O doce veneno

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do escorpiao
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(Orelha da Capa do Livro)




“Como o colégio Dante Alighieri ficava perto da casa onde trabalhava, já deu para imaginar quantas virgindades ‘desapareceram’ por lá... Os moleques iam em turma. Ligavam de um orelhão para saber se não tinha risco de aparecer polícia. A gente deixava a porta entreaberta e eles entravam correndo. Eu, com 17 anos, subindo com molequesde 12, 13 ou 14 anos. Que estranho: eu, que era inexperiente, estar na cama com alguém ainda mais inexperiente! Mas acabava sendo natural. Só quando chegávamos ao quarto alguns deles confessavam ser virgens. “Você não conta para os meus amigos que é minha primeira vez?’ Ensinava como abrir o primeiro sutiã da vida deles. Ligava o som e conduzia meu show. “Alguns foram alunos brilhantes”Bruna Surfistinha




O DOCE
VENENO DO
ESCORPIÃO
O diário de uma garota de programa





Depoimento a
Jorge Tarquini

7ª impressão

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Copyright © 2005 Bruna Surfistinha
Supervisão editorial Marcelo Duarte

Assistente editorial Tatiana Fulas

Projeto gráfico
Luciana Porto Alegre Steckel
Diagramação
Divina Rocha Corte

Preparação detexto Alessandra Miranda de Sá

Revisão
Ana Maria Barbosa Cristiane Goulart

Foto da capa Carol do Valle

CIP-BRASIL CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.

Surfistinha, Bruna
O doce veneno do escorpião / Bruna Surfistinha. - 1.ed. - São Paulo : Panda Books, 2005

1. Surfistinha, Bruna. 2. Prostitutas -Biografia. I. Título.

05-2960. CDD920.930674 CDD 929:392.65

2006
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Interfone. Ele chegou! Deixei subir. Enquanto ele pega o elevador, checo os últimos detalhes: cabelos escovados, pelecheirosa, boca pronta para o que der e vier. No quarto, a cama à espera, a luz bem leve. Para completar o clima, coloco um CD (se ele for chato, toco baladinhas, techno, para agitar um pouco; se for legal, prefiro Jota Quest, Emerson Nogueira, uma coisa mais romântica). Visto uma saia bem curta e provocante, com um top que valoriza meus seios. Tudo fácil de tirar. Ou de ser tirado. Calço sandáliasbem altas. Não que me importe de ser baixinha. Faz parte do meu charme. Toca a campainha. Atendo. Ele entra. Me beija no rosto e se apresenta, já que é sua primeira vez comigo. Mesmo sem precisar, faço o mesmo. Pego ele pela mão e o levo até o sofá. Em clima de namoro, a conversa começa e logo ruma para a putaria.

"Hoje, quero te pegar de jeito, por trás."
"Mas você quer minha bu... ou meuc...?"
"Eu quero tudo", ele responde no meu ouvido enquanto passeia sua mão pelas minhas coxas.

Sua boca ofegante roça o meu pescoço; sinto a barba por fazer, enquanto com minhas mãos entre suas pernas sinto o mundo virar pedra. Com um puxão dele, o top desliza e meus seios pulam para fora. Como quem descobre um novo brinquedo, deixo que ele segure firme, mas com carinho. O bico do meu seio ficaintumescido com aquela língua atrevida passeando pela auréola. Sinto sua respiração quente, ofegante. Lambe um seio, depois o outro, junta os dois com as mãos, querendo encher a boca como um garoto guloso. Na confusão de roupas tiradas com pressa, ele puxa minha calcinha e desce com a boca até o umbigo. Pára. Me olha com um jeito sacana.

"Você quer que eu te chupe?"
"Quero."
"Agora ou depois?""Você é quem sabe... A língua é sua." "Mas a bu... é sua."
"Então, quero agora."
Gozei muito, sem precisar de nenhum esforço interior. Foi bom de verdade. E estava só começando.


Subimos a pequena escada de caracol do meu flat direto para o quarto. E ele já foi "encapotando" o p..., para aproveitar o meladinho da bu..., e engatamos o mais comportado papis e mamis.

"Cavalga em cima de...
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