Cagliari Alfabetizando Sem O Ba Be Bi Bo Bu artigos e trabalhos de pesquisa

  • Cagliari, cap 2

    No capítulo 2 “o ensino e a aprendizagem: os dois métodos”, do texto “Alfabetizando sem o ,,bi,,bu”, CAGLIARI (1998). No texto a autora trata de dois métodos que são: o ensino e a aprendizagem referem-se a questões levadas a sala de aula e que nem profissionais da área da educação estão sabendo diferenciar ambos. Na citação a seguir trás um pequeno pedaço do texto onde o autor busca explicar o que cada qual represente (significa): “Ensinar é um ato coletivo: pode-se ensinar a um grande número...

    671  Palavras | 3  Páginas

  • alfabetizando sem o b á ba

     ALFABETIZANDO SEM O --BI--BU SUMÁRIO Prefácio 4 Introdução 8 1. História da alfabetização 11 2. O ensino e a aprendizagem: os dois métodos.. 35 3. Avaliação, promoção, planejamento 61 4. O método das cartilhas 79 5. Panorama do processo de alfabetização 103 6. A decifração da escrita 119 7. Procedimentos para o estudo das letras 133 8. Sugestões de atividades na alfabetização 163 9. A produção de textos espontâneos 197 10. As hipóteses por trás dos erros 241 11. Ditado...

    12190  Palavras | 49  Páginas

  • Resenha do livro alfabetização e linguistica, cagliari

    CAGLIARI, Luiz Carlos. ALFABETIZAÇÃO E LINGUÍSTICA: 10. ed. Scipione. São Paulo, 2001. Luiz Carlos Cagliari, nascido em Campinas, em julho de 1945, é professor titular de fonética e fonologia do Departamento de Linguística do Instituto de Estudos da linguagem da Unicamp, Mestre em Línguistica geral pela Unicamp, Doutor pelo Departamento de Linguistica da Universidade de Edimburgo, Escócia. Autor de trabalhos publicados na aera da Educação, também é pós-doutor na Universidade de Oxford. Um dos...

    1216  Palavras | 5  Páginas

  • Cartilha alfabetizando

    Alfabetizando para Plena Liberdade CARTILHA ALFABETIZANDO PARA PLENA LIBERDADE Jakeline Marinho Marcellus Ugiette Maria José Arruda Suely Dantas Jakeline – Marcellus – Maria - Suely 1 Alfabetizando para Plena Liberdade Marcellus de Albuquerque Ugiette Promotor de Justiça de Execuções Penais no Estado de Pernambuco – Especialista em Ciências Jurídicas e Criminais pela UFPE - Professor de Direito Penal na Faculdade de Direito em Vitória de Santo Antão/PE, e na FAREC em...

    4276  Palavras | 18  Páginas

  • Cartilha alfabetizando

    Alfabetizando para Plena Liberdade CARTILHA ALFABETIZANDO PARA PLENA LIBERDADE Jakeline Marinho Marcellus Ugiette Maria José Arruda Suely Dantas Jakeline – Marcellus – Maria - Suely 1 Alfabetizando para Plena Liberdade Marcellus de Albuquerque Ugiette Promotor de Justiça de Execuções Penais no Estado de Pernambuco – Especialista em Ciências Jurídicas e Criminais pela UFPE - Professor de Direito Penal na Faculdade de Direito em Vitória de Santo Antão/PE, e na FAREC em Recife. ...

    4249  Palavras | 17  Páginas

  • fonetica

    vida escolar. Para Lemle, a escrita contém ainda outras ideias relevantes, como a ligação entre a corrente de sons que emitimos ao falar e o sentido dessa corrente em acordo com um conteúdo mental. Segundo a autora o problema para o alfabetizando é captar o conceito de palavra (que seria o casamento de sons e sentidos que utilizamos como tijolos na expressão de nossos pensamentos). Assim, há na prática escolar da alfabetização dois níveis de representação simbólica: representação...

    2050  Palavras | 9  Páginas

  • Alfabetização

    – DED Disciplina: Seminários de Estudos II Profª.Verônica Aluna: Sibele Alves de Souza Figuerêdo Ficha de Leitura CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetizando sem --bi--bu / Luiz Carlos Cagliari.-São Paulo: Scipione, 1998. – (Pensamento e ação do magistério) 1. Alfabetização (Pré-escola ) I. Titulo. II. Série. Objetivo da Auto O livro alfabetizando sem --bi--bu é uma obra voltada para formação de professor alfabetizador. Discute a teoria da aquisição de linguagem escrita e fornece...

