O uso do crack no contexto da saúde pública

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  • Publicado : 18 de outubro de 2012
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO 4

3 CONCLUSÃO 7

4 REFERÊNCIAS 8

INTRODUÇÃO

Esta etapa deve conter parágrafos que falem sobre a importância do tema escolhido, sua relevância eaplicabilidade.





DESENVOLVIMENTO

Com a proposta do trabalho de conhecermos e identificarmos no Brasil e em nossa região as ações no âmbito da saúde pública de enfrentamento ao crack, constatamos com base em dados coletados em pesquisas e entrevistas com profissionais atuantes nas instituições públicas do setor de intervenção à dependência química, a realidadevivenciada pelos profissionais que atuam no tratamento do uso do crack em algumas cidades da região norte do Ceará nas proximidades da cidade de Sobral.
Na cidade de Camocim distante aproximadamente 120 KM de Sobral, O município tem quase 60 mil habitantes e cerca de 1 123,937 km², foi constatada a existência de um CAPS-AD, no entanto, o atendimento aos pacientes usuários de crack começou comum ambulatório em 2007, e logo após concentrou-se no CAPS- AD. As unidades do PSF encaminham os usuários que procuram tratamento. Podendo também o próprio usuário procurar o serviço até sem esse encaminhamento. Outras vezes, o CAPS-AD é acionado pelo Hospital em caso de paciente em estado crítico pelo uso de drogas. Na cidade também existem outras entidades ligadas às Igrejas que também oferecemapoio de forma muito atuante. Segundo informações da médica clínica do CAPS AD desta cidade, a faixa etária dos usuários atendidos no serviço está entre 13 e 40 anos, mas tiveram um caso de menor de 10 anos de idade. E que a grande maioria dos usuários é do sexo masculino, mas o número de mulheres que tem procurado o serviço tem aumentado nos últimos meses. Além disso, são em sua maior partetrabalhadores autônomos, ou pessoa que não trabalham. Foi abordado a respeito do tempo de uso do crack dos usuários atendidos e nos informaram que varia entre 6 meses a 2 anos. Este CAPS- AD funciona com uma equipe profissional formada por médicos (Clínico atendendo diariamente e Psiquiatra uma vez por semana), um psicólogo, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, assistente social, terapeuta ocupacionale demais funcionários não citados, que atuam na área administrativa e auxiliam também no tratamento do usuário, fornecendo condições operacionais para o funcionamento do serviço. Em função da facilidade de acesso à informação nos dias atuais, esses profissionais ainda contam com o apoio de capacitação profissional na área, como cursos à distância oferecidos pelo Ministério da Saúde entre outrasinstituições ficando a critério do profissional o interesse de cada um em se aperfeiçoar neste serviço. O atendimento e tratamento são feitos de forma sistemática iniciando com o que os profissionais denominam de triagem, onde são colhidos do paciente os seus dados pessoais e uma breve história de sua vida. Após, é encaminhado para consulta médica, onde será avaliado com mais detalhes. Apartir daí, o médico clínico e/ou médico psiquiatra encaminha o mesmo para os Grupos da Terapia Ocupacional, Grupos de Famílias, Palestras, psicoterapia individual e assistente social dependendo da demanda de cada paciente. A redução de danos é naturalmente abordada durante a consulta médica como uma medida de prevenção ou minimização de danos para o paciente. Segundo a médica, a adesão aotratamento depende da motivação individual. De qualquer forma, os pacientes que abandonam o tratamento por algum tempo, em um determinado momento voltam a procurar os serviços por conta própria, trazidos pela família ou pela Justiça. A participação da família no tratamento é de grande importância. Geralmente um familiar acompanha o paciente durante as consultas. O CAPS oferece palestras para os...
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