1 O Que Significa Dizer A Não Indiferença É A Essência Do Valer artigos e trabalhos de pesquisa

  • Capitulo 1

    1987 by EDITORA ATLAS S.A. 1. ed. 1988; 2. ed. 1994; 3. ed. 2001; 4. ed. 2003; 5. ed. 2007 1R2\ ASDR Foto da capa: Agência Keystone Composição: Lino-Jato Editoração Gráfica Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) - Ferraz Junior, Tercio Sampaio, Introdução ao estudo do direito : técnica, decisão, dominação / Tercio Sampaio Ferraz Junior. - 5. ed. - São Paulo : Atlas, 2007. Bibliografia. ISBN 978-85-224-4650-6 1. Direito 2. Direito - Estudo...

    17761  Palavras | 72  Páginas

  • A Essência da Oposição ao Judicial Review

    A Essência da Oposição ao Judicial ReviewJeremy WaldronJeremy Waldron, tem Sessenta anos é professor da Nova Zelândia de Direito e Filosofia. Ele detém um cargo de professor na Universidade de Nova York. Professor na All Souls College, Universidade de Oxford de teoria Social e Política. Também é professor adjunto da Universidade de Victória. Jeremy Waldron estudou na Universidade de Otago, na Nova Zelândia, onde se graduou em BA - 1974 é Bacharel em Direito formado em 1978. Mas tarde estudou...

    2664  Palavras | 11  Páginas

  • Por que não é contraditório afirmar que

    Cidadania. Introdução à Filosofia Moral.1 Cada um desses homens [Lincoln, Gandhi; e Martin Luther King] sentia muito profundamente que o âmago da moralidade (e o âmago da sociedade) era o igual respeito pela dignidade humana. Cada um deles foi capaz de mostrar o respeito mútuo pressuposto pelo ponto de vista moral, reconhecendo a exigência moral de se engajar em diálogo com aqueles que discordavam profundamente deles. Foram essas características que os tornaram não apenas grandes visionários morais,...

    14326  Palavras | 58  Páginas

  • 1 Futuuuroooooo

    1. A democracia como tema central em Bobbio Um dos temas centrais da filosofia política bobbiana é a democracia. Neste sentido, várias são as abordagens do filósofo turinês ao longo de sua vasta bibliografia. Neste artigo não seria possível realizar mais do que um apanhado geral sobre esta extensa temática da qual se ocupa Bobbio. Nossa proposta é de centrar-nos em alguns aspectos que possam acercar-nos o conceito de democracia e suas vicissitudes o que, por si só, vale insistir, justifica toda...

    10543  Palavras | 43  Páginas

  • Fichamento/ Resumo O Ente e a Essência- Tomás de Aquino

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------- Fichamento Resumido O ente e a essência -Tomás de Aquino Prólogo Tomás de Aquino começa citando Avicena que diz que o ente e a essência são aquilo que o intelecto concebe em primeiro lugar. Aquino afirma que para não errar sobre os termos “ente” e “essência”, deve-se dizer: “o que significam os nomes “essência” e “ente”; determinar de que modo esse significado se encontra nas várias realidades e de que maneira...

    6238  Palavras | 25  Páginas

  • trabalho de filosofia

    #losofia Capítulo 2 – Entre o Bem e o Mal 1- O que significa dizer “a não indiferença é a essência do valer”? Nada pior do que a indiferença, logo o contrário dela, ou seja a não-indiferença, ou o amor, o carinho, a atenção, a solidariedade, o companheirismo, a cumplicidade. #1. O que significa dizer “a não indiferença é a essência do valer”? 2. Explique esta afirmação: O ser humano, diferentemente do animal, é capaz de produzir interdições. 3. Porque não é contraditório afirmar que a moral autêntica...

    656  Palavras | 3  Páginas

  • Isto não é um cachimbo

    ISTO NÃO É UM CACHIMBO MICHEL FOUCAULT ISTO NÃO É UM CACHIMBO Para ter acesso a outros títulos libertos das cancerosas convenções do mercado, acesse: WWW.SABOTAGEM.CJB.NET Autor: Michel Foucault Título: Isto não é um cachimbo Título Original: Ceci n'est pas uue pipe Tradução: Jorge Coli Data de digitalização: 2004 Primeira edição impressa: 1973 Esta obra foi compilada, formatada, revisada e liberta das excludentes convenções mercantis pelo Coletivo Sabotagem. Ela não possui...

