O uso indevido de correio eletronico

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O uso indevido do correio eletrônico no ambiente de trabalho

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Estatísticas sobre o uso do correio eletrônico no ambiente de trabalho


Estudos divulgados nos EUA mostram que, no ambiente de trabalho com acesso a internet, 87% das pessoas usam o correio eletrônico para assuntos que não [são] relacionados a seu trabalho, 21% dos empregados divertem-se com jogos e piadas, 16%planejam viagens, 10% mandam dados pessoais e procuram outros empregos, 3% conversam – ou namoram – em sites de bate-papo, 2% visitam sites pornográficos.

De acordo com o terceiro levantamento sobre ética no local de trabalho, [...] 40% dos empregados entrevistados declararam que o monitoramento no local de trabalho representa uma seria violação ética, comparado [a] somente 39% que disseram o mesmosobre a vigilância do local de trabalho através de monitores de televisão.

A pesquisa de opinião também descobriu que uma porcentagem maior de empregados considera que o monitoramento dos correios de voz – voice mail – e a inspeção dos vestiários ou áreas de trabalho são mais [antiéticos] do que o monitoramento dos correios eletrônicos.

O levantamento entrevistou 436 empregados e 121integrantes de gerências de alto escalão. Somente 39% dos patrões entrevistados reconheceram que o monitoramento dos correios eletrônicos é seriamente antiético.

Além disso, a pesquisa de opinião identificou que 50% dos patrões e 45% dos empregados ressaltaram que utilizar o correio eletrônico pessoal no trabalho também é considerado antiético, e 56% dos patrões e 58% dos empregados declararam o mesmo arespeito da navegação na internet.

Um levantamento similar, realizado no ano passado pela revista American Management Association, determinou que, aproximadamente, 67% das companhias americanas monitoram eletronicamente seus empregados de alguma forma.

No ano passado, 40 quarenta – empregados da Xerox Corporation, nos Estados Unidos, foram sumariamente demitidos em um mesmo dia, poisestavam visitando sites pornográficos ou esportivos durante o expediente. Os empregados chegaram a passar até oito horas por dia em visitas inadequadas a sites da web.

O mais surpreendente é que os empregados sabiam que estavam sendo vigiados por um programa que registra todos os acessos à internet de todos os 92.000 empregados da empresa, espalhados por todo o mundo.

De acordo com a empresaScotts Valley, fabricante de programas que monitoram o acesso à internet pelos empregados, perto de US$1 bilhão de dólares, ou quase 30% do que as empresas gastam em acesso à internet, foi desperdiçado em visitas a sites recreacionais em um ano.

Em uma pesquisa recente, feita entre cerca de 1.200 empregadores pela Vault.com, companhia que publica relatórios sobre questões relacionadas com os locaisde trabalho, 54% dos entrevistados declararam ter surpreendido seus empregados paginando sites da internet que não tinham relação com o trabalho.

Em dezembro de 2001, a empresa The New York Times demitiu 23 empregados por terem distribuído imagens pornográficas por correio eletrônico. As dispensas não foram resultado de monitoramento, e sim da reclamação de um empregado.

Segundo uma pesquisana Inglaterra, o empregado britânico gasta em média 30 minutos de sua jornada de trabalho na internet, sendo metade desse tempo para ver material pornográfico.

De 191 grandes companhias inglesas, 84% dão aos empregado acesso ilimitado à internet. O empregado que ganha, por ano, US$30 mil dólares dá prejuízos de US$4 mil a seu empregador em tempo de trabalho perdido e uso de linha telefônicapara entrar na internet. A pesquisa mostrou que, embora duas em cada cinco companhias já [tenham tido] problemas sérios devido ao uso impróprio da internet, os casos que requereram medidas disciplinares chegam apenas a uma quinta parte do total. Entende-se que metade dessas companhias não possuem política de controle de envio de correios eletrônicos para fora de seu recinto.

No Brasil,...
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