    1283  Palavras | 6  Páginas

  • alfabetizando sem o ba-be-bi-bo-bu

    ALFABETIZANDO SEM O --BI--BU O principal trabalho escolar de primeira série é alfabetizar crianças. Alfabetizar é ensinar a ler e a escrever, e o segredo da alfabetização é a leitura. Escrever é uma decorrência do conhecimento que se tem para ler. O professor não precisa se preocupar com o fato de seus alunos falarem errado no início, tampouco um aluno é falante de um dialeto não aceito como norma culta pela escola, não precisa abandonar seu dialeto para aprender a norma padrão. ...

    4846  Palavras | 20  Páginas

  • ATPS Alfabetização e letramento

    Letramento, tendo como público-alvo alunos em processo de alfabetização inicial. LIVRO-TEXTO DA DISCIPLINA A produção desta ATPS é fundamentada no livro-texto da disciplina, que deverá ser utilizado para solução do desafio: CAGLIARI, Luís Carlos. Alfabetizando sem o --bi--bu. 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2009. ETAPA 1 (tempo para realização: 05 horas) Aula-tema: Produção de textos e sua avaliação. Políticas de promoção da alfabetização e do letramento. Esta atividade é importante para que...

    2036  Palavras | 9  Páginas

  • DESAFIO 3 SEMESTRE 1

    apresente um breve panorama do magistério no Brasil, com ênfase na educação infantil. Construa em até duas páginas o breve histórico da profissionalização docente. Dicas ler e fazer uma sintese do primeiro capitulo do livro: CAGLIARI, Luiz C. Alfabetizando sem o --Bi--Bu. São Paulo: Scipione, 2009. Caderno de Atividades ARANHA, Maria Lucia Arruda. História da Educação e da Pedagogia.São Paulo: Moderna, 2010. Outra fonte: SOARES, M. LETRAMENTO: um tema em três gêneros, 1998. Encontre...

    750  Palavras | 3  Páginas

  • Planejamento anual 1º ano

    analisando seus usos no cotidiano da vida real, considerando toda a experiência prática que os alunos possuem acerca da língua da qual são falantes nativos, lembrando-se de respeitar as variações linguísticas do dialeto falado pelo aluno. Cagliari destaca a importância de trabalharmos com a questão da diversidade linguística: “A escola deve promover o dialeto de prestígio da região, deve fazer com que os alunos aprendam a usá-lo com propriedade, mas para isto não deve destruir os dialetos...

    4167  Palavras | 17  Páginas

  • Metodologia e pratica de alfabetização e letramento

    FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ UNIDADE DE VILA VELHA CURSO DE PEDAGOGIA NÍCIA DA CONCEIÇÃO RIBEIRO capt. do livro alfabetizando sem o ba--bi--bu autor: l=uis carlos cagliari QUESTÕES DO TEXTO: ALFABETIZAÇÃO E ESCOLA VILA VELHA 2012 TEXTO: ALFABETIZAÇÃO E ESCOLA - PÁGS 34 a 36 QUESTÕES: 1. “Os órgãos da administração pública, encarregados da educação, engessaram as escolas com leis e decretos”. Explique esta afirmação. O ensino sempre foi objeto...

    764  Palavras | 4  Páginas

  • tecnologia

    __________________________________________________________________________________________________________________________________ O boi bebe. O boi baba. O boi bebe e baba O boi bebeu e babou Esse é um texto cartilhal apresentado por Cagliari (1998, pág. 223) Observe que a cartilha simplesmente desconsidera a fala tal como se dá na sociedade, propondo um modelo estereotipado, cujo objetivo é apresentar as sequências silábicas. Saiba mais As cartilhas são conhecidas no Brasil...

    2054  Palavras | 9  Páginas

  • Hist ria da Alfabetiza o Edlauva

    leitura e cópia era o segredo da alfabetização” (p. 17) – aprendizagem por transmissão de conhecimentos. 7. Relação sistema alfabetização de escrita e • Princípio acrofônico - o som inicial do nome da letra é o som que a letra representa: Letra Fonema B V Vê Esse princípio permite a simplificação no número de letras e a leitura e a escrita. 8. Alfabetização na Idade Média • A alfabetização geralmente ocorria em casa, por tanto não era uma atividade escolar. • Permanência do princípio acrofônico. 1° 2°...

