O trabalho do pedagogo no espaco educativo

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  • Publicado : 21 de abril de 2013
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INTRODUÇÃO

Este trabalho relata a entrevista feita com o pedagogo, professor e o aluno, vamos falar de inclusão, sobre o preconceito das formas de falar e de como o professor, pedagogo e aluno devemlidar com estas situações.
































































O TRABALHO DO PEDAGOGO NO ESPAÇO EDUCATIVOVamos falar sobre a disciplina comunicação e linguagem que é uma necessidade básica do homem, do ser social, e como tal, comporta duas ações, a de estabelecer relações entre os seres humanos e a de transmitir mensagem com finalidades intencionais. No comunicar, termos de fazer previsões sobre como outras pessoas se comportarão. Criamos expectativas a respeito dos outros e de nós mesmos. Podemosdesenvolver estas expectatitvas ou previsões pelo aperfeiçomen-to de nossa capacidade de projetar-nos na personalidade do outro, podemos tentar interagir com outros. A comunicação verbal é um processo dinâmico, em que ocorre a interdependência do emissor e do receptor. A interpretação, obtida por mecanismo de relação entre a palavra empregada, seu contexto e o modo de articulação discursiva, precisacoincidir na transmissão e na recepção para que o nível básico de significado seja compreendido. O termo linguagem refere-se a uma capacidade genérica de atribuir significação a elementos, o que, segundo estudiosos, seria uma característica praticamente exclusiva aos seres humanos. Já o termo língua refere-se a um conjunto de regras pertencente a uma determinada comunidade. Assim, há a línguafrancesa, a inglesa, a portuguesa e outras. Na linguagem escrita não é permitido haver erros, mas na falada sim, por que em cada região a pronuncia é diferente, há culturas diferentes.
Ao questionar a pedagoga Simone ela diz que o trabalho com a educação infantil e nesse tempo de atuação nunca percebeu preconceito da parte das crianças á respeito da maneira de falar ou de se expressar de outrascrianças. A criança nessa faixa etária é muito esperta e observa tudo em sua volta, mas não no sentido de desprezar outras crianças, ela é pura e quer se expressar e brincar interagindo com todos em sua volta. Geralmente quando isso acontece é porque o preconceito já vem da família ou quando a criança já é formadora de opinião ou seja, já é uma criança mais velha ou adolescente, e nessa faseacontece muito preconceito e o professor deve manter a calma e conversar com os alunos, discutir o assunto, debatendo sobre as formas do preconceito as até mesmo com as famílias dos alunos.
O pedagogo e o professor na rede municipal esse processo ainda funciona de maneira erra, o contato de um professor e pedagogo não acontece, são contratados estagiários que ainda estão cursando magistério e emmuitos casos nem magistério cursam e isto desqualifica muito o atendimento das crianças portadoras de deficiên- cia (aluno especial) que precisam de educadores com formação adequada. Os pais precisam saber que o aluno tem direito a um professor para acompanhar seu filho no processo da inclusão e essa talvez seja uma das principais dificuldades encontradas nesse processo. É preciso discutir muitoainda sobre o assunto e fazer valer os direitos da criança.
Alem de fazer prevalecer o direito do cuidar e educar, entre outras necessi-dades básicas o responsável pelo aluno especial, deve contribuir na socialização da criança fazendo com que ela se sinta parte da escola participando sempre das atividades e interagindo com os colegas e professores, já que todos nós não somos...
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