O mito da caverna

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 6 (1318 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 3 de abril de 2013
Ler documento completo
Amostra do texto
[pic]

Psicologia 2º Semestre – 2012









Trabalho Filosofia












Rio de Janeiro – Setembro de 2012.
[pic]

Psicologia 2º Semestre – 2012






O Mito da Caverna



Aluno: Uirapuan Araujo e
Julia Farine





Trabalho apresentado para
Avaliação da disciplina de
Filosofia,
Professora: Lucyenne Rosas


Rio de Janeiro – 25 deSetembro de 2012.
O mito da caverna

O mito da caverna foi criado por Platão, numa referência à Sócrates, e se tornou um marco da filosofia. O mito, falando da maneira mais sucinta possível, discorria sobre um grupo de homens que viviam dentro de uma caverna. Tinham nascido e crescido lá. Dentro da caverna em questão havia uma fogueira, e a única imagem que tais homens viram na vida foramsuas sombras projetadas nas paredes pela luz da fogueira, não conseguiam nem ao menos ver uns aos outros, portanto para eles as sombras eram a realidade existente. Certo dia, um homem obstinado (metáfora de Sócrates no caso) conseguiu sair da caverna e viu as imagens tais como são, viu árvores, pássaros, rios, o Sol enfim, viu a Luz, descobrindo que a realidade ia além das sombras. Voltou ao subsolopara contar ao resto dos homens o que vira, e eles, com medo de uma nova verdade, de fugir ao que estavam acostumados, não acreditaram nele e preferiram seguir com suas vidas. Inconformado o homem insistia na verdade inconveniente, até os homens da caverna resolveram assassiná-lo. Sócrates também foi assassinado com cicuta, por suas ideias inovadoras e por corrupção de adolescentes (os homens daGrécia antiga e seus pensamentos arcaicos eram a sombra e Sócrates e suas ideias, que vivem até hoje, a luz).

Conclusão:

Não pude deixar escapar ao meu pensamento que nos dias atuais as “sombras” vêm em diferentes formatos e cores: elas vêm em megapixels! Ficamos acostumados a uma caverna de imagens e luzes por todo canto, uma caverna com apelações e poluições auditivas, visuais, sexuais…não paramos mais para pensar em valores, no que realmente importa na essência do ser humano. Acabamos fazendo planos dentro da caverna: planos para a carreira, planos de beleza, planos de saúde corporal, planos de ver tal e qual programa de T.V., de acompanhar a política, de acompanhar a moda e os restaurantes. Com tudo isso não me parece que temos tempo pra pensar em perguntas essenciais, tais como“quem realmente somos?”, “de onde viemos e pra onde vamos?”, “Do que realmente gosto” (e não vale gosto para carro, roupa e decoração), “Por que algumas coisas são do jeito que são?”, entre outras…

Os desejos, desde a classe mais baixa até a mais alta, parecem se uniformizar. Todo mundo anda na mesma direção, com um mesmo propósito, só com quantidades diferentes. Os mesmos programas de TVfazem sucesso no mundo todo e também os mesmos produtos. Isso grita o nome de padronização. Há sim uma desvalorização cultural, pessoas com culturas tão diferentes tentando encaixar o que o resto do mundo gosta em suas vidas.

Portanto cumpre registrar que as sombras cotidianas, na minha própria analogia, são aquelas milhares de imagens e sons que nos bombardeiam e leva à sociedade toda a ter umpensamento uniforme, de modo a ensinar a todos os pensamentos dos outros e a Luz é o pensamento próprio, individual, de modo a ensinar o indivíduo a pensar.







Noticia que Contribua com Saída do Homem da Caverna:


[pic]


Brasil encerra Paralimpíadas com sua melhor posição na história

LONDRES - O Brasil fechou neste domingo, com a medalha de ouro de Tito Sena, da classe T46da maratona, sua melhor participação em Paralimpíadas na história. Ao todo foram 43 medalhas em Londres, sendo 21 de ouro, 14 de prata e oito de bronze, o que rendeu ao país duas posições a mais no quadro geral de medalhas em relação a Pequim-2008, terminando em sétimo lugar.
Na última edição dos Jogos o Brasil arrematou 16 douradas. Mas, no total, na edição chinesa o país teve mais medalhas,...
tracking img