    846  Palavras | 4  Páginas

  • Diversos

     ALFABETIZAÇÃO SEM O BA BE BI BO BU Aos quatorze dias do mês de Maio de dois mil e doze as alunas Andréia e Natália apresentaram o 1° capitulo A história da alfabetização. Natalia iniciou os relatos sobre a início da escrita onde foi responsável também pelas regras da alfabetização. Os antigos usavam os desenhos e símbolos como processo da escrita, cada letra era apresentada por diferentes símbolos assim como os números. Os gregos fizeram a adaptação ou implantação...

    1326  Palavras | 6  Páginas

  • Projetos e práticas de açao pedagogica

    Considerações iniciais/ justificativas/ objetivos • A construção da escrita do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica. O nome da pessoa está sempre nas suas primeiras manifestações da escrita. • As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir do trabalho com os nomes próprios da classe. • A alfabetização é considerada como uma necessidade de aprendizagem elementar, indispensável para o bom desempenho de diversas práticas sociais no cotidiano...

    812  Palavras | 4  Páginas

  • Scipione

    Scipione, 1989. P. 15-49 CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e Lingüística. São Paulo: Editora APRESENTAÇÃO DO TEXTO O texto a linguística e o ensino de português é um texto que fala sobre a carência da linguística no ensino do português e ensina os pontos aonde podem ser aplicadas melhorias para um ensino do português com maior eficiência e eficácia, fato que não ocorre como evidência o autor ao longo das páginas do texto. também uma impessoalidade do narrador ao de correr das 34 páginas lidas...

    923  Palavras | 4  Páginas

  • Resumo História da alfabetização

     Resumo História da alfabetização O texto de Cagliari tem como objetivo tratar da história da educação desde os tempos remotos até os dias de hoje, deixando claro que tanto a escrita quanto as regras de alfabetização acompanham o homem desde o começo da civilização, mostrando que a alfabetização é tão antiga quanto a escrita. Assim, o autor nos mostra que alfabetizar é tarefa simples, relata também que é falsa a ideia de...

    873  Palavras | 4  Páginas

  • Cartilha

    método sintético para o ensino da leitura e da escrita, o que significa dizer que métodos analíticos conviviam com métodos sintéticos. Conforme Cagliari (1989), os professores alfabetizadores sempre tiveram uma forte inclinação para seguir métodos prontos, por exemplo, trazidos por cartilhas e obras semelhantes. Algumas metodologias como --bi--bu resultam em mais problemas do que soluções para o processo de alfabetização, porém isso não significa que devemos descartar tais tecnologias, muitas...

    2083  Palavras | 9  Páginas

  • A importância da alfabetização nas séries iniciais

    onde o assunto será desenvolvido, de acordo com diversas pesquisas feitas pela Internet, artigos, teses e revista on-line, onde buscaremos conhecimentos em conteúdos publicados por profissionais específicos em área de educação, como Luiz Carlos Cagliari e outros estudiosos que através de suas publicações, permitirão aprofundar nossos conhecimentos em relação ao tema em estudo. ➢ INTRODUÇÃO O presente trabalho terá como objetivo discursar sobre um assunto que ocupa, hoje...

    1040  Palavras | 5  Páginas

  • diversos

    princípios e processos. Curitiba: Ibpex, 2007. OYARZABAL, Graziela Macuglia. Fundamentos teóricos e metodológicos dos anos iniciais. Curitiba: InterSaberes, 2012. (Série Formação Pedagógica). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetizando sem o --bi--bu. São Paulo: Scipione, 2009. COUTO, Ana Cristina Ribeiro. Ensino Fundamental: caminhos para uma formação integral. Curitiba: Ibpex, 2010. (Série Pesquisa e Prática Profissional em Pedagogia). KRAMER, Sonia. Alfabetização...

    658  Palavras | 3  Páginas

  • ATPS PROFESSORA LIA 12

    alfabeto, as relações entre letras e sons, dos diferentes sistemas de escrita e da ortografia. A alfabetização é concentrada na aprendizagem da escrita e da leitura, como decifração da escrita através da linguagem. Fonte: CAGLIARI, Luis Carlos. Alfabetizando sem o --bi--bu. 1ª Ed. São Paulo: Scipione, 1998. Passo 3 (Equipe) Pesquisar sobre as concepções de letramento e de alfabetização. Para isso, sugere-se a leitura do artigo “Letramento e alfabetização: as muitas facetas”, de Magda Soares...