    11467  Palavras | 46  Páginas

  • Semin Rio De CO Peter Block 1

    outros sabem e eu não... • Quanto tempo isso vai levar? Ela implica que as mudanças ou as melhorias precisam acontecer de maneira rápida. • Quanto custa? Carrega a mensagem de que sempre queremos fazer tudo pelo menor preço, não importa qual ricos sejamos. • A questão é sempre o desejo de controlar os outros. Ao fazer a pergunta nos colocamos como alguém que sabe o que é melhor. Trocando a pergunta por: “Que transformação é necessária em mim”? • Como medimos isso? Isso declara “ Se não podemos medir...

    2996  Palavras | 12  Páginas

  • Trabalho

    ONTOLOGIA DOS VALORES – FUNDAMENTOS DE FILOSOFIADE MANUEL MORENTE Fundamentos de Filosofia de Manuel Garcia Morente Lições Preliminares temporal nem causal. O não-ser dos valores. Terminávamos a lição anterior anunciando que na atual íamos nos ocupar de outra esfera ontológica, que já assinalávamos na primeira destas lições sobre ontologia, e que é a esfera dos valores. Constatáramos que na nossa vida há coisas reais, há objetos ideais e há também valores. Pois bem; em que sentido há tudo...

    5106  Palavras | 21  Páginas

  • ética

    1) O que significa dizer que “a não indiferença é a essência do valer “? Resposta :Isso quer dizer que o resultado de nossos atos está sujeito à sanção emintensidades variadas: a crítica de um amigo, ”aquele” olhar da mãe, a indignação ou até a coerção física, quando alguém é preso por um crime, ou seja, ao elogio ou à reprimenda. 2) O sentimento deintolerância ou de vergonha indica que participamos de uma comunidade moral. Dê um exemplo e explique por que. Ultimamente temos nos deparados...

    594  Palavras | 3  Páginas

  • Filosofando (aranha)

    Filosofando : Introdução à filosofia 1. O que significa dizer que a não-indiferença é a essência do "valor"? É nesse sentido que Garcia Morente diz: "Os valores não são, mas valem. Uma coisa é valor e outra coisa é ser. Quando dizemos de algo que vale, não dizemos nada do seu ser, mas dizemos que não é indiferente. A não-indiferença constitui esta variedade ontológica que contrapõe o valor ao ser. A não-indiferença é a essência do valer". 2 Explique esta afirmação: O homem, diferentemente...

    803  Palavras | 4  Páginas

  • 17324 53410 1 PB

    elemento afetivo, como mood de ca rãter fluido, tanto pertencente à vida quanto à obra, à biografia e à escrita, passando de uma a outra, o ódio à vida que mais de um estudioso atribuiu ao Bruxo do Cosme Velho (1). Enfim, o Bruxo teria sumarizado esse pessimismo que lhe im pregna a ficção, não sem antes compatibilizá-lo com a atitude céptica e a tragicidade pascaliana, em três momentos exemplares de sua obra: a prosopopéia de O Delírio, em Memórias Póstumas de Braz Cubas, a expressão dialogistica do...

    5753  Palavras | 24  Páginas

  • Ente e essência

    i i i O ENTE E A ESSÊNCIA Tomás de Aquino Tradutor: Mário Santiago de Carvalho www.lusosofia.net i i i i i i i i Este Opúsculo de Tomás de Aquino, O Ente e a Essência, encontra-se também no Sítio do Instituto de Estudos Filosóficos da FLUC, e é aqui publicado pela L USO S OFIA . NET com a benévola autorização do seu Tradutor, Mário Santiago de Carvalho i i i i i i i i Covilhã, 2008 F ICHA T ÉCNICA Título: O Ente e a Essência Autor: Tomás de Aquino Tradutor:...

    13561  Palavras | 55  Páginas

  • Entre o bem e o mal

    1- O que significa dizer “a não indiferença é a essência do valer”? Nada pior do que a indiferença, logo o contrário dela, ou seja a não-indiferença, ou o amor, o carinho, a atenção, a solidariedade, o companheirismo, a cumplicidade, a demonstração da preocupação do indivíduo com o seu semelhante, é o q o faz humano na sua essência. Podemos dizer que os valores não são, mas valem. Quando dizemos de algo que vale, não dizemos nado do seu ser, mas dizemos que não é indiferente. A não-indiferença...

    3356  Palavras | 14  Páginas

  • capitulo 1

    Capitulo 1 A Felicidade A atividade filosofica é uma experiência do pensamento que tem sua peculariedades. Trata-se de uma maneira um pouco diferente de pensar sobre as coisas, que foge à rotina, ao autimático. Mesmo assim, é acessível a tudos. Você provavelmente, em algum momento, já deu os primeiros passos na experiência filosofica e nem se deu conta disso. Quer saber como­­? É o que veremos em seguida. Comecemos com uma historieta que aborda um tema muito sensível para todos nós...

