O limite da tolerancia a diversidade permitida o preconceito evitado

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 A Construção Unilateral da Autonomia Societária ...........................................4

3 Preconceito é Negativo Diversidade Tolerável...................................................5
3.1 São Necessários Reconhecer as Especificidades Culturais ........................5

4 Exigir a igualdade em meio a diversidade...........................................................7
5 Consideraçoes finais .............................................................................................8

6 Referencias Bibliograficas ....................................................................................9

INTRODUÇÃO

Nessa construção serão abordados os desafios que a sociedade enfrenta ao decorrer da historia pela busca dacontemplação ampla e total de todas as suas multiplicidades/ peculiaridades culturais pela efetivação do direito assistencial. Será ressaltado que na construção histórica ao longo da sociabilidade foi onde já se nascia às raízes da discriminação e negação da emancipação humana. Uma extração da sociedade foi obtendo conquistas em termos de autonomia, enquanto uma quantidade majoritáriadistribuída em diversos setores sofria da segregação, quando não era da dominação da camada soberana que detinha o poder.
Será citado o aparecimento de correntes que defendem a diversidade da sociedade com o argumento da diversidade cultural, que almeja por respeito ao mais diversos códigos morais existentes nas determinadas regiões do Brasil e do mundo. Da mesma forma, contandocom as divergências dos que exigem a permanência da ética universal e absoluta, onde o julgamento de valor seja possível diante os conflitos culturais, quando esses, tomam formas negativas ao merecerem a intolerância por estarem contradizendo com os direitos genéricos de provisão da liberdade e manifestações discriminatórias ou de preconceito étnico, racial ou de orientação sexual.

2. Aconstrução unilateral da autonomia societária

Num primeiro momento se dava a formação dos Estados nacionais no período definido de modernidade, um momento repleto de transições. É válido lembrar que o nascimento dos Estados Nacionais não foi tarefa fácil. Ao governo sendo atribuída pela população a promoção do bem-estar geral, assim identificando a ‘coisa pública’. O rei absolutista era inquestionáveldando suporte para centralizar o poder, o que fortificou uma classe burguesa despontando com uma economia capitalista.
Dentro de um processo histórico chegam-se as revoluções inglesas que abrem espaço para a política liberal, até que o ápice se dá com a revolução industrial do século XIX que teve a revolução francesa intercalada, linha divisória entre o fim da era moderna e contemporaneidade.Sem desconsiderar todas as mudanças na historia da humanidade, as do século XVIII ate XIX foram superadas no século XX. A denominada Revolução Industrial reinventou a organização social, causando modificações culturais derivadas da nova forma de organização societária que refletem ate nos dias atuais. As lojas evoluídas para fábricas, as ferramentas manuais para máquinas. Enquanto simultaneamenteempreiteiros se enriqueciam rapidamente aldeãos emigravam para as cidades fabris, sendo submetidos à operários da nova era. A realidade social sofreu transformações que surpreendeu com problemas em função do avanço industrial, e nesse instante que aparece a necessidade das ciências sociais, em especial, a sociologia.
Essa enorme aceleração de bens contou com a expansão do comercio externo, eale lembrar que essas alterações foram num curto espaço de tempo e sem deixar de serem significativas no modo de vida dos contingentes humanos. O mais notório foi a substituição do artesanato para a introdução de máquinas que progressivamente tomava o lugar dos trabalhadores, provocando mudanças culturais, surgimento de novas funções (empresários e operários) , enfim, a divisão do trabalho....
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