O mito: juscelino kubtschek

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
PEDAGOGIA

BRUNA DE SOUZA PONTES















Teoria Geral do Conhecimento
O MITO: JUSCELINO KUBTSCHEK




















Cachoeiro de Itapemirim - ES
2010
bruna de souza pontes

















Teoria Geral do Conhecimento
O MITO: JUSCELINO KUBTSCHEKTrabalho apresentado ao Curso de Pedagogia da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina: Teoria Geral do Conhecimento.


Orientadora: Prof. Márcia Bastos de Almeida
Aluna: Bruna de Souza Pontes














Cachoeiro de Itapemirim - ES

2010

Um mito politico brasileiroMito. Essa palavra antigamente era usada pra explicar algo que o homem desconhecia, porém hoje ela é usada para explicar a realidade, os principais acontecimentos da vida, ou seja, o mito não refere-se apenas aos deuses mas aos heróis da sociedade, como Pelé, Getúlio Vargas, Paulo Freire, entre outros.
Entende-se que o mito pode ser considerado conhecimento a partir do momento que este mitoé verdadeiro ou vá nos trazer algum esclarecimento util, sua principal finalidade é educativa, pois ele tem o papel de passar um informação por gerações, um exemplo claro disso são os presidentes do Brasil, eles fazem parte da história do país, não importa se forem mitos positivos ou negativos , porém são mitos e por isso são estudados e lembrados, conhece-se a tragetória de todos eles.
Ummito da politica brasileira que deve ser sempre lembrado é o JK, ele foi de grande importância para o desenvolvimento do país. Juscelino foi presidente do Brasil de 1956 a 1961, se destacou pela disposição de fazer o país crescer “cinquenta anos em cinco” e pelo binômio “energia e transporte”. Nasceu em 1902, filho de caixeiro-viajante e de uma professora pública, ficou orfão de pai aos três anosde idade. Cursou medicina em Belo Horizonte e custeou os estudos concluídos em1927, com os vencimentos de telegrafista do serviço público, no qual ingressou por concurso público em 1921. Logo após concluir os estudos foi para Paris onde fez um curso de cirurgia do professor Maurice Chevassu e fez estagio no hospital Charité de Berlim em 1930. Depois de concluir o estágio voltou ao Brasil ecasou-se com Sara Lemos em 1931 em Minas Gerais. Após se casar exerceu o cargo de capitão médico da polícia mineira, chefiou o hospital de sangue de Passa Quatro MG, e distinguiu-se como cirurgião durante a revolução de 1932.
Ele ingressou na política como chefe de gabinete e no mesmo ano (1934) elegeu-se deputado federal, mas exerceu o mandato somente até 1937, pois com o advento do EstadoNovo, a Câmara foi fechada, então ele retornou a medicina.
Em 1930 foi nomeado prefeito de Belo Horizonte, até 1945. Depois de filiar-se ao Partido Social Democrático (PSD), conquistou novo mandato de deputado federal em 1946 e foi eleito governador de Minas em 1950. Com base na binômio Energia e Transporte, criou as centrais elétricas de Minas Gerais (CEMIG) e construiu cinco usinas para aprodução de energia elétrica, elevando em 30 vezes o potencial instalado no estado.
Sua indicação a presidência da república, logo após o suícidio de Getúlio Vargas, com o apoio do PSD e do Partido Trabalhador Brasileiro (PTB), encontrou forte oposição na União Demacrática Nacional (UDN) e em alguns setores militares. Mesmo depois de eleito teve de enfrentar a batalha de posse e, após atentativa de golpe militar, em novembro de 1955, assumiu a presidência como propósito de realizar um vasto programa de desenvolvimento econômico.
Suas metas de governo incluiam energia e transporte, implantação de industrias automobilísticas e de construção naval, além de incentivos à industrialização e a exportação de minérios. JK impulsionou a construção de duas usinas hidrelétricas, Três...
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