    2227  Palavras | 9  Páginas

  • A essência dos seus sentimentos

    A essência 1ª Definição - A essência de uma coisa é constituída pelas propriedades imutáveis da mesma, o oposto da essência são os acidentes da coisa, isto é, aquelas propriedades mutáveis da coisa. 2ª Definição - Natureza ideal de um ser para o existencialismo, a existência antecede à essência. 7 emoções básicas Paul Ekman dedicou-se ao estudo de 7 emoções básicas que verificou serem inatas a todos os seres humanos e transversais a todas as culturas do mundo: Tristeza Raiva Surpresa Medo ...

    2224  Palavras | 9  Páginas

  • 1 Tica CC

    1 ÉTICA: ESSA É A QUESTÃO! A ética está relacionada ao âmbito dos valores e normas que regulam a sociabilidade, ou seja, os modos de quem vive em sociedade. O homem é um ser social, pois vive em uma sociedade. Mas, o que vem a ser uma sociedade? Você já parou e pensou, indagando-se sobre o que de fato é uma sociedade? De um modo geral, sociedade é a reunião de pessoas que possuem os mesmos usos, as mesmas leis, e vivem em certa faixa de tempo e de espaço –...

    2878  Palavras | 12  Páginas

  • ikmjpo

    1- O filósofo García Morente diz: "Os valores não são, mas valem. Uma coisa é valor e outra coisa é ser. Quando dizemos de algo que vale, não dizemos nada do seu ser, mas dizemos que não é indiferente. A não-indiferença constitui esta variedade ontológica que contrapõe o valor ao ser. A não-indiferença é a essência do valer". Isso significa que não permanecemos indiferentes diante dos seres que constituem o nosso mundo familiar, pois constantemente atribuímos a eles valores bipolarizados: bom e...

    570  Palavras | 3  Páginas

  • ENTRE O BEM E O MAL

    + capitulo 17: entre o bem e o mal. 1. o que significa dizer que a nao indiferença e a essencia do valer O que é ser indiferente? É ser comum, qualquer, igual a todos. Quando é citado o "não", todos esses conceitos são invertidos. Reescrevendo, com o mesmo sentido, temos: "A diferença é a essência do valer". Significa que "O valer a pena" é marcado pela diferença. Ex: Para valer a pena, mostre o seu diferencial. 2. explique esta afirmaçao o ser humano diferentemente do animal é capaz de produzir...

    1255  Palavras | 6  Páginas

  • 1 AGRESSIVIDADE INFANTIL

    1 AGRESSIVIDADE INFANTIL 2 O ESTUDO SOBRE OS SENTIMENTOS DE CRIANÇAS COM COMPORTAMENTOS AGRESSIVOS NA ESCOLA E. SANTA MARIA. 3 PROBLEMATIZAÇÃO: Qual será a qualidade das relações afetivas de uma criança que não consegue manter relacionamentos duradouros porque não aceita as demandas do outro e do mundo? Quais são os possíveis fatores emocionais que levam as crianças agirem de forma agressiva? Quais as manifestações da agressividade? 4 HIPOTESE: Agressividade sempre está relacionada com...

    4980  Palavras | 20  Páginas

  • Moral E Etica

    MORAL E ÉTICA 1 INTRODUÇÃO 1.1 VALORES Prof. Me. Derval Gramacho Constantemente e cotidianamente diante de pessoas, coisas, fatos e eventos fazemos juízos de valor. Isso significa dizer que fazemos juízos de realidade. Mas também emitimos juízos de valor quando a situação, objeto, sujeito etc. mobiliza nossa atração ou repulsa. O QUE SÃO VALORES Algo/alguém possui valor quando não nos permite permanecer indiferentes diante dele(a), quer sejam pessoas, seres vivos ou inertes ou ideias e sentimentos...

    963  Palavras | 4  Páginas

  • Fichamento tercio sampaio (intro. cap 1 e 2)

    era o âmbito onde o indivíduo buscava atender suas necessidades instintivas e animalescas: comer, dormir, procriar, etc. Essa necessidade exigia que o homem da oikia exercesse uma atividade para a sua sobrevivência – o labor ou labuta. O labor (que não se pode confundir com trabalho) é atividade de produção de bens de consumo perecíveis como, por exemplo, o alimento. A relação de poder na oikia era familiar e patriarcal. Isso tudo constituía a vida privada grega. Devemos entender que o sentido da...

