontes primárias. As pesquisas que são realizadas dependem, em sua maioria, de obras de autores estrangeiros e de traduções, o que limita a quantidade e qualidade da documentação a ser analisada. Embora, nos últimos anos tenha aumentado o número de pesquisadores...

    1732  Palavras | 7  Páginas

  • Mitos e lendas

    A CONSCIÊNCIA MÍTICA 1. Introdução Antes da discussão dos conceitos, sugerimos fazer uma pesquisa sobre mitos, a fim de recolher elementos para melhor exemplificação do capítulo: 1. Mito da criação do mundo segundo Hesíodo 2. Urano, Cronos e Zeus 3. Deméter e Perséfone 4. Prometeu e Pandora 5. Dionísio e Apolo 6. Narciso 7. Ritos de iniciação de povos primitivos 8. Lendas de índios brasileiros 1. Introdução Entre os inúmeros relatos de índios habitantes das terras brasileiras, encontramos...

    13824  Palavras | 56  Páginas

  • Mitos modernos

    Mitos modernos Os mitos buscam explicar a realidade e os fenômenos do mundo, por meio de representações simbólicas e fantasiosas, muitas vezes gerados no imaginário coletivo de dada cultura ou sociedade. Quando Sócrates perguntou-se sobre a origem do homem, para onde ele vai, do que é feito e qual o motivo por existir, começava-se a questionar o mito mais primordial de todas as sociedades humanas: O mito da cosmogonia, que refere-se a origem e a destruição de todas as coisas; Na Grécia antiga...

    735  Palavras | 3  Páginas

  • Modernidade

    logicamente, a desrazão, ou o pensamento emotivo não é próprio da existência, então ou penso de forma lógica e existo ou penso emotivamente e não existo. Como toda energia contida um dia vem à tona, o homem acaba tendo problemas, pois não se trata de uma máquina. As três principais vozes discordantes deste estado de coisa são Marx, Nietzsche e Freud. Cada um ao seu modo procura mostrar as falhas, as contradições do sistema que levou o homem ao desespero. Apesar da denúncia dos três pensadores...

    5225  Palavras | 21  Páginas

  • Cientificismo

    Cientificismo é um termo forjado na França durante a segunda metade do século XIX para designar a escola de pensamento que aceita apenas a ciência empiricamente verificável como fonte de explicação de tudo que existe. Assim, o termo tem sido aplicado para descrever a visão de que as ciências formais e naturais têm primazia sobre outros campos de pesquisa, tais como as ciências sociais ou humanas. O cientificismo é também, por vezes, identificado por alguns como sendo a "religião dos céticos" ou...

    546  Palavras | 3  Páginas

  • FICHAMENTO DO LIVRO – PESAVENTO, Sandra Jathay. História e história cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2003

    após a queda dos regimes comunistas. Essa teoria tornara-se muito simplista. Esses historiadores chamados neomarxista “criticavam, basicamente, a versão leninista e, posteriormente, estalinista da história, com seus corolários de postulados: o reducionismo econômico, o mecanicismo, o etapismo evolutivo. [...] o conceito de ideologia foi considerado insuficiente para a análise do chamado ‘mundo das idéias”, amarrado que estava às determinações da classe e do mecanismo da dominação e subordinação”...

    9201  Palavras | 37  Páginas

  • filosofia

    a bordos sem examinação —Daniel Dennett, Darwin's Dangerous Idea, 1995. Índice [esconder] 1 Natureza das afirmações e conceitos científicos 1.1 Empirismo 1.2 Realismo científico e instrumentalismo 1.3 Construtivismo social 1.4 Análise e reducionismo 2 A justificação de afirmações científicas 2.1 Indução 2.2 Falseabilidade 2.3 Coerentismo 2.4 A Navalha de Occam 3 Contabilidade social 3.1 Infalibilidade científica 3.2 Críticas da ciência 4 Ver também 5 Expoentes da filosofia da ciência ...