    685  Palavras | 3  Páginas

  • Levantamento bibliografico

    UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE PEDAGOGIA EAD Tema: A alfabetização na educação infantil Aluna: LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO PRELIMINAR 1- Cagliari,Luiz Carlos.Alfabetizando sem o ----bu.São Paulo:Scipione,2009. Luiz Carlos Cagliari é um professor universitário brasileiro, que atua no campo da linguística, com especialidade em fonética. É professor-adjunto no Departamento de Linguística da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP de Araraquara e livre-docente...

    810  Palavras | 4  Páginas

  • alfabetização e letramento

    época de escrita primitiva, ser alfabetizado significava saber ler o que aqueles símbolos significavam e ser capaz de escrevê-los, repedindo um modelo mais ou menos padronizado, mesmo porque o que se escrevia era apenas um tipo de documento ou texto (CAGLIARI, 1998, p. 14). A escrita alfabética teve início com a criação do alfabeto fenício onde cada signo representava uma letra que facilitava a escrita de qualquer palavra. Mas a forma de escrita passou por muitas modificações no decorrer desse tempo...

    5921  Palavras | 24  Páginas

  • metodologia

    outras palavras significativas. Codificação: (conceito próprio de Paulo Freire). Representação de um aspecto da realidade expresso pela palavra geradora, por meio da oralidade, desenho, dramatização, mímica, música e de outros códigos que o alfabetizando já domina. Descodificação: (conceito próprio de Paulo Freire). Releitura da realidade expressa na palavra geradora para superar as formas ingênuas de compreender o mundo, através da discussão crítica e do subsídio do conhecimento universal acumulado...

    1630  Palavras | 7  Páginas

  • A LINGUÍSTICA NO ENTENDIMENTO E AQUISIÇÃO DO CÓDIGO DE LINGUAGEM ESCRITA

    (sons e letras), apesar de muitos fonemas serem representados por mais de uma letra ou uma letra representar vários fonemas, ao começar a compreender como funciona a escrita alfabética o alfabetizando passa por um processo fonológico que os pesquisadores denominam consciência fonológica, quando esse alfabetizando entende tais regras de representação gráfico sonora ele vai desvendando o nosso sistema de escrita como se fosse o reconstruindo. Aprendizagem significativa. Palavras-chave: Alfabetização;...

    7092  Palavras | 29  Páginas

  • PEA Metodologia Linguaportuguesa Valeria Rosana

    Alegre: Artmed, 2009. Bibliografia Complementar: Faculdade Anhanguera de Anápolis (FLA) 1) KLEIMAN, Angela B.; MATENCIO, Maria de Lordes M.. Letramento e Formação do Professor. 1ª ed. Campinas: Mercado de Letras, 2005. 2) CAGLIARI, Luis Carlos. Alfabetizando sem o - - - - . 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2002. 3) GOMES, Maria L. de C.. Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa. 1ª ed. Curitiba: IBPEX - Instituto Brasileiro de Pós-Graduação e Extensão, 2007. 4) ANDALÓ, Adriane. Didática da...

    694  Palavras | 3  Páginas

  • Trabalho escola

    textos, da maior parte de nossos alunos é insatisfatória uma vez que não lêem ou quando lêem, a leitura é deficiente ou apenas visual, para Luiz Carlos Cagliari: É preciso abrir os horizontes e incorporar às atividades escolares todas as formas de leitura que o mundo moderno da escrita põe diante dos olhos de todos. (Alfabetizando sem O -- BI--BU,p.321) Observando os fatos, concluí que essa deficiência se deve ao fato de a leitura estar distante ou até mesmo ausente do convívio dos alunos...

    1031  Palavras | 5  Páginas

  • ATPS

    destacaram no código da escrita, foram eles os semitas, os gregos e os romanos, cada um usava um sistema de escrita e de alfabetização distinto e por sua vez contribuíram para o desenvolvimento da escrita e da leitura até os dias de hoje. De acordo com Cagliari, a educação na idade média era feita basicamente dentro do ambiente familiar mostrando assim que a alfabetização pode ocorrer fora das escolas. Porém com o surgimento das variantes das letras do alfabeto a alfabetização passou a ser mais complicada...

    4757  Palavras | 20  Páginas

  • A história da escrita

    em que o homem já possuía rebanhos e domesticava animais. Esses registros eram usados na venda e troca, representado quantidade, porém além dos números era preciso inventar símbolos para os produtos e para os nomes dos proprietários. Conforme Cagliari (1998, p.15): “A escrita, pelo que sabe hoje, começou de maneira autônoma e independente, na Suméria, por volta de 3300 a.C. É muito provável que no Egito, por volta de 3000 a.C., e na China, por volta de 1500 a.C., esse processo autônomo tenha...