    10181  Palavras | 41  Páginas

  • 889162 OS S MBOLOS DA AUS NCIA RUBEM ALVES 1

    Albert Camus 1. Ao longo de centenas de milhares de anos, os animais conseguiram sobreviver por meio da adaptação física. Seus dentes e suas garras afiadas, os cascos duros e as carapaças rijas, seus venenos e odores, os sentidos hipersensíveis, a capacidade de correr, saltar, cavar, a estranha habilidade de confundir-se com o terreno, com as cascas das árvores, com as folhagens, todas essas são manifestações de corpos maravilhosamente adaptados à natureza ao seu redor. Mas a coisa não se esgota na...

    4663  Palavras | 19  Páginas

  • JBFG03 O REALISMO ARISTOT LICO 10p 1

    JBFG03 10c Capítulo 3 O REALIS^YTO ARISTOTÉLICO Maria do Carmo Bettencourt de Faria' (L 1. Definição O realismo aristotélico representa, na Grécia antiga, ao lado das filosofias de Sócrates e Platão, u m a reação ao discurso dos sofistas e u m a tentativa de superação da oposição dos pensamentos de Parménides e Heráclito. O primeiro negava a realidade do movimento e da mudança, enquanto o segundo via o Ser sobretudo como vir-a-ser, afirmando que toda permanência e estabilidade resultam de precário...

    7291  Palavras | 30  Páginas

  • Filosofia

    PERGUNTAS 1)_ O que significa dizer que “a não indiferença é a essência do valer”? 2)_ Explique esta afirmação: O ser humano, diferentemente do animal, é capaz de produzir interdições. 3)_ Por que não é contraditório afirmar que a moral autentica supõe a aceitação livre das normas, ao mesmo tempo que a moral tem um caráter histórico e social? 4)_ Como explicar que na moral convivem pólos opostos como o dever (a obrigação) e a liberdade? 5)_ Mesmo considerando a tolerância um valor...

    1645  Palavras | 7  Páginas

  • Defeitos De Argumenta O 1 E 2 2

    que o interlocutor não pode intervir no momento da produção lingüística e solicitar explicações sobre aquilo que está sendo falado. Na escrita tudo deve ser dito com muita clareza para que o leitor possa ter uma fácil compreensão do que se quer dizer. Em casos raros ninguém escreve para si mesmo, mas para um interlocutor com a intenção definida de conquistar e de obter sua adesão prática, intelectual ou afetiva. Então dizemos que na escrita em que o interlocutor está ausente e não pode fazer interrupções...

    4217  Palavras | 17  Páginas

  • Entre o bem e o mal

    ENTRE O BEM E O MAL 1) O que significa dizer que "a não indiferença é a essência do valer"? 2) Explique esta afirmação: O ser humano, diferentemente do animal, é capaz de produzir interdições. 3) Por que não é contraditório afirmar que a moral autêntica supõe a aceitação livre das normas, ao mesmo tempo que a moral tem um caráter histórico e social? 4) Como explicar que na moral convivem pólos opostos como o dever (a obrigação) e a liberdade? 5) Mesmo considerando a tolerância um valor máximo...

    536  Palavras | 3  Páginas

  • Educação

    1. GENEALOGIA, HISTÓRIA E PERSPECTIVISMO: CONTRA A ORIGEM E A FINALIDADE DAS COISAS Pensar no sentido íntimo das cousas É acrescentando, como pensar na saúde Ou levar um copo à água das fontes. O único sentido íntimo das cousas É elas não terem sentido íntimo nenhum. (Fernando Pessoa, O guardador de rebanhos). Pode-se dizer que de modo geral o pensamento de Nietzsche se dirige contra tudo o que é eterno, o que permanece, quod quid est, em uma palavra, metafísica. O pulso da vida está para...

    20396  Palavras | 82  Páginas

  • ainda duvida

    1) O que significa dizer que “a não indiferença é a essência do valer “? R.=> Para Algo Existi. Isso quer dizer que o resultado de nossos atos está sujeito à sanção em intensidades variadas: a crítica de um amigo, ”aquele” olhar da mãe, a indignação ou até a coerção física, quando alguém é preso por um crime, ou seja, ao elogio ou reprimenda. 2) Explique esta afirmação: O ser humano, diferentemente do animal, é capaz de produzir interdições. R.=> Pois o ser humano é o único que pode por limitações...

    742  Palavras | 3  Páginas

  • Exercícios

    – Página 221 1) O que significa dizer que “a não indiferença é a essência do valer “?   Resposta :Isso quer dizer que o resultado de nossos atos está sujeito à sanção em intensidades variadas: a crítica de um amigo, ”aquele” olhar da mãe, a indignação ou até a coerção física, quando alguém é preso por um crime, ou seja, ao elogio ou à reprimenda. 2) Explique esta afirmação: O ser humano, diferentemente do animal, é capaz de produzir interdições. Resposta:  3) Por que não é contraditório...

