O monge e o executivo

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  • Publicado : 29 de maio de 2012
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O Monge e o Executivo: uma história sobre a essência da liderança

O autor utilizou-se de uma ficção que, além de muito fascinante e envolvente, possibilita uma visão humanista de como verdadeiramente deve ser o relacionamento pessoal e grupal nas organizações e em todas as ocasiões do nosso dia a dia, sejam elas familiares, empresariais, governamentais etc. O livro se inicia relatando ahistória de John Daily, casado, pai de um casal de filhos, executivo de uma empresa renomada, John passa por enormes dificuldades, tanto em sua vida familiar como em suas atividades profissionais. Por indicação de sua esposa, acaba indo passar alguns dias em um retiro num mosteiro para tentar refletir e colocar ordem em sua vida. Podemos notar que o autor se utilizou propositalmente de um ambiente muitointeressante para passar-nos lições de liderança. Um mosteiro onde todos os frades possuem o mesmo status: ninguém é melhor ou pior que ninguém. Há, porém, um reitor, o líder que eles escolhem, o qual é responsável por dar a palavra final em todos os assuntos. Isto faz da pequena comunidade um local onde os hábitos e relacionamentos sejam respeitosos e saudáveis. Outro fator interessante é que háuma preocupação constante em cumprir as regras, tais como horários, fazerem as refeições juntos e outros. Dessa forma, é fácil perceber que no mosteiro, além de um local extremamente calmo, todos trabalham e vivem entusiasticamente em equipe.
Nas definições, o autor, tendo como principal enfoque descreve o que muitos não sabem: o verdadeiro significado de liderança. Deixa bem claro que liderançanão pode ser confundida com poder; ao passo que poder “é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo contra vontade própria”, e liderança, em palavras simples “é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter”.
Enfatizou que o líderse utiliza da autoridade para que as pessoas, independente de estarem ou não sobre sua subordinação, dêem o melhor de si no que estão fazendo. Quando alguém se utiliza do poder para tirar proveito de uma situação, pode até obter resultados, mas com o passar do tempo ele se torna muito danoso, o que acaba corroendo e prejudicando os relacionamentos. Contudo, o líder não deve apenas se preocupar comos relacionamentos, mas preocupar-se também com a execução das tarefas. Logo, a chave para a liderança é “executar as tarefas enquanto se constrói os relacionamentos”.
O autor nos mostra ainda a necessidade e flexibilidade que um líder tem de ter em saber identificar os velhos paradigmas e se adaptar aos novos. De forma simples ele explica que “paradigmas são padrões psicológicos, modelos oumapas que usamos para navegar na vida”.
Portanto, os paradigmas podem tanto ajudar como dificultar a vida das pessoas. Seguindo, explica como eram as empresas de antigamente comparando-as com as de atualmente. Em tempos passados, mas precisamente no período da burocratização, as estruturas internas das empresas eram exigentes, de modo a determinarem a seus empregados toda a atenção voltada para onível hierárquico mais alto, fazendo com que todos ficassem preocupados em atender as vontades do presidente, e somente dele, visando assim apenas o lucro. Voltando para as empresas da atualidade, os novos paradigmas, como afirma o livro, arranjam uma nova estrutura, esta baseada na liderança servidora, pois todos tendem a satisfação dos seus clientes, sendo o lucro uma conseqüência deste empenho.Partindo deste pressuposto tudo isso está fundamentado num dos papéis da liderança, o de servir, isto é, identificar e satisfazer as necessidades legítimas. Nesse processo de satisfazer necessidades será preciso freqüentemente fazer sacrifício por aqueles que são servidos. Com isso, deve-se estar sempre atentos aos cuidados de não satisfazer as vontades das pessoas, mas sim as necessidades. E...
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