    4819  Palavras | 20  Páginas

  • Filosofia - Resumo Mito

    deuses e deusas. O mito é uma verdade intuída. - O Mito e a Filosofia são tentativas de explicar o mundo e suas diferenças através da linguagem. - O MITO: uma narrativa de caráter simbólico relacionada a determinada cultura. PRINCIPAIS FUNÇÕES DO MITO – ATLAS E A TERRA Explicar a realidade. Acomodar e tranquilizar o homem em um mundo assustador. Reforçar a coesão social sob forma de relatos fáceis de compreender transmitidos de geração a geração. IMPORTANTE: I - O mito existe em todos os...

    1000  Palavras | 4  Páginas

  • Fé e razão

    Relation, Knowledge, Crisis. Nos primeiros momentos da história do pensamento, temos no Ocidente, o surgimento dos sentimentos religiosos naturais que, a partir da Grécia, apresenta uma vasta poesia mitológica: os deuses e as deusas - ficções ou mitos de um paraíso imaginário - governam os fenômenos ou manifestações da natureza. São os caminhos da crença mitológica. Mas logo dá o salto da poesia religiosa para a lógica do raciocínio, que segue os caminhos da razão. É neste período que surgem os...

    5680  Palavras | 23  Páginas

  • Trabalho As origens do pensamento científico sobre o social

    vive. No começo o modo de explicar a realidade era através de mitos, porém com o passar do tempo o homem procurou outras formas de explicar o mundo como religiões, filosofia e ciência. A princípio a igreja era a responsável por explicar a realidade, o teocentrismo, em que a vida era imóvel. Sociologia pré-científica (renascimento século XVI) se refere ao pensamento social anterior ao desenvolvimento da sociologia como ciência. Trata-se do pensamento filosófico que se desenvolveu a partir do Renascimento...

    1529  Palavras | 7  Páginas

  • Nem tudo é realtivo

    redescobrirmos um pensamento de liberdade, capaz de zombar, não somente dos dogmatismos, integrismos e moralismos, mas de todos os ceticismos relativistas, a fim de fazermos de nosso esforço de conhecimento uma aventura infinita de busca da verdade. Trata-se de um pensamento sem dogmas, voltado para o futuro, que só progride destruindo suas próprias certezas, mas que não abre mão de buscar a verdade. Vivemos uma época de conformismo generalizado, não somente no plano do consumo, mas no da política,...

    32353  Palavras | 130  Páginas

  • Contabilidade

    "pensamento científico" surgiu na Grécia Antiga com os pensadores pré-socráticos que foram chamados de Filósofos da Natureza e também Pré-cientistas. Nesse período a sociedade ocidental pela primeira vez ousou abandonar a forma de pensar baseada em mitos e dogmas para estabelecer uma nova forma de pensar, uma forma de pensar naturalista baseada no ceticismo. O pensamento dogmático coloca as ideias como sendo superiores ao que se observa. O Pensamento cético coloca o que é observado como sendo superior...

    10579  Palavras | 43  Páginas

  • Trabalho Antropologia A Influ Ncia Do Romantismo No Surgimento Das Ci Ncias Humanas Texto

    transformações da cosmologia ocidental no século XVII, intitulada Do mundo fechado ao universo infinito (Koyré, 1979). Vê-se nesse título a ênfase na emergência de uma nova concepção de mundo a que se chamará de “universo”. É o que sustenta o universalismo. Trata-se sobretudo da representação, nova por excelência, de um mundo sem limites, nem temporais nem espaciais. Um infinito – em todas as direções e sentidos. Esse mundo se oferece à experiência humana de modo também ilimitado, graças à crença na capacidade...

    8481  Palavras | 34  Páginas

  • 30007 34844 1 PB 2

    e as sociedades podem e devem ser racionais em seu princípio, em sua conduta e em sua finalidade. Em suma, o racionalismo consiste no fato de se erigir a Razão (sob sua variante ocidental de razão científica) em sistema absoluto promovendo um cientificismo para o qual "fora da ciência não há salvação" e que a Ciência constitui o único caminho susceptível de conduzir-nos à Verdade. A grande tese do racionalismo (como doutrina filosófica) consiste em afirmar: nada existe que não tenha sua razão de...