    907  Palavras | 4  Páginas

  • METODOS SINTETICOS DE ALFABETIZAÇÃO

    abstração necessária ao aprendiz, para retirar o excesso de sons na palavra que se soletra assim: " a/ba, ene a/na, ene a/na: banana". Talvez por isso tenham sido criados outros alfabetos, como o alfabeto popular de regiões do nordeste: a, , cê, dê, ê, fê (...) lê, mê, nê etc, que ajudam a eliminar algumas sobras de sons, na hora da junção de letras. Assim, se poderia soletrar, com menos sacrifício: "-a-ba, nê-a-na, nê-a-na: banana" EXEMPLOS: O método fônico tem como unidade...

    2188  Palavras | 9  Páginas

  • Alfabetização e linguistica

    Redalyc Sistema de Información Científica Red de Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal Cagliari, Luiz Carlos Alfabetização e ortografia Educar em Revista, núm. 20, 2002, pp. 1-16 Universidade Federal do Paraná Paraná, Brasil Disponible en: http://redalyc.uaemex.mx/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=155018102006 Educar em Revista ISSN (Versión impresa): 0104-4060 educar@ufpr.br Universidade Federal do Paraná Brasil ¿Cómo citar? Número completo Más información...

    6213  Palavras | 25  Páginas

  • pedagogia

    exemplos práticos da sala de aula e oferece os elementos teóricos necessários para a elaboração de uma proposta pedagógica que transforme o aluno em um sujeito ativo no processo de aprendizagem. 2) CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetização e linguística. 10ª ed. São Paulo: Scipione, 2001. Luiz Carlos Cagliari é graduado em Letras Neolatinas pela PUC-Campinas e em Pedagogia e Filosofia pelo Instituto Salesiano de Pedagogia. É licenciado em pedagogia pela Universidade Mogi das Cruzes. Caliari é mestre em...

    1321  Palavras | 6  Páginas

  • autores para práticas pedagógicas

    o principal deles é o ensino de aprendizagem da leitura e da escrita, pois segundo Cagliari (1998, p.104): Brincar, cantar, contar histórias, recortar, colar, desenhar, etc. sem dúvida são atividades escolares. Mas isso não é ensinar a ler nem escrever. Aprende-se a ler e a escrever, lendo e escrevendo, e não pulando corda e fazendo festa. Tem hora para aprender a ler e escrever e tem hora para brincar (CAGLIARI, 1998, p.104). Dificilmente se encontra uma turma que não tenha algum aluno com...

    1232  Palavras | 5  Páginas

  • A ação pedagógica do professor em sala de aula

    de aula e fora dela. A sala de aula é um espaço onde ocorrem as interações sociais, as trocas de experiências, as descobertas e a construção do conhecimento. Tais ações precisam fazer parte do contexto social dos alunos. De acordo com Cagliari (1998, p. 107): Estar na escola é um fato que cria expectativas. Mas alguns alunos podem ter uma visão muito restrita do que os espera. Por isso, é necessário que o professor, no início do ano, converse com seus alunos para saber de suas experiências...

    1891  Palavras | 8  Páginas

  • projeto educaçao fisica

    aprendizagem em sala de aula e fora dela. A sala de aula é um espaço onde ocorrem as interações sociais, as trocas de experiências, as descobertas e a construção do conhecimento. Tais ações precisam fazer parte do contexto social dos alunos. De acordo com Cagliari (1998, p. 107): Estar na escola é um fato que cria expectativas. Mas alguns alunos podem ter uma visão muito restrita do que os espera. Por isso, é necessário que o professor, no início do ano, converse com seus alunos para saber de suas experiências...

    1330  Palavras | 6  Páginas

  • Pedagogia

    Bianca. Psicopedagogia Clínica: o despertar das potencialidades. Rio de Janeiro: WAK editora, 2012. ANTUNES, Celso. A sala de aula de geografia e História. Papirus, 2003.: o conhecimento físico. Editora Scipione,1998. CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetizando sem o --BI--BU. São Paulo: Scipione, 1998. CARVALHO, Anna Maria pessoa de. Et Al. Ciências no ensino fundamental.Artmed, 1999. CESAR COLL SALVADOR & ISABEL SOLE GALLART & JAVIER ONRUBIA GONI & MARIANA MIRAS MESTRES. Psicologia...