    566  Palavras | 3  Páginas

  • Trabalho de filosofia

    1) O que significa dizer que “a não indiferença é a essência do valer “? Resposta: Isso quer dizer que o resultado de nossos atos está sujeito à sanção em intensidades variadas: a crítica de um amigo, ”aquele” olhar da mãe, a indignação ou até a coerção física, quando alguém é preso por um crime, ou seja, ao elogio ou à reprimenda. 2) Explique esta afirmação: O ser humano, diferentemente do animal, é capaz de produzir interdições. Resposta: 3) Por que não é contraditório afirmar que a moral autêntica...

    584  Palavras | 3  Páginas

  • trabalho

    MILITAR UNIDADE POLIVALENTE MODELO VASCO DOS REIS SÉRIE TURMA UNIDADE Nº MATRICULA DATA 3º D PMVR ______/______/14 DISCIPLINA PROFESSOR (A) FILOSOFIA VANESSA MAIA ALUNO (A) ATIVIDADES DE FILOSOFIA PAG:220-221 TAREFA 1 QUESTÕES 1- O autor refere-se ao grande espaço reservado aos temas éticos nas discussões com nossos amigos. Você poderia fazer uma lista desses temas? Em seguida, escolha um deles e posicione-se. ----------------------------------------------------...

    712  Palavras | 3  Páginas

  • Ética

    1- O que significa dizer " a não indiferença é a essencia do valer" ? Isso significa que não permanecemos indiferentes diante dos seres que constituem o nosso mundo familiar, pois constantemente atribuímos a eles valores bipolarizados: bom e mau, verdadeiro e falso, generoso e mesquinho, e assim por diante. 2- Explique esta afirmação: o ser humano, diferentemente do animal, é capaz de produzir interdições? Porque os animais irracionais, vivem livremente entre eles, uns para com os outros...

    851  Palavras | 4  Páginas

  • 251 904 1 PB

    becomes more and more manipulated. So, those who intend to criticize capitalism are forced to go beyond the juridical horizon. Key-words: Marx. Lukács. Law. Capitalism. Socialism. Tratar da relação entre o Direito e o marxismo nem sempre é fácil. Isso não diz respeito só a quão rigorosos somos quando buscamos analisar o fenômeno jurídico  Recebido em 03.11.2011. Aprovado em 13.12.2011. Mestre em História pela PUC, doutorando em Filosofia do Direito pela USP e autor da obra Lukács e a crítica ontológica...

    11880  Palavras | 48  Páginas

  • Apostila de sociofilosofia 1 ano

    acreditam. Descartes instituiu a dúvida: só se pode dizer que existe aquilo que puder ser provado, sendo o ato de duvidar indubitável. Baseado nisso, Descartes busca provar a existência do próprio eu (que duvida, portanto, é sujeito de algo - ego cogito ergo sum- eu que penso, logo existo) e de Deus.  O racionalismo é baseado nos princípios da busca da certeza e da demonstração, sustentados por um conhecimento a priori, ou seja, conhecimentos que não vêm da experiência e são elaborados somente pela...

    1993  Palavras | 8  Páginas

  • 1 Curso De Tica Nivelamento 1 2015

     UNIVERSIDADE DE ITAÚNA ÉTICA PROFª DRa. GLÓRIA MOREIRA ITAÚNA 2015 1 CONCEITO E GÊNESE DA MORAL 1.1 A cultura De início, vamos dizer o que entendemos por ´cultura: é o resultado originado da relação de um grupo de homens e mulheres com o seu meio ambiente, tendo em vista resolver os problemas característicos da sua humanidade: sobrevivência física, convívio social, explicação da realidade. Cada grupo, dependendo do meio ambiente em que vive...

    10470  Palavras | 42  Páginas

  • Atps de direito civil 1

    novos estatutos e microssistemas comprometidos com a valorização do grupo social, não apenas do individuo, pois a liberdade individual não pode ferir o bem estar do grupo. Estas transformações impõe a releitura dos institutos e categorias jurídicas, anteriores, tendo- se uma visão não mais do individualismo e patrimonialismo de outrora, pois o compromisso e de se construir uma sociedade mais digna e justa, fazer valer a nossa constituição. Havia antes apenas o direito publico e privado, mas surge...

