O pensar filosófico como meio de libertar as pessoas

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SUPERIOR DE SERVIÇO SOCIAL

JOÃO BATISTA HOTT

O PENSAR FILOSÓFICO COMO MEIO DE LIBERTAR AS PESSOAS DO CÁRCERE INTELECTUAL

Manhuaçu / MG
2008

JOÃO BATISTA HOTT

O PENSAR FILOSÓFICO COMO MEIO DE LIBERTAR AS PESSOAS DO CÁRCERE INTELECTUAL

Trabalho apresentado ao Curso Superior de Serviço Social da UNOPAR- Universidade Norte do Paraná, para a disciplina [Filosofia].

Orientador: Prof. João Vicente Hadich Ferreira.

Manhuaçu / MG

2008

Sumário:

Título Página

INTRODUÇÃO........................................................................................ 04

ROMPENDO O CÁRCERE INTELECTUAL:
QUESTIONAR, PENSAR, ENCONTRAR A RESPOSTA,PORQUE SOMOS
PESSOAS QUE PENSAM................................................................................. 05

CONCLUSÃO ......................................................................................... 08

BIBLIOGRAFIA ...................................................................................... 08

INTRODUÇÃO:

O objetivo do presente trabalho é desenvolver eapresentar uma reflexão, fazendo um paralelo entre Filosofia e Serviço Social, à partir de uma análise conjuntural de nossa sociedade em nosso tempo e as dificuldades das pessoas frente ao ato de pensar e as conseqüências por não exercitarem o questionamento e a crítica como meios de vencer os problemas e dificuldades sociais, frente à política, à economia e as propagandas e notícias dos meios decomunicação social a serviço de uma cultura de morte, que silencia e entorpece as mentes dos cidadãos e cidadãs brasileiros, para perpetuação de um sistema perverso, desumano e concentrador de poder e de riquezas nas mãos de poucos em detrimento de uma esmagadora maioria.

ROMPENDO O CÁRCERE INTELECTUAL:
QUESTIONAR, PENSAR, ENCONTRAR A RESPOSTA, PORQUE SOMOS PESSOAS QUE PENSAM

Qual o sentido davida? A vida tem mesmo um sentido? Por que as pessoas sofrem? Por que uns poucos têm tanto e multidões têm quase nada ou nada? Por que neste novo século de tantas tecnologias que aparentemente deveriam aproximar as pessoas, tecnologias como o telefone, o celular, a internet, ..., o homem está tão distante, tão solitário, tão infeliz, depressivo, com desejo de morrer, ...? Por que num mundo detantas facilidades, de esbarrões de pessoas nas grandes e médias cidades, o homem não consegue se encontrar e tem medo de encontrar-se consigo mesmo? Por que das fugas? De que o homem tem medo?...
São tantas as perguntas. E algumas delas até parecem sem sentido. Mas no fundo, lá no fundo têm sentido.
Vivemos num tempo e numa sociedade ou várias sociedades existem em que não se cultiva mais o atode pensar, refletir. Vivemos num tempo e num espaço em que tudo é oferecido pronto. Tudo é feito para que não se reflita, não se pense e com isso o homem, a mulher, que é um ser pensante, que deve raciocinar, já não cumpre essa nobre e vital função: pensar. Só vivemos porque pensamos, pois pensar é viver e se não penso não vivo.
Infelizmente, a sociedade, os meios de comunicação social, osórgãos públicos, as escolas, as faculdades, as universidades, os segmentos sociais, as pessoas, oferecem aos usuários, cidadãos, educandos, povo, tudo mastigado para que ninguém pense e se pensa e questiona esse, muitas vezes é taxado de subversivo, alguém indesejável. O importante é moldar-se ao meio e aceitar tudo sem questionamentos. É assim que os detentores do poder público, econômico e socialdesejam e romper com esse esquema é correr riscos.
Desde muito tempo, no Brasil que, como Nação quase independente, em busca de sua independência político, administrativa, econômica, social e de direitos de cidadania, passando por períodos ditatoriais, onde o pensar e expressar com liberdade o que se pensava não se podia, e ainda hoje, se corre o risco, quando se expressa pensamentos que...
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