    898  Palavras | 4  Páginas

  • Resenha crítica do filme "O leitor": o analfabetismo no banco dos réus

    decifração de códigos. Ora, a linguagem, dentro desta perspectiva é vista como objeto a ser decifrado pelo analfabeto, tal como um objetivo/meta/ sonho a ser realizado dentro de um plano possível e real. Em consonância com a perspectiva sobredita, Cagliari (1999) considera que a decifração é algo mecânico, de modo que o aluno não pode fazê-lo sem o estudo e aplicação das regras imprescindíveis a decifração. Situação semelhante acontece com Hanna, personagem que inicia o seu processo de alfabetização...

    1939  Palavras | 8  Páginas

  • Ensino básico: vivenciando a prática

    escrita é um dos pontos fundamentais como objeto de estudo do Construtivismo, tanto a leitura e a escrita devem ocorrer de forma simultânea no aprendizado. Mas o que fazer com uma turma numerosa, onde nem todos conseguem assimilar o assunto? Talvez Cagliari tenha a melhor resposta quando explica que. Se a escola eliminar o entulho do período preparatório, se for clara e objetiva, priorizando a decifração da escrita como segredo da alfabetização e dedicando uma hora por dia às atividades...

    2013  Palavras | 9  Páginas

  • Processo de alfabetização: algumas contribuições teóricas

    importantes sobre o mundo próximo e distante. Já é capaz de entender a língua portuguesa, bem como de se expressar oralmente em diferentes situações da vida. E tudo sem treinos especiais, sem sistematização de qualquer conteúdo da língua. Conforme comenta Cagliari: “Ela simplesmente se encontrou no meio de pessoas que falavam e aprendeu.” Sabemos que muitas crianças convivem com práticas de letramento desde cedo, em sua família, com livros, jornais e revistas, veem pessoas lendo e ouvem comentários sobre...

    1778  Palavras | 8  Páginas

  • O ENSINO E A APRENDIZAGEM

    O ensino e aprendizagem: Os dois métodos CAGLIARI, José Carlos; Alfabetizando Sem,O ,,BI,,BU (2ª edição 3ª impressão) scipione 2014 “A questão metodológica não é a essência da educação, apenas uma ferramenta”(p.38). “Existe no mercado, uma quantidade enorme de livros e publicações a respeito de métodos de ensino (raramente de métodos de aprendizagem) [...]” (p.38) “Por incrível que pareça, existe uma confusão muito grande entre ensino e aprendizagem em meio as pessoas que lidam com...

    1702  Palavras | 7  Páginas

  • Paper

    e dos textos. Escrita Ato de representar através de sinais gráficos (letras) palavras e ideias, ou domínio da função simbólica convencional. No entanto, pesquisadores de renome tais como Emília Ferreiro, Ana Teberoski, Luiz Carlos Cagliari, entre outros, já provaram através de pesquisas e estudos a complexidade que envolvem ambos os processos. (...) eu digo escrita entendendo que não falo somente de produção de marcas gráficas por parte das...

    1875  Palavras | 8  Páginas

  • O professor alfabetizador

    CRIANÇAS? Perguntas centrais • Qual o desempenho em leitura e escrita das crianças que, ingressaram aos seis anos no ensino fundamental? • Que desafios e perspectivas de natureza metodológica são revelados pelo exame do desempenho de alfabetizandos? Conceitos básicos • ALFABETIZAÇÃO: domínio da tecnologia da escrita, de um modo de representação da linguagem humana (a escrita alfabético-ortográfica). • LETRAMENTO: conjunto de conhecimentos, capacidades e atitudes envolvidas...

    2765  Palavras | 12  Páginas

  • ATPS Quarta Feira FINA

    trazer a criança ao verdadeiros nome o tal estimulante assim sua memora, para que ela já seja alfabetizada ciente então que há os nomes populares mas que há o nome verdadeiro cujo tem que se usado Referências: -  CAGLIARI, Luís Carlos. Alfabetizando sem o --bi--bu. 1ª ed. São Paulo: Scipione, 2009. - SOARES, Magda. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. 2003. pp. 5-17. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n25/n25a01.pdf >. Acesso em: 16 out. 2014 -NOVAES, Mariza...

    1084  Palavras | 5  Páginas

  • estagio

    bibliográfico a fim de inteirar-se do assunto proposto, seguido de leituras e seleções de materiais de pesquisa como livros, artigos especializados, revistas e busca em sites para redigir a fundamentação teórica do mesmo. Fundamentação teórica Segundo Cagliari (1992), ensinar é um ato coletivo, e que quem ensina, procura transmitir informações que julga importantes considerando a natureza do processo de aprendizagem. E aprender é um ato individual, pois cada um aprende conforme seu ritmo e depende de...