    3829  Palavras | 16  Páginas

  • Pasta Portugu S Gastronomia 20151 1

    estrutura textual-discursiva. Produção de textos orais e escritos em gêneros argumentativos. OBJETIVOS 1. Fornecer subsídios para o desenvolvimento da leitura e compreensão de textos. 2. Apresentar a noção de texto como produto social. 3. Abordar estratégias de produção textual. 4. Discutir e aprender, a partir da leitura e da produção, as características dos gêneros textuais argumentativos. METODOLOGIA 1. Avaliação diagnóstica; 2. Leitura e discussão de textos, envolvendo a temática de produção textual;...

    30544  Palavras | 123  Páginas

  • Filosofando

    (pag. 211) 1. Por que diante de valores éticos, estéticos, políticos (entre outros) não existem receitas nem modelos? 2. Para Fernando Pessoa, "é necessário criar": em que sentido isso vale também para você, em sua vida cotidiana? Especificamente, como você pode ser criativo em sua vida moral? (pag.220) 2 . O sentimento de indignação ou de vergonha indica que participamos de uma comunidade moral. Dê um exemplo e explique por quê. 3. Qual é a relação entre política e ética? A partir...

    1969  Palavras | 8  Páginas

  • Introdução a filosofia moral

    Introdução à Filosofia Moral 1.Os valores: Diante de pessoas e coisas, estamos constantemente fazendo avaliações:"Esta caneta é ruim, pois falha muito", "Esta moça é atraente", "Acho que João agiu mal não ajudando você", "Prefiro comprar este, que é mais barato" .Essas afirmações se referem a juízos de realidade, quando partimos do fato de que a caneta e a moça existem, mas a juízos de valor, quando lhes atribuímos uma qualidade que se referem à utilidade, a beleza, ao bem e ao mal, ao aspecto...

    3209  Palavras | 13  Páginas

  • 4322 35506 1 PB

    Observações sobre a reificação Axel Honneth* Com o pequeno livro, publicado sob o título Reificação, eu pretendia colocar em destaque a herança da teoria de Marx de uma maneira nova, não desgastada. Já há alguns anos eu tinha a convicção de que a recepção de sua obra no século 20 havia enveredado por duas tendências igualmente falsas: de um lado, havia aqueles intérpretes que tentavam adaptar sua teoria essencialmente ao protótipo das ciências sociológicas normais; dos seus escritos, portanto, apenas...

    4985  Palavras | 20  Páginas

  • Princípio constitucional da legalidade administrativa e o art.1 da lei n. 9307/96. pessoas capazes de contratar

    Capítulo 5 O PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA LEGALIDADE ADMINISTRATIVA E O ART.1 DA LEI N. 9307/96. PESSOAS CAPAZES DE CONTRATAR 5.1 A interpretação Legal Os princípios são diretrizes hermenêuticas de caráter geral que têm a finalidade de orientar a formação de normas jurídicas, há imutabilidade. Diferenciam-se das regras jurídicas que são específicas, variáveis e subordinadas aos princípios. O ordenamento jurídico brasileiro possui vários diplomas legislativos que contém princípios dirigidos...

    2349  Palavras | 10  Páginas

  • Saviani

    ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA Dermeval Saviani– Revista Nº 15 Coincidentemente ou não, entendo que a ordem das três palavras que dão titulo a este texto, com a educação ao centro, resulta adequada. Por certo, a educação não gera a ética e também não institui a cidadania. Entretanto, a educação, como assinalou Mauriac se referindo à palavra francesa “instituteur”, que significa professor, mestre, educador, “institui a humanidade no homem”. Essa afirmação corresponde à definição que dei para a educação...

    6845  Palavras | 28  Páginas

  • trabalho brant turma digito 1 e 9

    A GENEROSIDADE A CAPACIDADE DE DOAR 1 Instituto Ethos Reflexão é uma publicação do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, distribuída gratuitamente aos seus associados. Agradecimentos Livraria Martins Fontes Editora, que autorizou a reprodução parcial do capítulo “Generosidade”, do livro – Pequeno tratado das grandes virtudes, autoria de André Comte-Sponville, 1999. Tradução de Eduardo Brandão. Jornal Folha de São Paulo, que autorizou a reprodução integral do artigo...

    6983  Palavras | 28  Páginas

  • Capitulo 17 Valores

    Professor: Nivaldo Serie da progressão: 2 Ano Escola: Miltes Furquim de Oliveira Data da entrega: 05/11/2014 O trabalho foi pesquisado no livro de filosofia “Filosofando” e tem como tema o capitulo 17 que fala sobre valores. Capitulo 17 Valores 1 Uma história real Nos estados unidos em 1964, numa madrugada uma mulher voltava para casa após sair do seu trabalho, e foi apunhalada por um homem, moradores ouviram os gritos por socorro, e alguns observava a cena do crime de suas residências, mais...

