O realismo e sua perspectiva central em relação a uganda.

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  • Publicado : 25 de setembro de 2012
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ESPM
Relações Internacionais
Diplomacia e Negociações Internacionais

Artigo sobre o Debate:

O Realismo e sua perspectiva central em relação a Uganda.


Lara Oliveira

É de suma importância verificar a veracidade consistente nas notícias que circulam o mundo e colaboram com discussões e exposições como as retratadas na aula passada. Deve-se afirmar a fim de constatar o fato de que oobjetivo central é demonstrar o que realmente ocorreu, procurando ao máximo seguir com interpretações não distorcidas e baseadas no alinhamento dos fatos junto a pesquisas desenvolvendo a análise integral dos fatos do tema proposto.

A fim de descrever a realidade transcrita nas consultas bibliográficas, se torna de suma importância o fato de que Uganda sempre possibilitou desenvolver um cenáriorealista através do contexto que lhe era imposto ou impulsionado a atuar de maneira passiva por ações imperialistas e expressivas das forcas de poder que lá dominavam.

Já se tratando do vídeo Kony 2012, não pode-se deixar de analisar o fato de que não é um vídeo que objetiva a objetividade jornalística, e por esse e outros motivos, vem no altamente criticado em Uganda por apresentar umarealidade que não se encontra mas lá. Isto é, ele insinua que a guerra continua lá, não mostrando o cenário de forma exata. Além disso, a essencialidade de toda a minha argumentação se deu inicio pelo fato de que o vídeo não foi formulado como documentário e sim essencialmente como propaganda, destinado a chamar a atenção para um assunto, não importando o local de atuação, se em Uganda, RepublicaCentro-Africana, ou outros lugares, a realidade é que atrocidades ainda estão sendo cometidas. O Vídeo além de uma propaganda muito bem fundamentada em torno de uma ação, também foi muito bem sucedido e, iniciar um debate global sobre o que desde sempre foi um conflito esquecido, se tornando de vez um fenômeno global tomando toda a agenda de notícias global.

O modo a que os jornais locais, isto é, comvisão pouco mais aproximada que os ocidentais, descrevem o mistério que remete a figura do ativista de nome Joseph Kony, que de um rebelde de Uganda virou celebridade mundial. Sem sombra de duvidas o que levou ao conflito é mais complicado do que apenas a loucura do homem em questão. São questões muito mais enraizadas, durante muitos anos os 'acholi' de Uganda se sentiram marginalizados pelogoverno central, esse sentido de alienação levou o conflito a durar tanto tempo.

Não há maneira de analisar o tema sem mentalizar a maneira que o seu pensador teve. Quando Joseph Kony iniciou suas ações ele era um revolucionário que tinha o apoio da população pois a maioria das pessoa tinha medo de que os 'acholi' fossem exterminados. Mas rapidamente ele se virou contra todas que ele prometiaproteger e os puniu por não o apoiar. Ele desenvolveu um conceito de uma nova raça, que ele mesmo liderava e iria tratar de se impor, e dai começou a ter uma visão totalmente irrealista, um tipo de ideologia que justificava para si mesmo ele cometer atrocidades com o povo que pertencia a ele.

Muitos relatos dão a idéia que a presença de Joseph Kony transmitia uma certa aura sinistra, paranóica,desempenha a capa de uma figura mítica, um monstro de conto de fadas. Foi da onde cresceu ainda mais minha insatisfação em deixar de tentar adaptar minha visão idealista para realmente enxergar as entrelinhas que estavam presentes nos discursos diretos da população local das fontes do Oriente.

Como pode haver fundamento real na demonstração de uma pessoa caracterizada por aqueles que tiveramcontato com ele como bipolar e paranóico? Como pode haver fundamentação básica em prol da paz e de qualquer força que motive fins pacíficos.
Ele um dia será preso? Não por simplesmente não de adequar aos parâmetros normais de quem na maioria das vezes iria atuar a favor de alguma causa parecida, mas por simplesmente tudo que foi dito ser substancialmente negado.

Existe forte interesse externo,...
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