O menor infrator

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO.......................................................................................................3
2 DESENVOLVIMENTO 4
3 CONCLUSÃO 9
REFERÊNCIAS 10

Objetivo Específico

O presente trabalho tem como propósito repensar as transformações e o processo de construção da família. Desde as últimas décadas se vive mudanças sociais importantesnos diversos contextos sociais. Tendo como base o mundo de hoje é possível dizer que mudanças avassaladoras e profundas de valores, de comportamentos e de identidades vêm acontecendo. Nessa perspectiva a complexidade da dinâmica familiar traduz-se de forma inquestionável na maneira com que seus membros interagem. Com todo esse aparato de diversidade, o amor, o afeto, enfim, os sentimentos passam aser também um desafio tendo em vista que aprender a respeitar e a entender as diferenças, aprender a educar os filhos, dentro de suas limitações e dificuldades é algo que exige um esforço cada vez maior por parte de todos os membros da família contemporânea. Por tudo isso os novos arranjos familiares trazem consigo novos processos de adaptação.
1 INTRODUÇÃO:
Partindo desse conteúdoanalítico, o presente estudo almeja propor uma breve reflexão, acerca das transformações socioeconômicas e culturais, sobre a família, tendo como base as mudanças proporcionadas principalmente pós-advento do capitalismo. Entendemos por família, os membros com relação consangüínea ou afim que residem em uma mesma residência. A família é considerada um dos principais agentes da socialização e dareprodução de valores e padrões culturais dos indivíduos, já que neste espaço se tecem relações que envolvem posições etárias, posições sexuais, produtoras e reprodutoras das representações sociais, que justificam e orientam diversas práticas familiares e sociais.
A Constituição Federal Brasileira de 1988 reconhece a importância da família no artigo 226, no qual declara que a"família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado". Já a Declaração dos Direitos Humanos revela que a família é o núcleo natural e fundamental da sociedade e tem direito à proteção da sociedade e do Estado. Também é reafirmada a importância da família no Estatuto da Criança e do Adolescente- ECA, LOAS e Estatuto do Idoso.

DESENVOLVIMENTO

As transformaçõespsico-sócio-económicas das família não aconteceram simultaneamente em todo o mundo ocidental, nem sequer em todas as sociedades ou comunidades do mesmo Estado. No entanto, as investigações de diversos autores demonstram que, para a reconstrução da família “normal” depois da II Grande Guerra Mundial, as políticas sociais assentavam em que as mulheres estavam disponíveis para o trabalho doméstico e para cuidar dascrianças e dos velhos. Este foi um dos períodos mais negros da história das mulheres que, em pleno séc. XX, se viam na eminência de nunca mais se desenvencilharem do trabalho doméstico e de se afirmarem como uma pessoa válida para qualquer tipo de trabalho.
As análises sociológicas das famílias do séc. XX consideravam a família como “uma unidade homogénea, cuja posição social derivavaexclusivamente da posição ocupacional do chefe da família” (Saraceno, 1992). Este trabalhava fora a tempo inteiro, sendo o “ganha-pão” e a esposa, se trabalhasse, mal dava para os “alfinetes”, dependendo, assim, do apoio financeiro do marido. As mulheres das classes mais baixas que trabalhavam fora, sobretudo em parte, faziam o serviço doméstico das classes mais elevadas, enquanto que as das classesmédias trabalhavam em casa.
Afinal, as famílias modernas não lucraram com o desaparecimento da sociabilidade, nem beneficiaram de melhores condições em relação às famílias medievais.
A baixo segue um estudo de todos os tipos de famílias, salientando em especifico as mulheres chefes de famílias na extrema situação de pobreza.
A Família Monoparental é...
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