    5023  Palavras | 21  Páginas

  • Nietzsche e a crítica à noção de progresso positivista

    absolutas. Fruto da racionalidade moderna, o positivismo3 surge no século XIX com Augusto Comte4. O positivismo derivou-se do Cientificismo5, submetendo à razão humana ao conhecimento da realidade, para interpretá-la na forma das leis naturais. O cientificismo respalda o positivismo enquanto constrói um conhecimento para a mudança, pois este está unido às transformações da sociedade europeia e à implantação da industrialização. O positivismo defendeu que essas leis seriam o fundamento da regulação...

    17547  Palavras | 71  Páginas

  • porque a psicanalise

    derrota do sujeito 2. Os medicamentos do espírito 3. A alma não é uma coisa 4. O homem comportamental SEGUNDA PARTE A grande querela do inconsciente 1. O cérebro de Frankenstein 2. A “carta do equinócio” 3. Freud está morto na América 4. Um cientificismo francês TERCEIRA PARTE O futuro da psicanálise 1. A ciência e a psicanálise 2. O homem trágico 3. O universal, a diferença, a exclusão 4. Crítica das instituições psicanalíticas PRIMEIRA PARTE A Sociedade Depressiva A derrota do sujeito ...

    40006  Palavras | 161  Páginas

  • Conhecimento racional

    influenciaram nas modificações do conhecimento, que por sua vez segue uma relação de sujeito e objeto, sendo racional (concreto) ou empírico (abstrato). Os gregos foram os primeiros a desenvolver um tipo de conhecimento racional mais desligado do mito que proporcionava um saber mágico, permeado pelo desejo de atrair o bem e afastar o mal, dando segurança e conforto ao homem. Os primeiros filósofos tinham como preocupação em buscar explicar todas as coisas, cuja unidade resumiria na extrema multiplicidade...

    1377  Palavras | 6  Páginas

  • Processo comunicativo

    o receptor e seus efeitos recíprocos um no outro à medida que se comunicam. Quando um emissor é intimidado por seu receptor durante o processo de envio de uma mensagem, a própria mensagem e a interpretação dela serão afetado. (1984, p.133)- Hall Trata-se de um processo relacional entre indivíduos, departamentos, unidades e organizações. No dia-a-dia o aspecto relacional da comunicação nas organizações, internas e externamente, nós podemos ver que elas sofrem interferências e condicionamentos variados...

    1039  Palavras | 5  Páginas

  • Conciêcia

    A CONCIÊNCIA MÍSTICA Mito modo de consciência que predominam nas sociedades indígenas e nas civilizações antigas que exerceram uma significativa influência. O mito está presente até hoje, entre os indígenas várias versões sobre a origem da noite, de modo semelhante os maué os gregos dos tempos homéricos narram o mito pandora (origem dos males) ambos se assemelham, pois trazem origem de algo. O mito nós leva a compreender as maneiras fantasiosas de explicar a realidade quando não foi justificada...

    679  Palavras | 3  Páginas

  • A águia e os estorninhos

    após a morte. Entrando neste assunto de discordância de conceitos podemos encontrar o cientificismo, que é uma ideologia que permite as pessoas deixarem de serem ignorantes através do conhecimento cientifico, apenas a ciência verificável como fonte de explicação para todas as coisas existentes. Isto fez com que o termo cientificismo fosse usado para descrever outras formas de ciências. Criticar o cientificismo seria, basicamente, dizer que não existe e tudo tem uma explicação lógica baseada em estudos...

