O que é justíça

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FACULDADE RUI BARBOSA
DIREITO - 2010.1

















O QUE É JUSTIÇA


















Salvador
2010.
Aliomar Batista de A. Junior
Elisa Hupsel M. de Campos
Evanilda Veiga Pestana
Fabíola Mª de Andrade Silva
Jéferson Pereira dos Santos
Juliete dos Reis Magalhães
Vanessa Alencar Cerqueira
















O QUE É JUSTIÇATrabalho apresentado ao Curso de graduação em Direito, Faculdade Rui Barbosa, como avaliação da 2º unidade da Disciplina História e Direito.










































“Entre os objetivos próprios do Estado e do governo, sempre atribui à Justiça um dos mais altos, senão Objetivo supremo.Júlio César Tadeu Barbosa

INTRODUÇÃO


Para entedermos o conceito de justiça primeiro devemos observar o significado da palavra justiça, segundo o dicionário Michaelis (do latim Justitia, por via semi-erudita), de maneira simples, direito iguais para todos. É o principio básico de um acordo que objetiva manter a ordem social através da preservação dos direitos em sua forma legal(constitucionalidade das leis) ou na sua aplicação a casos específicos
“Justiça é a virtude de dar a cada um aquilo que é seu, é a faculdade de julgar segundo o direito e melhor consciência”, entretanto não é possível definir com precisão o seu real significado.
O autor escreve sobre o assunto não tentando chegar a uma definição ou a um conceito do termo em questão, mas sim à idéia do que seja justiça. Elebusca mostrar a ineficiência e qualidade da justiça, expondo exemplos esclarecedores para o leitor sobre o referente assunto.





























DESENVOLVIMENTO


O QUE É JUSTIÇA? “É a vontade constante e perpétua de dar a cada um o que é seu”. Essa é uma das mais antigas definições dada por um jurista romano chamado Ulpiano.
Considera-se que todos osgrupos sócios existentes desejam obter realização de justiça. Por isso, os conceitos na sua maioria divergem, algo que aparenta ser justo a um, a outro pode ser totalmente injusto, sendo assim é demonstrado a complexidade do termo e a impossibilidade de constituir um pensamento concreto desse ideal almejado por todos, que é a justiça.
O ser humano nasce, cresce e acaba chegando a um estágio dematuridade na vida, em que desenvolve um nível elevado de discernimento das coisas e do mundo ao seu redor. Conseqüentemente de forma involuntária, também desenvolve um senso de justiça, julgando imediatamente cada situação ocorrida em seu dia-a-dia. É assim que percebemos que o ato de julgar, não acontece apenas com as leis e instituições, mas também através de práticas individuais, as quais com ojuízo preliminar se tornam justas ou injustas.
O autor deste livro divide a Justiça em dois aspectos:
Justiça dos valores (éticos, culturais e morais) e a Justiça dos direitos (sociais, individuais, de ordem jurídica e de ordem internacional).
O escritor informa que Justiça e igualdade não podem ser confundidas, mesmo que sigam a mesma linha de idéias. Pelo fato da expressão igualdade não propagaridéia de Justiça. É sabido através da história que existia um sistema regulador, que nem sempre foi escrito ou enunciado expressamente, mas sempre existiu, em todos os tempos entre os povos na história.
Platão dizia que a Justiça é uma virtude suprema, necessária para conciliar as demais virtudes, dizia também que os deveres e direitos deveriam ser divididos de acordo com aptidão de cada um, jáAristóteles tinha um pensamento diferente, para ele o correto era uma repartição de bens proporcional, ou seja, um não sobressaindo o outro, mesmo sendo a favor da escravidão.
Os gregos achavam que a justiça nasce junto com a noção de sociedade, para eles a organização da sociedade era baseada na segurança dos homens e tivessem relações justas.
Para os romanos a Justiça é um valor, e este...
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