“O uso do crack: um problema social restritos metrópoles?’’

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL



ALUNA: ROJÂNDIA BEZERRA DOS SANTOS






“O USO DO CRACK: UM PROBLEMA SOCIAL RESTRITOS METRÓPOLES?’’













CASTANHAL
2012
ALUNA: ROJÂNDIA BEZERRA DOS SANTOS




”O uso do crack: um problema social restrito ás metrópoles?”







Trabalhoapresentado ao Curso serviço social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as atividades interdiciplinares:

Orientador:Lisnéia Rampazzo, Giane Albíazzettí, Gleíton Lima e Rosane Malvezzí.









CASTANHAL
2012


Sumario

Resumo...................................................................................... 01Introdução................................................................................... 02
Desenvolvimento......................................................................... 03
Conclusão................................................................................... 04
Referencias Bibliograficas...........................................................05

















Resumo

O uso do crack é um problema socialnão restrito apenas às metrópoles. O crack não é mais uma droga restrita a grandes centros urbanos, migrou para os demais Estados da Federação e o mercado da droga se consolidou em todas as cidades onde existam pessoas com muito, com pouco dinheiro, mas com muita disposição para serem transformadas em lixo social, devido a ser uma droga muito barata. Ao falar sobre drogas hoje, o país expressa umadas maiores preocupações. O medo é justificável a disseminação do comércio e do consumo do crack na sociedade é um fenômeno incontestável, atingindo tanto a população urbana quanto a rural, indistintamente, envolvendo homens e mulheres, jovens e adultos, pobres e ricos.















Introdução

O crack hoje já pode ser considerado uma epidemia, seja nas grandes, médias e até emalgumas pequenas cidades. Já não é uma droga apenas presente no meio urbano, mas também no rural. O uso ilícito de drogas, principalmente o crack, nos últimos anos tem aumentado num ritmo alarmante e tem ultrapassado todas as fronteiras sociais, econômicas, políticas e nacionais. Esse aumento pode ser atribuído a vários fatores, dentre eles: a falta de informação sobre os perigos a longa e curtoprazo do consumo abusivo das drogas ilícitas, assim como o caráter limitado das ações preventivas. A pouca efetividade nas estratégias governamentais, que garantam uma verdadeira intervenção na prevenção e no combate ao uso de drogas, faz com que “Cracolandias” surjam e se espalhem pela cidade de forma gritante e preocupante. Sabemos que para enfrentarmos a epidemia do crack, não bastam apenasoperações militares mirabolantes. O poder público tem de encarar o crack como um problema social grave, pois envolve uma perspectiva interdisciplinar para seu enfrentamento. É um problema de saúde pública, pois muitos de seus usuários acabam desenvolvendo problemas psiquiátricos e orgânicos seríssimos. O uso nocivo de substâncias foi por muito tempo tratado por meio de ações punitivas ao invés depreventivas e terapêuticas, sendo a dependência química considerada como falha moral, falta de força de vontade. Mas com progressivo desenvolvimento dos estudos científicos nas duas ultimas décadas a dependência passou a ser compreendida como um sério problema de saúde, que afeta o cérebro e o comportamento. Os efeitos nocivos e prejudiciais causados pelo uso e dependência das drogas, ( crack,álcool, cocaína etc.) muitas vezes irreparáveis deixam sequelas em dependentes e suas famílias. Assim sendo, um dos problemas mais preocupantes nas sociedades, em especial no Brasil nos dias atuais tem sido o uso de drogas como o crack, cocaína entre outras. As grandes e pequenas cidades têm enfrentado problemas bastante complexos evidenciados pela proporção que tem tomado o comércio e uso...
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