O enfretamento do problema do crack no contexto da saúde pública

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Trabalho apresentado ao curso de Serviço Social, da UNOPAR- Universidade Norte do Paraná, para a disciplina: Psicologia Geral, Antropologia,Formação Social, Política e Econômica do Brasil, FHTM do Serviço Social.
Janaúba - MG

Ana Cláudia de Almeida Cruz


SUMÁRIO
RESUMO......................................................................................................................31 INTRODUÇÃO.......................................................................................................4-5
2 DESENVOLVIMENTO...........................................................................................6-8
2.1 O crack uma questão de saúde pública e social..............................................6-8.
3CONCLUSÃO......................................................................................................9-10
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS...............................................................................11-12
5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.......................................................................13



RESUMO

O Avanço da criminalidade e as complexas relações entre as drogas e violência, principalmente o crack, tem impostodesafios cada vez maiores, exigindo respostas eficazes do governo e da sociedade, a partir da unificação dos esforços dos mais diferentes segmentos na construção de alternativas na busca de soluções concretas, capazes de reverter os desafios e efeitos perversos que os problemas associado causam. Não se sabe exatamente quantos são os usuários de crack no país. Estima-se que no Brasil haja centenas demilhares de usuários, principalmente adolescentes e adultos jovens. A maioria é das classes C e D e começa a usar por volta dos 14 anos. Entre os estudantes do ensino médio nas maiores cidades do Brasil, cerca de 0,5% já usou crack ao menos uma vez. Pesquisas em andamento deverão, a curto prazo, indicar com maior precisão quantos e quais são os usuários de crack, bem como as condições de uso e devida . Os Municípios brasileiros devem participar da Política Nacional de Enfrentamento ao Crack e outras drogas, identificando suas demandas e necessidades, elaborando o plano municipal integrado de ações e serviços de prevenção e enfrentamento ao crack e outras drogas, promovendo tratamento adequado e a reinserção social e profissional dos usuários de drogas.
Existem diversas abordagens para quemdeseja se recuperar da dependência do crack. Não há um tratamento único, que seja apropriado para todos os casos. Técnicas e sistemas podem ser combinados sempre que necessário, de acordo com tipo de ambiente, intervenção e serviço mais adequado para cada problema ou necessidade do paciente. Buscar a modalidade que melhor se encaixa em cada caso contribui para o sucesso na recuperação e para oretorno a uma vida produtiva na família, no trabalho e na sociedade.
Faz-se imprescindível que o Governo Federal ofereça mais recursos para políticas preventivas no combate ao crack, tendo em vista que as condições de tratamento tornam-se muito difíceis quando o usuário atinge a dependência. Essas dificuldades relacionam-se com um grande número de variáveis sociais e familiares e pelasespecificidades que o processo de dependência do crack apresenta, além das co-morbidades às quais esta droga está associada. A dependência química é uma questão de saúde pública.
I. INTRODUÇÃO:
O enfrentamento do problema do crack é um dos grandes desafios das políticas institucionais no âmbito da saúde pública, dentre esses as graves conseqüências do uso abusivo dessa substância para as relações sociais.Não pretendemos causar espanto que essas substâncias causam, mais fazer a quem ler esse trabalho, ver no usuário de crack um problema de saúde pública e não de polícia. Hoje a dependência é tratada como doença, porém no passado, o usuário era somente excluído e discriminado sem ter o tratamento correto com profissionais capacitados na área.
É preciso ver, nesse dependente, não a contradição de...
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