    1468  Palavras | 6  Páginas

  • 1 A RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ANTIGO TESTAMENTO

    preparou meios para que os pobres, forasteiros, órfãos e viúvas tivessem suas necessidades supridas ao estabelecer a Lei do Jubileu,1 o ano sabático,2 as colheitas e as primícias, revelando sua justiça divina, orientando ao seu povo que deveria acolher e demonstrar bondade e misericórdia para com os necessitados, visando diminuir a pobreza e a proliferação da miséria. Não foi diferente no Novo Testamento onde Jesus Cristo demonstrou compaixão para com os pobres, necessitados e oprimidos revelando o...

    7015  Palavras | 29  Páginas

  • 10343 25650 1 SM

    Zollikon, destacando especificamente importantes desdobramentos para a prática clínica. Por fim, apresentaremos três ideias fenomenológicas fundamentais para o desenvolvimento da clínica em psicoterapia: o pensamento meditativo, a escuta autêntica e o dizer via poiesis. Palavras-chave: Heidegger, psicoterapia, fenomenologia, Daseinsanalyse. Abstract The purpose of this article is to develop new guidelines for the practice of phenomenological psychotherapy based on the analysis of the work “Zollikon...

    10005  Palavras | 41  Páginas

  • Estagio supervisionado 1

    RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ISABELA RAFAEL INÁCIO Empresa UNIBANCO Professor Orientador: THOMAS MADSEN FICKER Supervisor de estágio: THOMAS MADSEN FICKER BETIM 2010 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ........................................................................... 03 2. REFERENCIAL TEÓRICO.......................................................... 04 2.1. O Administrador ........................................

    2119  Palavras | 9  Páginas

  • O problema da indiferença da vontade no livro VIII das Confissões

    detrimento a vontade espiritual. Diante de tal questão, depara-se o homem com a indiferença da vontade em sua unidade e uma sobrecarga de hábitos cristalizados acabam por impedir o homem de estar voltado para verdade. É nesse sentido que Agostinho conclui que pela verdade chega-se à eternidade e, pelo hábito, apenas ao desejo de um bem temporal. O problema da indiferença da vontade no livro VIII das Confissões Todos os homens desejam a felicidade ...

    3705  Palavras | 15  Páginas

  • Web 1 e 2

    Web 1 1)Leia atentamente as proposições abaixo: I. Moral é um conjunto de regras assumidas e aceitas, livres e conscientemente pelos indivíduos para organização de um grupo social, segundo os valores do bem e do mal. II. A moral é um conjunto dos nossos deveres que já estão internalizados em nossa vida desde o nosso nascimento. III. A moral é um conjunto de deveres que já nascemos com eles e que guiam nossa vida desde o nosso nascimento. Assinale a alternativa estritamente correta sobre o conceito...

    1392  Palavras | 6  Páginas

  • Aula 3 Tica E Bases Humanas

    Ética e Bases Humanas Aula – 3 O campo da ética: ética e moral A DIFERENÇA ENTRE MORAL E ÉTICA Os conceitos de Moral e Ética, embora sejam diferentes, são com freqüência usados como sinônimos. Moral vem do latim mos ou moris, que significa “maneira de se comportar regulada pelo uso”; daí relacionarmos o termo “moral” com “costume”, e de moralis, morale, adjetivo referente ao que é “relativo aos costumes”. Ética vem do grego ethos, que tem o mesmo significado de “caráter”, “costume”. O sentido...

    570  Palavras | 3  Páginas

  • 1 2 3 Ano Eureka

    2º - 3º ano Ensino Médio MATERIAL: EUREKA: Construindo cidadãos reflexivos Autores: Valdecir C. Veloso – assessoria@portalser.net José Roberto Garcia - assessoria@portalser.net OBJETIVOS Nossa proposta não é ministrar um curso da história do pensamento ou formar especialistas em Filosofia, mas promover a inserção do nosso aluno à reflexão filosófica, pois a filosofia pela sua especificidade da sua abordagem o exige. A própria palavra (reflexão) indica...

    48778  Palavras | 196  Páginas

  • Estudante

    1-Qual é a diferença entre a posição de Sócrates e a dos sofistas? Sócrates foi um filósofo ateniense do período clássico da Grécia Antiga. Creditado como um dos fundadores da filosofia ocidental, é até hoje uma figura enigmática, conhecida principalmente através dos relatos em obras de escritores que viveram mais tarde, especialmente dois de seus alunos, Platão e Xenofonte, bem como as peças teatrais de seu contemporâneo Aristófanes. Muitos defendem que os diálogos de Platão seriam o relato mais...