    1999  Palavras | 8  Páginas

  • Pedagogia - albetização

    uma boa prática para alfabetização, é importante que ao mesmo tempo também se atribua sentido e significado para a cópia, fazendo com que o aluno mesmo sem saber escrever sinta realmente o que é a escrita e o poder que ela possui, pois como nos diz Cagliari (2002): ”[...] Uma das tarefas iniciais da alfabetização pode seresta: pedir aos alunos que tentem escrever (mesmo sem saber); copiando ou não, para sentir um pouco o que é escrever e ler.” (p.301) Muito mais do que melhorara escrita e a leitura...

    1873  Palavras | 8  Páginas

  • Pontos Negativos e positivos da cartilha

    Fundamentos e metodologia da Alfabetização Professora Lucy 3ºA Tendo como referência o texto do Cagliari, responda: 1) Cite e comente cinco aspectos negativos em relação ao uso da cartilha. 1. Ponto negativo: “(...) As cartilhas deixam de lado toda trama da linguagem, ficando apenas com o que a demais superficiais. Isso faz com que os alunos passem a fazer um uso superficial da fala e da escrita na suas atividades escolares futuras.” Percebemos que só com o uso das cartilhas, pode vir causar...

    810  Palavras | 4  Páginas

  • a ação pedagogica do professor em sala de aula

    aprendizagem em sala de aula e fora dela. A sala de aula é um espaço onde ocorrem as interações sociais, as trocas de experiências, as descobertas e a construção do conhecimento. Tais ações precisam fazer parte do contexto social dos alunos.  De acordo com Cagliari (1998, p. 107):  Estar na escola é um fato que cria expectativas. Mas alguns alunos podem ter uma visão muito restrita do que os espera. Por isso, é necessário que o professor, no início do ano, converse com seus alunos para saber de suas experiências...

    1745  Palavras | 7  Páginas

  • Métodos Paulo Freire

     A silabação: uma vez identificadas, cada palavra geradora passa a ser estudada através da divisão silábica, semelhantemente ao método tradicional. Cada sílaba se desdobra em sua respectiva família silábica, com a mudança da vogal. (i.e., BA-BE-BI-BO-BU)  As palavras novas: o passo seguinte é a formação de palavras novas. Usando as famílias silábicas agora conhecidas, o grupo forma palavras novas.  A conscientização: um ponto fundamental do método é a discussão sobre os diversos temas...

    776  Palavras | 4  Páginas

  • processo de alfabetização e leitura nas primeiras séries do ensino fundamental nas escolas públicas

    consegue ver sentido em sua vivência prática. Portanto, a prática da leitura deve ser mostrada com prazer e alegria, e não como via pura e simplesmente obrigatória de conteúdos frios e distantes do contexto em que o educando está inserido. Segundo (CAGLIARI, 1991, p. 8):A compreensão da natureza da escrita, de suas funções e usos é indispensável ao processo de alfabetização. Mas o que se vê comumente, nas salas de aula e nos livros didáticos, é um total desconhecimento do assunto. Por outro lado, toda...

    2136  Palavras | 9  Páginas

  • Alfabetizar letrando: uma proposta de aprendizagem da língua escrita

    and writing established itself as one of the main objectives of educacional institutions, and represents one of is greatest challenges, however, in most cases the discussions on the subject in Brazil had its focus on the address the effective methodto be used. Accordingly, this article will seek to address the relationship between literacyand literacy, highlighting some approaches that aim to conceptualize, as their definitions, differences, and to detect the levels of literacy and literacy, so that...

    5964  Palavras | 24  Páginas

  • Artigo

    alguma maneira, ele faz uso da escrita quando se relaciona com estes tipos de atores sociais. Na mesma entrevista realizada pode-se notar que, apesar de não ser a forma mais adequada de alfabetização, as cartilhas ainda são utilizadas neste processo. Cagliari, 2009, chama de método de ensino o método das cartilhas, pois as atividades que devem ser feitas pelos alunos, seguem um modelo que já foi previamente determinado, ou seja, não há a possibilidade do professor avaliar e considerar as diferentes hipóteses...

