O pensamento

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Referência | GADOTTI, Moacir. História das Ideias Pedagógicas. 8 ed. São Paulo : Ática, 1999. 319p. |
Objeto | O Pensamento Pedagógico Iluminista |
Objetivo | Analisar e estudar a sociedade e o pensamento pedagógico Iluminista |
Metodologia | O capítulo foi escrito a partir de uma análise histórica e dialética, utilizando textos dos principais pensadores da época. O texto fala dosiluministas e seus feitos, aborda a educação tanto nos objetivos quanto nos métodos no século XVIII, como a Revolução Francesa “influenciou” no processo de educação, mostra os quatro passos formais do processo de ensino, cita a doutrina burguesa e sua concepção de educação e a idéia de liberdade tanto para a burguesia quanto para os iluministas. |
Fontes | In MARZ, Fritz. Grandes educadores. SãoPaulo. EPU, 1987, p. 82.ROUSSEAU, Jean-Jacques. Émile ou del’éducation. Paris, Garnier-Flammarion, 1966, p.35.ROUSSEAU, Jean-Jacques. Emílio ou da educação. São Paulo, Difusão Européia do Livro, 1986.PESTALOZZI, J.H. Como Gertrudes ensina a seus filhos. In LARROYO, Francisco. História geral da pedagogia, Torno II. São Paulo, Mestre Jou, 1974.In LUZURIAGA, Lorenzo (sel. E prólogo). Antologia de Herbart.Buenos Aires, Losada, 1946.In Rosa, Maria da Glória de. A história da educação através de textos. São Paulo, Cultrix, 1985. |
Conceitos | “ A Revolução Francesa já estava presente no discurso dos grandes pensadores e intelectuais da época, chamados “iluministas” ou “ilustrados” pelo apego à racionalidade e à luta em favor das liberdades individuais, contra o obscurantismo da Igreja e aprepotência dos governantes.” (p. 87)“ Entre os iluministas, destaca-se Jean-Jacques Rousseau que inaugurou uma nova era na história da educação. Ele se no marco que divide a velha e a nova escola. Rousseau resgata primordialmente a relação entre a educação e a política. Centraliza o tema da infância na educação. A partir dele, a criança não seria mais considerada um adulto em miniatura: ela vive em ummundo próprio que é preciso compreender; o educador para educar deve fazer-se educando de seu educando; a criança nasce boa, o adulto, com sua falsa concepção da vida, é que perverte a criança.” (p. 88)“ Pela primeira vez um Estado instituiu a obrigatoriedade escolar (Prússia, 1717). Cresce, sobretudo na Alemanha, a intervenção do Estado na educação, criando escolas normais, princípios e planos quedesembocam na grande resolução pedagógica nacional francesa do final do século. A escola pública é filha dessa revolução burguesa (Revolução Francesa). Os grandes teóricos iluministas pregavam uma educação cívica e patriótica inspirada nos princípios da democracia, uma educação laica, gratuitamente oferecida pelo Estado para todos. Tem início com ela a idéia da unificação do ensino público em todosos graus. Mas ainda era elitista; só os mais capazes podiam prosseguir até a universidade.” (p. 88)“ O iluminismo procurou libertar o pensamento da repressão dos monarcas terrenos e do despotismo sobrenatural do clero. Acentuou o movimento pela liberdade individual e buscou refúgio na natureza: o ideal de vida era o “bom selvagem”, livre de todos os condicionamentos sociais.É evidente que essaliberdade só podia ser praticada por uns poucos, aqueles que, de fato, livres do trabalho material, tinham sua sobrevivência garantida por um regime econômico de exploração do trabalho.” (p. 88)“ A idéia da volta ao estado natural do homem é demonstrada pelo espaço que Rousseau dedica à descrição imaginária da sociedade existente entre os homens primitivos. Dava como exemplos os índios que viviamnas Américas.” (p. 88)“ A educação não deveria apenas instruir, mas permitir que a natureza desabrochasse na criança; não deveria reprimir ou modelar. Baseado na teoria da bondade natural do homem, Rousseau sustentava que só os instintos e os interesses naturais deveriam direcionar. Acabava sendo uma educação racionalista e negativa, ou seja, de restrição da experiência.” (p. 88)“ Rousseau divide...
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