    1247  Palavras | 5  Páginas

  • 1 A Raz O 1

    1- A Razão Prof. Adaltro Prochnov Nunes1 1.1- A Filosofia A palavra filosofia é grega. Significa amor à sabedoria, amor ao conhecimento. O termo filosofia indica um estado de espírito, o da pessoa que ama. Quem ama deseja, estima, procura, e respeita. O que move o filósofo é o desejo de saber. Não são interesses comerciais nem o desejo de competir. A filosofia como busca por conhecimento racional, lógico e sistemático da realidade natural e humana é tipicamente grega. No sentido de levantar as causas...

    3296  Palavras | 14  Páginas

  • Microeconomia cap.3

    CONSUMIDOR OBSERVAÇÕES PARA O PROFESSOR O Capítulo 3 fornece a base a partir da qual será derivada a curva de demanda no Capítulo 4. Para que os alunos sejam capazes de entender a teoria da demanda, eles devem dominar os conceitos de curvas de indiferença, taxa marginal de substituição, linha do orçamento, e escolha ótima do consumidor. É possível discutir as escolhas do consumidor sem aprofundar-se nos detalhes da teoria da utilidade. Para muitos estudantes, as funções de utilidade são um conceito...

    6215  Palavras | 25  Páginas

  • Teoria do conhecimento hessen, johannes. teoria do conhecimento. 2.ed. são paulo: martins fontes, 2003. resumo completo

    profissionais da Ciência da Informação. Ao que parece que há um consenso entre eles, que reside no conhecimento depender e advir da informação e que esta faz uso de um processo para chegar ao indivíduo – o processo de transmissão – que poderá ou não ser assimilada, tornando ela, a informação útil, ou conhecimento. Johannes Hessen foi um dos filósofos do século XX que discutiu a teoria do conhecimento à luz da fenomenologia. Segundo ele, o conhecimento advém da percepção do objeto pelo sujeito...

    8265  Palavras | 34  Páginas

  • A essência da tradução libras/português

    A ESSÊNCIA DA TRADUÇÃO LIBRAS/PORTUGUÊS Flávia Valente Lindamir de Oliveira O objetivo principal desse trabalho é desmistificar o conceito de “fidelidade” até então disseminado entre os profissionais tradutores. Neste sentido, abordaremos, de acordo com Gile (2009), questões que se fazem necessárias ao ato tradutório para que este possa preservar a essência da informação apresentada na língua fonte. De igual forma, o trabalho vem suscitar reflexões acerca das estratégias utilizadas por...

    1336  Palavras | 6  Páginas

  • o sofrimento e a indiferença

     INTRODUÇÃO Nos é dada a oportunidade de falarmos de um tema muito importante na vida do homem, que é a indiferença e o sofrimento; numa nossa definição pouco ampla ou restrita procuramos definir a indiferença como sendo a Condição de alguém que não se deixa influenciar pelos sentimentos ou responde aos mesmos. E o sofrimento como sendo a amargura a intranquilidade de vida e a não concreização dos objectivos. Falaremos ainda de uma forma mais ampla e explicita, o que é de verdade sofrimento...

    2921  Palavras | 12  Páginas

  • Aconselhamento diretivo e não diretivo

    teoria de personalidade, um esboço metodológico, uma “linha” terapêutica ou uma filosofia de relações humanas? Eu me atreveria a dizer que nenhuma dessas e todas, ao mesmo tempo. Todavia, estas asserções não conseguem abarcar a importância histórica e metodológica das idéias de Rogers. A perspectiva de Rogers é revolucionária no seio da prática psicoterapêutica, mas não apenas ai. Num de seus artigos autobiográficos, Rogers revela seu próprio espanto ante a penetração de suas idéias aos mais variados...

    7217  Palavras | 29  Páginas

  • INTEGRAÇÃO DE FREUD LACAN E JUNG

     INTEGRAÇÃO DE FREUD LACAN E JUNG 1- INTRODUÇÃO Há uma necessidade de abordar tecnicamente as três grandes correntes da psicanálise. O mundo psicanalítico continua na sua divisão esquizofrênica de entender que o ser humano pode ser interpretado unilateralmente. O psicanalistas freudianos se auto -denominam os verdadeiros psicanalistas e entendem que Freud pode (e deve?) explicar tudo. Os analistas junguianos não ficam por menos e entendem que tudo ser ter a visão junguiana. Chegam o psicanalistas...

    5815  Palavras | 24  Páginas

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