    3106  Palavras | 13  Páginas

  • o manejo e recuperaçao

    hipóteses. Aos poucos, essas hipóteses podem ser selecionadas e avaliadas pela classe. Uma vez que os alunos tenham vivenciado essas propriedades da língua, podem relacioná-las com as regras formais de acentuação CONTEUDO Estudo das sílabas BABEBIBOBU JUSTIFICATIVA As crianças são pessoas que nascem com capacidades e habilidades a serem desenvolvidas ao longo da vida. O estudo das sílabas é muito importante, já que é através delas que as primeiras palavrinhas formarão. O descobrimento...

    2027  Palavras | 9  Páginas

  • DAS CARTILHAS AOS LIVROS DID TICOS DE ALFABETIZA O NO BRASIL

    da Antiguidade ao Renascimento A alfabetização tem sua origem com o surgimento da escrita, pois “quem inventou a escrita inventou, ao mesmo tempo, as regras da alfabetização, ou seja, as regras que permitem ao leitor decifrar o que está escrito” (CAGLIARI, 1998). A escrita passa a existir com os homens primitivos no tempo das cavernas, que registravam os acontecimentos a partir de marcas feitas nas paredes (em sua maioria, eram animais saltando, correndo, pastando, enfrentando caçadores, etc). Nesta...

    4224  Palavras | 17  Páginas

  • Alfabetização e letramento

    diversas vezes até alcançar a memorização. ç CONCEPÇÕES Õ 2. Método analítico - leitura deve partir do todo, para posteriormente passar para a decomposição e esse todo era a palavra. CONCEPÇÕES Õ 3. Método misto ou analítico-sintético, que combina as d bi duas orientações e reúne as i t õ ú vantagens dos métodos analíticos e dos sintéticos. i téti Apresenta A t como proposta t alfabetizar partindo de palavras-chaves que são d t ã destacadas d uma f d de frase para, em seguida, realizar uma decomposição...

    1755  Palavras | 8  Páginas

  • As contribuições da literatura infanto-juvenil para o processo de alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental

    alfabetizador na atualidade é função do educador buscar novas metodologias e estratégias que possam auxiliá-lo a desenvolver um trabalho significativo e que proporcionem aos alunos uma aprendizagem efetiva. Valendo-se das ideias de Coelho, Kleiman, Cagliari, Soares, Travaglia, dentre outros, por meio de uma revisão bibliográfica, o objetivo em torno do qual se centrou as discussões foi o de analisar as possíveis contribuições do uso da literatura infantil como recurso para o processo de alfabetização...

    2696  Palavras | 11  Páginas

  • AVALIAÇAO NA ALFABETIZAÇAO

    leciona, mas sim de esse ter uma visão desmistificada. Conforme Cagliari (2008, p.75) “As aulas de português deveriam ensinar os alunos a refletir sobre a linguagem, deduzindo explicações e regras a partir de conhecimentos que vão sendo adquiridos na escola e da intuição que qualquer falante nativo tem de sua língua.” O planejamento escolar deve também procurar apropriar se conforme cada serie ou ano do ensino fundamental, segundo Cagliari o planejamento para o 1º ano deveria ser assim: 1º ano –...

    3323  Palavras | 14  Páginas

  • Educaçao de jovens e adultos

    the school where it is set to level mode EJA elementary schools. We think that this work can not and should not be exhausted only in the number of vacancies and ensuring access to continuity of studies, as required by law 9394, as the key is to provide education committed to quality, taught by educators can incorporate your advances in research work in different areas of knowledge and be aware of the social dynamics and their implications in the school. KEYWORDS: education, educators, provide,...

    2317  Palavras | 10  Páginas

  • Apcc

    econômicas. Referencias bibliográficas: LURIA, A. R. O desenvolvimento da escrita na criança. In: VIGOTSKII, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. São Paulo: Ícone, 2001. CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetizando sem o ba-be-bi-bo-bu. São Paulo. Scipione, 1988. ...

    1979  Palavras | 8  Páginas

  • Psicogênese da lingua escrita

    pronunciar uma sílaba oral, mas só entrará para o nível silábico, com correspondência sonora, à medida que seus registros apresentarem esta relação, por exemplo, para MENINO grafar, MIO (M=me, I=ni, O=no), para GATO, GO (G=ga, O=to), BEA (B=bo, E=ne, A=ca) para BO-NE-CA, e assim por diante. É comum, principalmente entre as crianças, encontrarmos alunos que parecem “comer letras” ou usar mais letras do que as palavras requerem. Entretanto, os adultos reconhecem como palavras, combinações de letras e...

    10598  Palavras | 43  Páginas

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