    1368  Palavras | 6  Páginas

  • filosofia

    Texto da questão [...] os povos pré-científicos, independentemente de seu gênio inato, jamais conseguiram adivinhar a natureza da realidade física além da esfera minúscula atingível pelo senso comum isolado. Nada jamais funcionou, nenhuma prática do mito, revelação, arte, transe ou qualquer outro meio concebível; e, não obstante a satisfação emocional concedida, o misticismo, a mais forte sonda pré-científica rumo ao desconhecido, nada produziu. Nenhum encantamento de xamã ou jejum sobre uma montanha...

    1798  Palavras | 8  Páginas

  • fichamento

    obra. 5. Modelo de ficha de conteúdo EPISTEMOLOGIA. JAPIASSU, Hilton F. O mito da neutralidade científica. Rio de Janeiro: Imago, 1975 (Série Logoteca)., Resenhas: Reflexão I (2): 163-168. abr. 1976 . Revista Brasileira de Filosofia 26 (102): 252-253. jun. 1976. O texto visa fornecer alguns elementos e instrumentos introdutórios a uma reflexão aprofundada e crítica sobre certos problemas epistemológicos (p. 15) e trata da questão da objetividade científica, dos pressupostos ideológicos da ciência...

    758  Palavras | 4  Páginas

  • A descristianização da sociedade

    conseqüência do progresso humano. Para entender este processo de descristianização É importante salientar que religião surge na sociedade primitiva como explicação dos acontecimentos e fenômenos não explicáveis pelo homem onde reinava a figura do Mito.  Para sabermos como os princípios e as regras essenciais da política foram então modificados, basta lembrarmo-nos de que a antiga sociedade fora constituída por uma velha religião, cujo principal dogma era que cada deus protegia exclusivamente uma...

    882  Palavras | 4  Páginas

  • Cosmovisão, epistemologia e educação

    de interpretar a realidade entre outras possíveis. Essa totalidade significativa é apenas um arranjo provisório que se mantém até onde a coletividade se sente segura. Quando, no entanto, este conjunto de crenças e valores, costumes e tradições, mitos e saberes não é mais capaz de assegurar a tranqüilidade espiritual da coletividade, os elementos que compõem a mundividência começam a se desintegrar e, aos poucos, cedem lugar a novas significações. 2.0. O HOMEM: LINGUAGEM, HISTÓRIA, TRABALHO...

    33736  Palavras | 135  Páginas

  • cosmovisão

    de interpretar a realidade entre outras possíveis. Essa totalidade significativa é apenas um arranjo provisório que se mantém até onde a coletividade se sente segura. Quando, no entanto, este conjunto de crenças e valores, costumes e tradições, mitos e saberes não é mais capaz de assegurar a tranqüilidade espiritual da coletividade, os elementos que compõem a mundividência começam a se desintegrar e, aos poucos, cedem lugar a novas significações. 2.0. O HOMEM: LINGUAGEM, HISTÓRIA, TRABALHO...

    30811  Palavras | 124  Páginas

  • oscar cullman

    “Senhor” e “Salvador”, ilustra a obra presente; “logos” e “Filho de Deus” enfatizam sua preexistência. Esse livro prioriza exclusivamente a cristologia funcional e nega a cristologia ontológica. Heil als Geschichte é um livro de cerca de 350 páginas que trata diversos assuntos, dentre eles destaca-se sua conclusão que apresenta as implicações teológicas e sistemáticas da doutrina da história da salvação. Cullmann trava sua maior de todas as batalhas, o combate a Rudolf Bultmann. Para ele, a interpretação...

    2704  Palavras | 11  Páginas

  • "Oscilações entre o Reducionismo e o Fisicalismo Não-Redutivo no Naturalismo Biológico de John Searle" (publicado na Revista Trans/Form/Ação, Marília, v. 36, n. 2, Maio/Ago., 2013)

    Oscilações entre o reducionismo e o fisicalismo Artigos / Articles Oscilações entre o reducionismo e o fisicalismo não-redutivo no naturalismo biológico de John Searle1 Tárik de Athayde Prata2 Maxwell Morais de Lima Filho3 RESUMO: O artigo examina a concepção de Searle sobre a redução da consciência (em especial a sua teoria acerca de seus poderes causais), que se mostra obscura e incoerente. Porém, essa incoerência não é inevitável, pois o naturalismo biológico possui elementos...

