O que e ciencias

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Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica Módulo: 2.2

Docente Elizabete David Novaes Data : Abril de 2012

ATIVIDADE AVALIATIVA 1 – com explicações
DATA DE ENTREGA: 15/MAIO TEXTO 1 - Aula 1 - “O QUE É CIÊNCIA” Texto resumido, reordenado e parafraseado, com explicações sobre a atividade
Objetivos desta atividade: 1. Proporcionar uma leitura complementar ao tema trabalhado,compreendendo o que caracteriza a Ciência. 2. Facilitar o desenvolvimento da reflexão crítica. Atividade: 1- Leia o texto abaixo anexado e levante os principais pontos de compreensão deste material. 2- Utilize suas dúvidas e interpretações nos plantões referentes à disciplina. 3- Responda às seguintes questões: a) Quais são, em síntese, as colocações do autor? b) Quais são os pressupostos centrais daquilo queo autor chama de “ visão comum da ciência” ? c) Quais as críticas que o autor faz sobre esta visão comum de ciência?

Prezad@ alun@: Responda cada uma das questões, separadamente ou num único texto. Trata-se de uma compreensão bem sintética, de modo que a atividade deve ter aproximadamente 15 linhas. Abaixo você encontra comentários tópicos sobre o texto. Além disto, reescrevi o texto compalavras mais simples, e reorganizei a estrutura das ideias, para que fique mais claro para você responder as 3 questões propostas. O QUE É CIÊNCIA? SILVIO SENO CHIBENI Departamento de Filosofia - IFCH - Unicamp chibeni@unicamp.br – Disponível em: 1. A visão comum de ciência (o autor inicia este tópico apresentando a percepção geral sobre o que é ciência, ou o que se acredita ser ciência, mostrandoque isto leva a uma visão da ciência como conhecimento superior, baseado na certeza e na credibilidade). Corriqueiramente acredita-se que o conhecimento fornecido pela ciência possui: um alto grau de certeza, colocando-se em uma posição privilegiada com relação aos demais tipos de conhecimento (o do homem

comum, por exemplo). Desse modo, as diversas teorias, métodos, técnicas, produtos, contamcom aprovação geral quando considerados científicos, de modo que a ciência ganha autoridade e notoriedade. Por exemplo, as Indústrias frequentemente rotulam de “científicos” processos por meio dos quais fabricam seus produtos, bem como os testes aos quais os submetem. Atividades várias de pesquisa nascentes se autoqualificam “científicas”, buscando afirmar-se: ciências sociais, ciência política,ciência agrária, etc. Observa-se assim uma atitude de veneração frente à ciência, a qual se deve, em grande parte, ao extraordinário sucesso prático alcançado pelas diferentes áreas do conhecimento científico: principalmente pela física, pela química e pela biologia. Acredita-se desse modo que por detrás desse sucesso existe um “método” especial, uma “receita” que, quando seguida, redunda emconhecimento certo, seguro. Esta é uma discussão que, junto com a questão do “método científico”, tem constituído uma das principais preocupações dos filósofos, desde que a ciência ingressou em uma nova era (ou nasceu, como preferem alguns), no século XVII. Formou-se a partir destas preocupações um ramo especial da filosofia, a chamada “filosofia da ciência”. (aqui o autor discorre sobre as influência deFrancis Bacon sobre o desenvolvimento da ciência, mas começa a fazer uma crítica aos limites da visão baconiana, que é baseada no método empirista ou experimentalista, segundo o qual, a ciência é fruto de uma catalogação de fatos e fenômenos, sem interferência do pesquisador.) A história mostra que as investigações iniciais sobre o “método científico” foram conduzidas por Francis Bacon(1561-1626), seguidas depois, no século XVII, por declarações de eminentes cientistas, como Galileo, Newton, Boyle, e, no século seguinte, pelos Autores Enciclopedistas. As teses desses autores passaram a gozar de ampla aceitação até nossos dias, não tanto entre os filósofos, mas principalmente entre os cientistas, que até hoje muitas vezes afirmam seguir o “método baconiano” (o chamado empirismo inglês...
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