O uso do crack: um problema social restrito às metrópoles?

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  • Publicado : 21 de agosto de 2012
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO 4

3 CONCLUSÃO 11

REFERÊNCIAS 12


INTRODUÇÃO

Este trabalho aborda a exclusão social e o crescimento desordenado das cidades como fator que pode levar comunidades marginalizadas a um círculo vicioso de abuso e tráfico de drogas, violência, crimeorganizado e corrupção.
Destacando o crack, droga que avançou de maneira veloz em sua distribuição, também nas pequenas cidades assim como nas grandes metrópoles.
Entender e compreender a razão e os motivos, que levaram uma determinada pessoa ao uso de substancias psicoativas.
Considerando a relevância de ações públicas em parceria com a sociedade unidos aprofissionais capacitados (trabalho do assistente social), solidificando e fortalecendo a família que deve em todos os momentos proporcionar suporte e fortalecer laços rompidos e também sua importância na recuperação dos dependentes químicos.
Conscientizar os jovens de forma que venham a ficar longe das drogas, construindo uma sociedade com igualdade de oportunidades, respeitando opróximo em suas diferenças, de maneira a restituir o bem estar da população, conforme os direitos humanos e da cidadania.









DESENVOLVIMENTO

O Brasil, nos últimos anos, tem vivenciado uma crescente expansão do crack, [...], e que hoje tem levado milhares de cidadãos e famílias a uma situação de extrema fragilidade social e moral. Em todas as classes sociais, no campo e nascidades do interior, a droga se faz presente. [...] estimativas divulgadas indicam que no Brasil haja mais de 1 milhão de usuários de crack. Os jovens, [...] ainda são as principais vítimas do desemprego e da violência e estão também no grupo social mais atingido pela droga. Mas há uma certeza: é preciso agir integrando ações de segurança, educação e saúde às políticas públicas afirmativas,envolvendo poder público e sociedade civil. Tratar o dependente químico apenas como um caso restrito aos boletins de ocorrência e rotular usuários de drogas como criminosos é danoso e só aumenta a segregação social. Somente com a união de todas as esferas de poder e com a participação ativa da sociedade conseguiremos juntos, combater este grave problema e construir uma sociedade mais saudável, semdesigualdades e com acesso universal aos direitos humanos.
(Pronunciamento da Deputada Estadual Eliane Novais, 10/02/12)


Tecnicamente falando, pessoas ou grupos sociais sempre são de uma maneira ou outra, excluídos de ambientes, situações ou instâncias. Exclusão é "estar fora", à margem, sem possibilidade de participação, seja na vida social como um todo, seja em algum deseus aspectos. A necessidade de se sentir pertencente a um grupo é inerente ao homem. Desde que este começou a formar uma comunidade, existe o desejo de viver em sociedade com seu semelhante. Não nos reconhecemos sós e isolados; milhares de pessoas vivem em condições subumanas sem ter o que comer, o que vestir, sem acesso à educação, à saúde, à moradia e a um trabalho, além da humilhação eexploração de que são vitimas freqüentemente, estas pessoas acabam por buscar as drogas, álcool, violência, etc. a fim de serem notadas ou simplesmente como válvula de escape.
No Brasil, o que impressionou, foi a velocidade do processo de urbanização, muito superior à dos países capitalistas mais avançados. O intenso crescimento da economia urbano-industrial foi do ponto de vista espacial esocial, extremamente desequilibrado. Muito concentrado no Estado do Rio de Janeiro e, mais ainda, em São Paulo, o desenvolvimento da economia ampliou os desequilíbrios regionais.
As periferias tiveram nos anos 70 e 80 um crescimento espetacular que ainda se mantém bastante alto, apesar de declinante, pois elas também sofrem o impacto da redução da fecundidade e das migrações. A...
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