O doce veneno do escorpiao

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Copyright (C) 2005 Bruna Surfistinha Supervisão editorial Marcelo Duarte Assistente editorial Tatiana Fulas Projeto gráfico Luciana Porto Alegre Steckel Diagramação Divina Rocha Corte Preparação de texto Alessandra Miranda de Sá Revisão Ana Maria Barbosa Cristiane Goulart Foto da capa Carol do Valle CIP-BRASIL CATALOGAÇÃO NA FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ.

Revisão:Sander e Divoncir

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Interfone. Ele chegou! Deixei subir. Enquanto ele pega o elevador, checo os últimos detalhes: cabelos escovados, pele cheirosa, boca pronta para o que der e vier. No quarto, a cama à espera, a luz bem leve. Para completar o clima, coloco um CD (se ele for chato, toco baladinhas, techno, para agitar um pouco; se for legal, prefiro JotaQuest, Emerson Nogueira, uma coisa mais romântica). Visto uma saia bem curta e provocante, com um top que valoriza meus seios. Tudo fácil de tirar. Ou de ser tirado. Calço sandálias bem altas. Não que me importe de ser baixinha. Faz parte do meu charme. Toca a campainha. Atendo. Ele entra. Me beija no rosto e se apresenta, já que é sua primeira vez comigo. Mesmo sem precisar, faço o mesmo. Pego elepela mão e o levo até o sofá. Em clima de namoro, a conversa começa e logo ruma para a putaria. - Hoje, quero te pegar de jeito, por trás. - Mas você quer minha boceta ou meu cu? - Eu quero tudo, ele responde no meu ouvido enquanto passeia sua mão pelas minhas coxas. Sua boca ofegante roça o meu pescoço; sinto a barba por fazer, enquanto com minhas mãos entre suas pernas sinto o mundo virarpedra. Com um puxão dele, o top desliza e meus seios pulam para fora. Como quem descobre um novo brinquedo, deixo que ele segure firme, mas com carinho, O bico do meu seio fica intumescido com aquela língua atrevida passeando pela auréola. Sinto sua respiração quente, ofegante. Lambe um seio, depois o outro, junta os dois com as mãos, querendo encher a boca como um garoto guloso. Na confusão de roupastiradas com pressa, ele puxa minha calcinha e desce com a boca até o umbigo. Pára. Me olha com um jeito sacana. - você quer que eu te chupe? - Quero. - Agora, ou depois? - Você é quem sabe. A língua é sua. - Mas a boceta é sua. - Então, quero agora. Gozei muito, sem precisar de nenhum esforço interior. Foi bom de verdade. E estava só começando. Subimos a pequena escada de caracol do meuflat diretopara o quarto. E ele ja foi encapotando o pau, para aproveitar o meladinho da boceta, e engatamos o mais comportado papis e mamis. - Cavalga em cima de mim. Primeiro, montei de frente e, com ele todinho dentro de mim, me virei de bumbum para ele. Não demorou muito até que ele saísse de mim e me pedisse para retribuir com a boca a gentileza. Chupei até ele gozar, com ele agarrando com delicadezameus cabelos longos. Mal deu tempo de a gente conversar. Ainda com a boca, reanimei o menino. Num 69 alucinado, ele começou a brincar na minha bunda. Isso me excitou. Não resisti e montei. Ele, todo engatado no meu cu, me levantou e me botou de quatro. No fim, pediu para gozar na minha boca mais uma vez. Deixei. O CD chegou ao final quase junto com o nosso segundo tempo. Game over. O fim do CD é osinal de que a hora que ele tem comigo acabou. Se quiser, pode tomar um banho, pagar o que combinamos por telefone e...Até logo. Sem ressentimentos. A fila anda. Serviço prestado, pagamento feito (e conferido, de forma discreta, sem ele perceber, claro). Ele foi o primeiro cliente do dia. Tenho mais cinco pela frente. Com menos de uma hora e um banho entre um cliente e outro, mal tenho tempo de merefazer. Prefiro fazer tudo de uma vez, cumprir logo minha meta de cinco programas diários e ficar livre o quanto antes. Hoje, a agenda está funcionando. Quando eu ou o cliente nos atrasamos, o jeito é o próximo que chega ficar lá na recepção, esperando. Até tudo recomeçar. O ritual da chegada, do check-list do corpo e do quarto assim que o interfone toca é o mesmo para os que virão, O segundo...
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