    10173  Palavras | 41  Páginas

  • Psicologia como disciplina científica e discurso sobre a alma.

    abordagens clínicas dentro da Psicologia. A teoria torna-se um discurso fechado em si mesmo, sem possibilidade de apreciação crítica, totalizante e não passível de confrontação com a realidade, isto é, com características discursivas de um mito - salientando-se que o mito é uma narrativa que confere um sentido e organiza uma realidade anteriormente caótica. Cabe então indagar: qual seria este “domínio psicológico”? Qual seria a seu modo mais adequado de abordagem e de descrição? Qual a relação entre...

    3284  Palavras | 14  Páginas

  • Ciência, senso comum e revoluções científicas: ressonâncias e paradoxos

    biblioteconomia e ciência da informação pela PUC-Campinas. E-mail: mfrancelin@yahoo.com.br Resumo Revisa alguns aspectos da constituição do conhecimento científico, como, por exemplo, sua definição, sua relação com a filosofia, com a religião e com o mito; segundo, descreve algumas características de eventos que se desenvolveram e ainda se desenvolvem a partir de novos conceitos em torno da própria ciência, tais como o (novo) senso comum e algumas discussões (Thomas Kuhn e Karl Popper) sobre as...

    7397  Palavras | 30  Páginas

  • pedagogia

    por elevados níveis de complexidade e precariedade, quando compreendida como ciência da prática e para a prática. Assim o que se propõe é identificar a pedagogia como campo do conhecimento sobre e na educação. Campo de conhecimento porque não se trata apenas de teorias científicas, na medida em que envolve outras formas e outros tipos de conhecimento. A pedagogia, além de constituir-se por uma abordagem transdisciplinar do real educativo, ao articular as teorias das diferentes ciências que lhe dão...

    1713  Palavras | 7  Páginas

  • Resenha: a ralé brasileira: quem é e como vive

    Humanitas 2009. Capítulo 1- A construção do mito da “brasilidade”. Jessé Souza inicia o capítulo 1, afirmando que o ‘mito nacional’ representa um modo moderno para a confecção de um senso de ‘solidariedade coletiva’, ou seja, a ideia de o povo brasileiro se identificar como o povo da ‘emocionalidade’ e da ‘espontaneidade’ representa o sentimento de formação de uma unidade de que ‘todos estamos no mesmo barco’. Para o autor, a criação do mito foi extremamente eficiente, ‘está em todas as células...

    1079  Palavras | 5  Páginas

  • Resenha Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem na Adolescência

    Ser criança e ser adolescente parecem territórios biologicamente bem demarcados para muitos. No primeiro caso, trata-se de um período etariamente, senão biopsiquicamente vistos como épocas fronteiriças. A infância é um momento de formação da pessoa, marcada pela imaturidade e pela necessidade de amparo, já que, nesta fase, temos um adulto em miniatura; a adolescência, por seu turno, caracterizar-se-ia por momentos de grandes transformações fisiológicas e instabilidades, que requerem cuidados para...

    645  Palavras | 3  Páginas

  • 2 Capitulo de filosofia a consciência mitica

    ocupavam a mente das pessoas? Vamos primeiro examinar o mito, modo de consciência que predomina nas sociedades da Antiguidade. Ao contrario, porém, do que muitos supõem o mito não desapareceu com o tempo. Está presente até hoje. Entre os povos indígenas habitantes das terras brasileiras, encontramos varias versões sobre a origem da noite. Um desses relatos é o dos maué. De modo semelhante aos maué, os gregos do tempos homéricos narram o mito de Pandora, a primeira mulher. Nos dois relatos, percebemos...

    1437  Palavras | 6  Páginas

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